Maturidade sexual avançada

                Sempre fui do estilo carente, gostava de ter alguém me fazendo carinho – desde minha mãe até professora – e com a maturidade, descobri algo muito mais gostoso do que um simples, mas gostoso cafuné: sexo casual. Não só pelo ato sexual em si, mas por não ter que se envolver se um dos dois não quiser, pelo prazer de se sentir desejada e o mais legal que é não precisar ter um compromisso.                 É claro que se você está procurando um relacionamento sério, a maioria das coisas que eu vou dizer aqui pode parecer estúpida ou funcionar ao contrário do que deveria, mas mesmo assim, algumas dicas podem lhe ser úteis.                 A primeira coisa que uma mulher que atinge esse grau de maturidade deve fazer é ter em mente o tipo de homem que deseja, pode até ser mais de um tipo, mas ao ter isso definido, o resto flui e estaremos prontas para agir.                 De preferência esse tipo de mulher teria que ser mais discreta em momentos sociais, porém, em momentos íntimos se transformar em uma verdadeira deusa do amor, assim o homem se sente especial. O que é extremamente essencial que a mulher seja uma ótima amante, saiba tudo sobre sexo, deixe os homens se ajoelhando implorando mais. Todavia, experiência só vem com a prática, por isso, mão na massa, garota!                 Se você conhece muitos homens interessantes, mas não sabe como...

Uma geladeira

              Ele abriu a boca para falar alguma coisa, mas não deixei, ele fala muito sobre sentimentos, e eu não gosto de falar disso quando estou sem calças, se quisesse falar depois, eu falaria, mas naquele momento era até inconveniente. Já havia ensaiado esse discurso centenas de vezes, pra falar com pelo menos cinco pessoas diferentes e com ele consegui dizer, e muito bem.               Éramos amigos desde a época da escola, tínhamos muito respeito um pelo outro e não creio que perdemos ele em momento algum.               Não consigo entender por que os homens sempre acham que são eles que vão magoar as mulheres, como se nós não pudessem usá-los como eles nos usam.               Entretanto, comigo não existe isso de usar, pois tudo é feito com muito sentimento: a paixão efêmera que nasce na cama e morre no chuveiro quando a camisinha é jogada no lixo.               Enquanto tudo isso passava pela minha cabeça, eu ouvi uma explosão de prazer que me vez lembrar que eu estava com ele em cima de mim, o que me fez pensar mais ainda em como eu estava ficando fria e insensível. “Precisamos fazer isso mais vezes” ele disse colocando a calça....

Várias Grandes Surpresas

Atualização 2016: nessa crônica, a personagem faz tudo porque quer, tudo consentido. Meu sábado tinha sido o tempo inteiro ouvindo as velhas falarem da vida dos outros, de como as “crianças” – eu e meus primos – estavam crescidos etc. e tal. Quando aquilo tudo me deu nos nervos, saí de casa. Peguei o carro do meu primo e fui, sem falar pra minha mãe, por que ela não sabe que eu sei dirigir nem, muito menos, que ele me empresta. Estava no começo da noite, o sol começou a sumir, eu cheguei na casa de um dos meus amigos da época da pré escola em dez minutos, ou menos. Eu estava como em todos os outros dias, a única diferença é que eu estava um pouco carente e mais magra três quilos. Como sempre, fui entrando e subindo em seu quarto, lugar onde fazíamos nossas reuniões desde os 10 anos de idade, mais ou menos, quando passamos a realmente fazer reuniõezinhas. Ao entrar cumprimentei todos do quarto: cinco, ao total. Três deles, os amigos de sempre. Um deles conhecia há pouco tempo e o outro era novo, nunca tinha visto. O quarto cheirava aquele cigarro Djarum Black, nem sei onde eles arrumam tanto dinheiro para comprar um maço desses. Todos estavam embriagados, menos o novato, e o que mais me impressionou, nisso tudo, é que o único que me chamou atenção foi ele, pois me beijou a boca e passou a mão nos meus peitos ao me cumprimentar. Babaca! Quando vamos ter respeito de nossos amigos? Na verdade, me chamou atenção por 0,5 segundo, por que logo depois...
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