Sou maduro?

Sou maduro?

Para você que acha que é grande ou que sabe que não é, mas gostaria de ser, esse texto é para você. Às vezes pensamos  que estamos completos e que somos maduros para nossa idade, mas na verdade, o que é ter 18, 19 ou 20 anos? Se cada um, com essa idade, está em uma fase diferente, como definir o que é ser um jovem adulto? Que tipo de responsabilidade nos cabe? Nascemos na era digital e tudo o que precisamos é que alguém faça algum upload das informações necessárias. Por isso nossa geração pensa que sabe demais.. Enquanto as gerações passadas têm uma boa bagagem de assuntos específicos, nós temos conhecimento superficial de uma grande quantidade assuntos. Mas e no fim, o que é maturidade? Maturidade está vinculada a conhecimento? Não, acho que não. Tem mais a ver com sabedoria, uma sabedoria interna. Por exemplo, quando a vida nos dá um dilema, a maturidade se mostra dependendo da forma que nós o encaramos, e muitas vezes de nada adianta saber tudo sobre uma banda, tecnologia, culinária ou sapatos. Outro exemplo de maturidade encontrar um meio termo para qualquer coisa, se necessário. A pessoa começa a amadurecer quando começa a ceder. E a mais óbvia, mas menos percebida é a questão dos assuntos da pessoa. Tem gente que, depois de anos continua falando sobre os mesmos assuntos chatos de sempre. Espelhar-se um pouco mais nas pessoas mais velhas pode ser muito útil, elas podem não saber para que serve o twitter, mas sabem melhor que nós como viver. E ainda que não pareça o caminho certo, essas pessoas só...
Como tomar decisões certas?

Como tomar decisões certas?

Quando comecei a “frequentar” redes sociais que davam a opção de colocar no perfil “tenho um lado espiritual independente de religiões” (Orkut) foi mais ou menos a mesma época que eu abandonei meu rótulo de católica. Não tentei outra. Não fui em busca de centros espíritas, igrejas evangélicas nem procurei o Candomblé. Simplesmente comecei a adotar o “lado espiritual independente de religião”. E esse lado me fez questionar o que é certo e o que é errado, de acordo com as leis do homem e de Deus (eu acredito em Deus, você pode acreditar no que quiser e ainda se identificar com esse post, porque eu não falo de religião como instituição). Não que religião seja ruim. Não é. E esse post não é para te convencer do contrário. Apenas não é uma escolha minha, mas respeito totalmente se é uma escolha sua. Eu gosto de me sentir livre para acreditar em tudo o que eu quiser. Não gosto da ideia de alguém me dizendo para não acreditar em algo que acredito, que faz sentido e tenha lógica pra mim, só porque alguém disse que não. Liberdade. Eu adoro liberdade. E como eu gosto de liberdade, comecei a pensar nela, de um tempo pra cá. Liberdade é fazer tudo o que queremos, sem pensar em mais nada? Será? Como tomar decisões certas? Gosto tanto de liberdade que já bati boca com um francês porque ele disse coisas super preconceituosas sobre homossexualidade e mencionou que um colega “negro, assim, como eu”, que era vegetariano e budista “onde já se viu… negro e budista?”, disse ele que era a mesma coisa de um japonês...
Corpo

Corpo

07 de setembro de 2010 Às vezes nosso lugar preferido é nosso quarto ou o colo da mãe…  Particularmente esses dois são meus preferidos. O que acontece, no entanto, quando não temos nenhum dos dois no momento em que nós precisamos de um lugar quando a raiva, a solidão, a dor ou o medo chegam?  O que fazer? Cheguei a conclusão que fazer do nosso corpo o melhor do lugar do mundo pra se viver é a melhor solução de todas. Nosso próprio corpo, óbvio demais? Pra muita gente não, porque tem gente que só consegue enxergar de fora pra dentro e não de dentro pra fora. Assim era comigo. Nosso corpo é o lugar onde estaremos mais confortáveis e seguros enquanto estivermos vivos. E é a melhor maneira de se viver em paz. Precisamos fazer do nosso próprio corpo nosso alívio. A gente não se separa do nosso corpo em vida. Ele está aí com você, o tempo todo. Às vezes até me pergunto como consigo me aguentar por tanto tempo sem me largar. Sou meu lugar preferido de mim mesma. Eu e meu corpo somos um parte do outro. Você e seu corpo também. É a única coisa que é só nosso e ninguém pode nos tirar. Daí, quando finalmente você fizer do seu corpo o melhor lugar do mundo, qualquer praça, estação de trem, jardim, prédio, café, qualquer bairro, cidade, estado ou país podem vir a ser seu lugar preferido do mundo, porque na verdade, não vai ser o lugar. Falando em corpo. Cuide bem dele. Percebi que o corpo é apenas um empréstimo, o que...
Saudade

