Qual o sentido da tristeza? É aprender com os erros que cometemos pensar que tudo tem um jeito, que ninguém é perfeito e que tudo pode mudar… E que tudo VAI mudar.
 

Não pensar que tudo está perdido e que sempre há uma maneira de reverter, é aí que a gente enxerga que a vida é simples demais e somos nós que a complicamos. Ou que o sentido não é o que a gente sempre achou e sim o contrário disso. Quando estamos felizes, nunca paramos pra pensar nos problemas e agimos como se o mundo fosse perfeito, mas quando estamos tristes, nunca pensamos que a felicidade pode chegar.

Uma amiga um dia me disse uma coisa muito legal, que era mais ou menos assim: podemos não estar nesse mundo pra fazer coisas grandes e sim para aprender as lições da vida. E essas lições servirão para outras vidas.
Só por que estamos felizes não podemos esquecer de Deus e de agradecê-lo. Sempre deveríamos pensar em coisas felizes para que essa felicidade de multiplicasse, e quando estamos triste deveríamos pensar sempre em coisas felizes, e nada de adiantar a única certeza que temos em nossa vida!
Se você tenta mudar, mas o mudo dá as costas pra você, comece a brilhar mais e mais até ele perceber que você está lá e finalmente virar de frente pra você! “Hakuna Matata!”.
E todos cometem erros, alguns irreversíveis, mas depois que um “pinguinho de tinta cair num pedacinho azul do papel” podemos transformar a imagem cinza em um dia alegre e colorido, por que às vezes os erros são melhores que os acertos, pois com os erros a gente aprende e com os acertos a gente só se orgulha.
“os erros de Kant são mais importantes do que os acertos da maioria dos homens.”
(C.D. Broad)
Aprender ser responsável, isso é crescer, não se trata de tamanho nem de força, o que tem por dentro é sempre mais importante, e pensar que cada um tem seu momento pra crescer, mas que há pessoas que nunca estão prontas para isso e com certeza é uma das formas mais especiais de crescer.
Se há tristezas, há tristezas, mas o mundo não é feito só de lágrimas, por mais que o planeta seja coberto pelo mar salgado, pra todos os lugares que olharmos há água doce e potável, mas se essa água está acabando não foi a natureza que quis assim, e sim nós, os homens. Os homens que sempre decidem complicar tudo, com problemas pequenos e fúteis, que fazem a doçura da vida ficar quase extinta. Mas o pensamento que a água doce e potável pode tomar o lugar de toda água salgada – as lágrimas – dos mares, é um pensamento utópico e infantil, mas é positivo e me enche de esperança.