Desde que saí da escola e vim para o “mundão” tenho buscado e me preparado para cumprir minha missão de vida. Escrever e compartilhar meus processos é muito gratificante, e ter descoberto meu lado curadora, me faz cada vez mais ser feliz. Conheça minha História.

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Uma criança, orgânica e inocente. Assim me vejo hoje.

Sempre quis salvar o mundo. Essa era minha angústia da vida, porque eu via as coisas feias acontecendo, e não podia fazer nada.

Nunca achei graça em injustiça e competição, nunca quis participar disso, me sentia deslocada. Eu até fiz, pensando em retrocesso, bastante inimizade por isso. Eu queria ser autêntica, sabe?

Como todo ser humano, claro, inserida na matrix, caí e caio nas “tentações mundanas” – sem moralismo, apenas forma de falar. Ou seja, tenho apego, julgo, tenho raiva e me desconecta com a paz – sou um ser humano dual. Hoje sou emocionalmente estável, mas nem sempre foi assim.

Quando mais nova, canalizava meus sentimentos escrevendo, desde que me lembro, em agendas e cadernos. Aos 17 anos, comecei a publicar meus textos online – quase todos estão nesse blog. Aliás, é uma ótima forma de acompanhar meu próprio caminho.

Vivia, como diz uma amiga da época do colégio, num mundinho meu. No Gabitopia. Meu mundo era cor de rosa e tocava Sandy e Junior. Mas, de alguma forma, naquela época, eu ainda queria me encaixar nas coisas normais. Algo que parecia normal para as pessoas, era desconfortável pra mim e eu não sabia porquê.

Meu “despertar”

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A vaquinha que eu simboliza todas que eu deixei de matar por me tornar vegetariana

Foi com 20 anos, em 2008, que comecei a perceber a vida de outra forma – uma forma que exige certa atenção, pois não é o como o sistema nos mostra. Conheci Forfun e o conceito de física quântica. Virei vegetariana. Pouco antes, eu tinha feito um semestre de faculdade de Letras e outro de Serviço Social, onde estudei disciplinas como sociologia, filosofia, antropologia e psicologia.

A expansão começou sem eu perceber. Iniciei a última tentativa de faculdade, Jornalismo. Mais uma vez, muitas matérias que me ajudaram a mudar minhas perspectiva  – estudei a mídia, ética, comportamento e direitos humanos.

Morei fora por um ano, aprendi a gostar de ficar sozinha, meditar, me conhecer. Tive que aprender a desapegar. Voltei pro Brasil, comecei a trabalhar na ONG Teto, onde conheci a miséria e injustiça social que sempre ouvimos falar, mas que sempre é romantizada. Percebi, também, que a felicidade não depende de posses, mas de um estado interno. Trabalhei intensamente em comunidades. Percebi o quão privilegiada eu sempre fui. Mais motivos para canalizar qualquer força minha em prol de minha meta inicial – salvar o mundo.

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As melhores lembranças de Alto Paraíso de Goiás não foram registradas em fotos. Essa viagem de 4 dias foi um ritual de passagem.

Em 2012, tendo passado o ano novo em Alto Paraíso de Goiás, me formei e decidi sair da capital paulista. Em 2013 vim pra Santos. Aqui também é uma cidade grande, mas nada comparada com São Paulo. Segui trabalhando no âmbito social, dei aula de web em uma ONG, fiz projetos de marketing social. Entendi que todo mundo que aparece em nossas vidas tem uma mensagem especial para nós: aprendi com cada aluno, cada colega e professor.

Meu propósito

A natureza, o mar, a ciclovia e as pessoas tornaram possível uma conexão mais profunda com meu verdadeiro Eu e meu propósito de vida: viver em paz, colaborando com a qualidade de vida das pessoas que me rodeiam.

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Em paz, poser

Assumindo controle total da minha vida e saindo da cadeira de vítima que eu sentava confortavelmente, desconstruindo meus medos e diagnosticada “bipolar”, resolvi ir, finalmente, em busca da paz inteiror. Em 2014, me entreguei às práticas diárias de meditação e busquei manter, cada vez mais consciente, minha vibração elevada – buscando, em mim, mais razões para sentir gratidão, amor, compaixão, alegria, entusiasmo. Em contrapartida, nas eleições daquele ano, usei muita energia para ficar por dentro do que se referia a política – via nesse caminho uma forma sincera de alcançar meus objetivos sociais.

