Razões para não acreditar nos meios de comunicação em massa

Razões para não acreditar nos meios de comunicação em massa

(e preferir usar a internet a outros) Este é um trabalho acadêmico de 7 de maio de 2012 para a aula de Estudos da Semiótica do meu curso de Jornalismo, 2012. Se você quer uma mensagem rápida, pule para a parte “conclusão”. Algumas atualização de hoje 07/06/2015 entrarão no texto como “2015: (…)”  “Lembrando que tudo é uma teoria.” Vídeo complementar: Paranoia Tecnológica from Gabi Pagliuca on Vimeo. Veja a crítica do professor nesse link.   Introdução Uma marca de roupa quer vender sua nova coleção. Cria, então, toda publicidade para que todos desejem as roupas novas. É a nova estação, a cor da moda, a garota-propaganda é a modelo que está na mídia ou outra celebridade qualquer, etc. Passa a estação, a cor tem que mudar, a garota-propaganda não está mais na mídia, a celebridade é esquecida… muda a coleção, muda o desejo do consumidor, ou melhor, muda o que a publicidade quer que o consumidor deseje. Uma marca de celular lança um novo produto. Cria, então, a publicidade desse modelo específico. As operadoras querem vendê-lo, dão descontos e fazem propostas mirabolantes, oferecem seus planos para o cliente conseguir desconto no aparelho da moda. As pessoas compram tanto que esgota. Logo todos têm o mesmo celular, e ele começa a ficar mais barato, mais banal, a tecnologia começa a não ser de última geração. O próximo passo é o lançamento de um novo modelo para o ciclo recomeçar. O desejo do celular não é pela necessidade de um telefone. Se fosse por falar, para mandar mensagem, navegar na internet, usar o GPS e outros aplicativos interessantes, qualquer aparelho valia,...
Meu filho me ensinou a perdoar

Meu filho me ensinou a perdoar

Peço licença para contar uma história triste. Essa não é uma história real, mas sabemos que há milhões de casos como esse no mundo. O objetivo dessa estória é mostrar como utilizar o poder do perdão e da gratidão para viver melhor e trilhar o caminho do desenvolvimento espiritual.   Já havia ouvido falar em mães que perdoaram as pessoas que tiraram as vidas de seus filhos, de propósito ou sem querer. Isso me deixava curiosa, pois embora espiritualizada, não sabia o meu estágio, meu nível de não apego aos sentimentos mundanos e às injustiças cometidas comigo diretamente. Acho que essa minha dúvida me deixou exposta a essa situação, para me testar. Meu filho, Davi, de 13 anos, era muito mais avançado do que eu no quesito espiritualidade. Nascera assim, iluminado. Não se magoava com nada e não se sentia depressivo; para ele tudo tinha um lado bom, sabia perdoar e era grato como ninguém. Foi uma criança prodígio em vários aspectos, inteligente e tranquilo. Como adolescente, eu diria que vivia o presente, o agora. Sua missão sempre foi fazer eu e o pai dele felizes, agradecidos e nos lembrar de sempre seguir o caminho do desenvolvimento espiritual. Mesmo depois de sua morte. Foi em um sábado à tarde que meu coração se sentiu apertadinho. O dia estava ensolarado, mas era como se estivesse nublado para mim. Algo iria acontecer. Meu sexto sentido materno me dizia para proteger meu filho. Eu ligava em seu celular, não atendia. Ele tinha saído de manhã para ir à praia jogar futebol e andar de bicicleta com seus amigos. Já havia passado a...
Ela