Saudade

Saudade… Eu quase morro de saudade todos os dias! Tenho saudades das pessoas, de todo mundo que passou pela minha vida. Até quem acha que mal é lembrado. Sempre tenho saudade, mas agora mais, porque estou longe de quase todo mundo que é importante pra mim.Mas antes eu costumava ter saudade de antigamente e ficava triste, muito triste, porque o antigamente acabou. Eu ficava com tanta saudade que meu corpo não aguentava e entornava a água da dor da alma, que é a lágrima. Eu pensava tanto no passado, que eu deixava de pensar no futuro, às vezes. Pensava tanto, lembrava… Via fotos, colecionava cartas que recebi e as que escrevi e não mandei… E as lia periodicamente. Manter o passado por perto, era questão de alimentar alma. Eu queria por que queria manter contato com as pessoas… Mas as pessoas mudam, eu mudo, todo mundo muda. A saudade era tão má que eu pegava raiva de quem marcou minha vida e mudou, inclusive tinha raiva de mim mesma, porque mudar estragava minhas saudades. Não sei se eu preferia que estragassem, de qualquer maneira, porque assim eu não teria que me preocupar em ter saudades dessas pessoas. Mas mesmo assim eu tinha. E a saudade doía, agora em dobro. Mas de repente, quando eu me dei conta, eu fui parando com isso. Primeiro me mantive longe, me afastei, disse pra minha melhor amiga: “eu também estou com saudade, mas eu não posso viver aqui com o pensamento aí o tempo todo, porque se não eu não vou viver nem aqui, nem aí”. A mudança começou, aos poucos. Mudei, finalmente....
Solidão vs. Companhia. Nossa batalha pelo equilíbrio.

Solidão vs. Companhia. Nossa batalha pelo equilíbrio.

É impressionante como as coisas mudam totalmente quando se tem amigos por perto. Não só perto fisicamente, mas quando sabemos que eles estão lá, simplesmente. O engraçado de estar longe de todos os amigos é perceber o quão fraco nós somos. Perceber isso é bom e ruim ao mesmo tempo. Bom porque nos damos conta de que não podemos ser felizes sozinhos. Mesmo que tentemos, ou ainda, que precisemos, não podemos e não devemos. Quando descobrimos isso, acabamos lutando pra ser alguém melhor para poder agradar os outros.  Na tentativa de fazer para as outras pessoas evoluímos e melhoramos como seres humanos, para nós mesmos. Convivendo sempre com pessoas percebemos alguns defeitos que ainda podem ser corrigidos. Nos faz enxergar melhor onde estamos errando. Desse modo, não ficamos na inércia quando se trata de evolução também espiritual. Só que ao mesmo tempo que é ótimo ter pessoas sempre por perto, é péssimo depender dos outros porque, definitivamente, temos que aprender a viver sozinhos. Temos, sim, que aprender nos amar e ser auto-suficientes porque nem sempre teremos os amigos por perto. Não podemos nos doar por inteiros se não estivermos felizes com nós mesmos. Temos que nos amar primeiro para poder dar amor para os outros. Quando me perguntam se eu coloco os outros em primeiro lugar, pra depois pensar em mim, respondo que não, sem titubear. Isso me faz primeiro egoísta?  Talvez, mas nunca deixo de explicar meu raciocínio: se eu, como mãe (exemplo) não cuidar da minha saúde e ficar sempre doente, como vou poder cuidar do meu filho do jeito que é esperado? Então, eu cuido de mim para...
Quem nunca gostou de nada babaca, que atire a primeira pedra.

Quem nunca gostou de nada babaca, que atire a primeira pedra.

2016: Estava um pouco reativa, mas a mensagem foi: pratique o não julgamento! As críticas abaixo são válidas, mas usaria palavras menos agressivas e mais amorosas, respeitando essas pessoas que também merecem nossa compaixão. 2010: Cara, as pessoas têm mania de criticar tudo, né?! Criticam os políticos, os jogadores de futebol e o técnico, criticam o ensino e os hospitais públicos, os particulares também. Hoje eu recebi essa imagem por MSN: Parabéns pra quem fez isso, MUITO criativo chamar o ‘ator em alta’ de viado, realmente, ninguém nunca pensou nisso e vai ficar pra posteridade, como obra de arte, esse seu banner! Ah, e obrigada por me convencer a não ir ao cinema só porque ele é viado. Claro que tudo isso que eu falei foi irônico. Logo me veio na cabeça algo assim: Bom, eu não tive nenhuma intensão de ser criativa. (eu tive que mudar uma palavra porque ela não estava adequada). Bom, foi algo bem rápido que eu fiz, meio no improviso, só pra demonstrar minha indignação. Não, cara, eu não sou fã do Crepusculo, eu nem ao menos gosto de vampiros pelo simples fato de eu não gostar de monstro e vampiro pra mim é monstro. (Pra mim, quem gosta de ver sangue, pessoas morrendo e vivos mortos são pessoas que precisam de tratamento, traumatizadas com algo, sei lá, mas, estou aqui pra denfender um ponto) No entanto, as pessoas vêem essas imagens (essa 1a imagem) como uma coisa “super legal  YEY”, e ficam divulgando algo tipo isso. PARA, CARA, VOCÊ TEM QUE ARRUMAR OUTRA OCUPAÇÃO!!! 10 motivos que eu acho que esses caras são...
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