Estar em ambientes de debate me fez expandir muito minha consciência, minha empatia, mas também a entrar em contato com os padrões negativos que eu mais precisava trabalhar, com minhas sombras. Ao mesmo tempo, minha bússola interna dizia que não era o caminho, porque entrar em contato com tanta dor só me fazia sentir pior e eu não tinha braço para efetivar uma mudança real. Preferi abrir mão e deixar a bola na mão de pessoas realmente competentes nisso.

Minhas candidatas de 2014. Orgulho de quem é honesto e quer mudança.

Minhas candidatas de 2014. Orgulho de quem é honesto e quer mudança.

Mas disso tudo, o que fez a diferença pra mim, foi estar consciente de que “o outro” não era o problema – se algo me feria, era eu quem estava me deixando ferir, o outro era apenas meu espelho. Também percebi que, em debates, o melhor é ter proposta, argumentos e, principalmente, respeito pela democracia. Todos têm os mesmos direitos de se expressarem com amor e serem ouvidos com compaixão.

O debate é importante, mas muitos lugares onde eu via polêmicas, era disputa de ego e poder. Eram sempre duas ou mais partes do Todo tentando provar, em textos cheios de argumentos e desqualificação alheia, porque o outro estava errado.

Os discursos mais lindos sempre foram de empoderamento do povo. Isso me faz arrepiar até hoje.

Não acho que política é contra meus princípios, ao contrário! Se houver uma manifestação a favor da paz, eu vou. Pela democracia, eu vou. Só estou dizendo que brigar e lutar contra algo (sistema) não é mais pra mim. Sei que há pessoas fazendo isso como missão de vida e elas têm um papel extremamente importante. Honro, respeito, agradeço e voto.

Mas meu caminho foi para outro lado.

A energia que gastava era muito grande, e sem muito impacto. Fui até o final no 50, mas, pós-eleições, decidi abandonar de vez a militância e seguir o caminho mais espiritual.

Meu lado zen – a busca

Toda a energia que colocava na militância política e na tentativa de conscientizar os outros das mazelas do mundo, resolvi usar pra ajudar a comunidade no nível pessoal. Começando por mim mesma: mais profunda e consistentemente mergulhei no meu Ser.

12377735_1568781553413790_4232453473669321428_oFuncionou pra mim. Após me sentir curada, me dei alta dos meus remédios para bipolaridade (não recomendo, fui irresponsável) e deixei o anticoncepcional. Aprendi a cozinhar e decidi ter uma alimentação vegetariana restrita. Hoje vibro numa frequência quase sempre bem positiva e, com isso, posso influenciar mais positivamente o mundo ao meu redor, incluindo o âmbito político. Sei que, se a maioria do povo vibrar no amor, e não no medo, o país mudará.

Aos poucos, comecei a dar conselhos com mais sabedoria para meus amigos e compreendi que eu poderia, com a ferramenta certa, ajudar na cura das feridas de pessoas próximas a mim, além de me curar de outras feridas e evoluir.

Somos curadores, curamos com luz

Não sabia como fazer isso, mas em 2015 tive dois fortes sinais e sincronicidades que me levaram a buscar auto-cura a partir de manipulação da energia, com a terapia holística. Foi aí que encontrei o Thetahealing.

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Eu e meu marido, meu companheiro de jornada, estudando uma passagem do TAO. Imagem da time-lapse.

Sempre quis “salvar o mundo”, e sempre ouvia a mesma coisa: “não dá, não pode, é pretensão demais“.

Sei que tudo tem seu tempo, tudo faz parte de um processo. Respeito isso. Nem todo mundo quer ser curado, ou nem todo mundo precisa de cura.

Mas, sim, posso abraçar o mundo com minha luz. Posso enviar amor incondicional a todo o mundo, sim. É tudo uma questão de crença.

Uma antiga terpeuta holística minha me dizia: “você não pode salvar o mundo, mas você pode acender uma luzinha em você e ajudar os outros acenderem a luzinha dentro delas, e com isso muitas luzes serão acesas ao seu redor.”

Parto do princípio que não podemos mudar o outro, apenas nós mesmos. Tento ser a mudança que quero ver no mundo.

Após acender a minha, resolvi compartilhar o que eu sei sobre estar em equilíbrio e em conexão com o lado espiritual com as pessoas que sentem afinidade comigo e com meu caminho.

Como disse minha amiga Edna: “Você consegue transformar sua tristeza em amor e encontra nas coisas um motivo pra agradecer”. Sim,  sou grata.

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Essa é minha história de como cheguei até aqui, para oferecer um atendimento de terapia holística com muito amor e luz para você e quem precisar. Se gostou, acesse aqui para saber mais.

Ah! E no meio disso tudo, eu ainda escrevo… muito!!! Acesse aqui os posts do Gabitopia.