Ela

Havia se passado dois anos desde que sua alma gêmea desencarnara em um trágico acidente entre seu carro e um caminhão. A saudade era o que doía, a vontade de tê-lo por perto, de que ele pudesse ver seu filho crescer, de poder dividir suas vitórias e alguns fracassos temporários com ele. Não podia mais. Mas sabia que era questão de tempo até se reencontrarem em outro plano, ou em outra vida. Ela seguia sua vida aqui na Terra, mas não era tão alegre como antes. Não tinha o mesmo brilho no olhar. Às vezes passava horas chorando. Não era totalmente infeliz, mas sentia saudade. Lutava por sua felicidade. Tentava trabalhar, cuidar da criança de apenas 3 anos. Seguia firme, embora aquele caminhão tivesse levado uma parte de sua paz. Resolveu, porém, numa tarde em seu escritório, aceitar o convite de uma amiga para seu aniversário. Seria uma festa em uma casa noturna, lugar que ela não ia desde que se tornara mãe. Pouco antes, ainda grávida, foi comemorar os trinta e dois anos do marido. Ligou para sua mãe, pediu que ficasse com seu filho naquela noite. A mãe se animou, nem acreditava no que acabara de ouvir. Aceitou na mesma hora, pediu apenas que esperasse por confirmação. Naquela noite foi quando se conheceram. O novo ele era divorciado. Ela sabia que podia que namorar e que estar com alguém não seria pecado, não haveria traição. Ele queria que ela fosse feliz. Ela queria ser feliz. O novo ele era interessante e logo teve vontade de conhecê-lo melhor, apenas aquela vozinha dizia que não deveria fazer isso. Besteira,...
Gratidão

Gratidão

(atualização 17 de julho de 2015: ôba! mais uma etapa superada! pouco tempo depois de escrever esse texto, larguei os remédios!) Em 15 de novembro de 2013 tatuei a palavra “gracias” no meu pulso esquerdo, bem no meu campo de visão. Como sou canhota, utilizo muito meu braço esquerdo e quase o tempo todo estou olhando para ele.  Há muitos anos, eu queria tatuar a palavra “grazie”, obrigada em italiano, em homenagem aos Pagliucas. Sempre senti vontade de agradecer ao Universo por ser uma moça verdadeiramente abençoada, não só por ter crescido com privilégios graças ao esforço e garra fora do comum dos meus pais, mas por ter nascido em uma família unida, superando as dificuldades e tristezas com muito amor, por ter amigos, por ter saúde, por ter escolhido aprender ao invés de ficar estagnada, enfim… por muitos motivos. Decidi mudar o idioma depois de morar na Espanha, em 2010. Nunca fui pra Itália e não falo italiano. ‘Gracias’ me parece mais significativo. E eu acabei fazendo uma homenagem ao meu tempo de Madri, às minhas amigas amadas e às experiências incríveis que tive lá. Gracias, España! Te echo de menos! A tatuagem não está nesse local a toa. Não é algo que quero mostrar para os outros, que apenas ilustra parte da minha personalidade. Quis fazê-la ali para me lembrar, constantemente, como tenho que agradecer. Minha mãe sempre me perguntava, nas minhas crises de depressão: “o que te falta?” E eu respondia: “Nada! É só um vazio que sinto e me vem essa tristeza homérica”. Mesmo assim, sempre fui grata, nunca deixei de demonstrar isso para quem eu amo....
O que já tenho até aqui

O que já tenho até aqui

Quando criei a categoria Avanços Espirituais, a intenção foi fazer o que estou fazendo agora. No entanto, não tinha uma linha de raciocínio na qual seguir, não estava partindo de um ponto para outro. As coisas estavam embaralhadas na minha cabeça. Eu, apenas, documentava minhas opiniões, sobre temas que poderiam se encaixar de alguma maneira nessa categoria. Listo, aqui, alguns dos textos mais recentes e, talvez, mais interessantes que têm ligação direta com esta nova etapa da minha vida. (Alguns posts podem estar desconfigurados, porque estou configurando aos poucos, dos mais novos para os mais antigos!) O Poder da Mente Humana, de 19 de junho de 2014, é o último texto do blog que fiz antes de começar a categoria Novos Caminhos. Nesse texto, contei uma experiência que tive com “a lei da atração”, em 2012 – quando eu ainda não tinha percebido a importância de tomar cuidado com nossas intenções, pensamentos e atitudes. Absorvemos diversas informações durante nossa vida, mas somente conexões entre elas nos fazem entender alguma coisa importante. No meu caso, recentemente entendi como a lei da atração funciona e, assim como a gravidade ou a eletricidade, você pode ignorar como ela atua e deixar seus sentimentos descontrolados mandarem em você, mas ela existe e quanto mais rápido você souber controlá-la, mais rápido poderá utilizá-la ao seu favor. Vou falar sobre isso em algum post. Não é magia, não é autoajuda, não é loucura. É apenas usar as energias a nosso favor. O Povo, do dia 21 de fevereiro de 2014, é uma crítica às pessoas que não querem evoluir, ou não conseguem. Além disso, faço uma distinção entre as pessoas. Existem os...
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