Perfeita, eu? Não

Eu queria ser perfeita. Perfeita para que toda sua atenção se voltasse para mim. Não sei se essa é a coisa certa a desejar. Sabe, eu queria ser perfeita pra você poder me beijar do mesmo jeito que me beija agora, mas com mais carinho do que tesão. Queria que quando saíssemos você insistisse pra eu não ir embora, e que passasse mais tempo me beijando. Você não me beija muito. E eu gosto do seu beijo. Queria ser perfeita só pra você querer sair comigo sem precisar insistir e depois acabar me sentindo usada. Aliás, nunca quis ser perfeita por causa disso, sempre achei que sendo perfeita as pessoas iriam se aproximar de mim por causa dessa perfeição. Não acho que eu posso ser perfeita e só não sou por que não quero, não é isso não. O negócio é que eu não só tento não ser perfeita como me distancio de todas as possibilidades. Até no que eu posso ser boa eu faço questão de não ser. Mas com você é diferente. Se com todos os outros eu não queria ser perfeita para não ser usada, com você eu só não iria ser usada se eu fosse perfeita. Mas ah… Agora é tarde demais. É tarde demais pra tentar ser perfeita agora! Então, enquanto você não encontrar uma menina perfeita, não vou ter o que eu quero, ou vou ter pela metade, e quando encontrar… Não vou ter nada, mesmo. Eu vou continuar sendo a menina que de vez em quando passa pela sua vida. Se eu fosse perfeita. Eu poderia ter alguma chance. Mas não sei...
O psicodélico, a arte e a razão.

O psicodélico, a arte e a razão.

Há três coisas que não podemos deixar de lado nessa vida: o psicodélico, a arte e a razão. Quando falo de psicodélico me refiro a todas as sensações diferentes e não necessariamente relaciono a drogas, veja bem. Sobre a arte eu digo tudo relacionado às sensações que ela transmite. Minha preferida é a arte visual e a música. E da razão é a razão por ela mesmo. Penso na alegria de estar em estado psicodélico. Nossa mente pede isso. Nossos sentidos também. Não se pode acreditar em tudo o que vê, mas de vez em quando precisamos acreditar mais em coisas que não vemos. A nossa mente consegue produzir efeitos magníficos se a gente deixar, se não impormos obstáculos.   Cada um se sente de uma forma em relação a isso. Tem gente que prefere as drogas, que confundem o cérebro e nos faz sentir como se estivéssemos sonhando, cada substância age de uma maneira em nosso corpo. Eu prefiro outras maneiras, mas isso é muito pessoal e cada um tem um motivo. Eu, particularmente, não gosto das drogas por vários motivos que não cabem aqui.   Outras pessoas gostam do orgasmo e pode ser a sensação mais louca que experimentamos por ser um momento de relaxamento, queda da pressão arterial e também a redução, temporária, das atividades da parte do cérebro responsável pela razão. O lado negativo é que tem várias pessoas que não conseguem alcançá-lo frequentemente nem com companhia, nem sozinho.   Há outras maneiras de alterar o estado de consciência, como a meditação e a yoga, se forem feitas pra valer. Deve existir alguma outra forma de...

Qual o limite?

Os jovens estão perdendo o controle. Por acharem que sabem muito, por pensarem que estão à frente de seu tempo, esquecem que precisam ter educação e respeito com os mais velhos. Em todo lugar que olharmos existe esse tipo de comportamento. Talvez o poder precoce tenha subido as cabeças dessas pessoas que se sentem superior de várias maneiras. Essa violência toda acaba sendo a forma de as pessoas canalizarem fraquezas, medo e angustias. É triste pensar em violência nas escolas porque é um lugar para continuar a educação que é dada em casa. Os professores deviam ser referência para alunos e não inimigos. Por outro lado, os jovens estão com cada vez mais independência, mas ela não é controlada. Algumas escolas particulares têm acompanhamento psicológico para alunos e deveria ter em todas, particulares ou públicas. Se os alunos, quando crianças e adolescentes não conseguem saber os limites e não deixam que cheguem a extremos, quando forem adultos e pais, não vão saber dizer até onde os filhos podem...

Finalmente, uma boa novidade!

Eu preciso focar. Como será que posso fazer isso funcionar? Bom, esquece tudo o que você sabe sobre mim. Não estou falando pra esquecer de mim, é claro, apenas esqueça os velhos conceitos. Apague tudo o que eu disse que acredito. Vou dar um delete e tudo o que vier, a partir de agora, é o que conta. Estou falando de tudo: sonhos, affaires, gosto por comida, opinião sobre política e sobre minha saúde e corpo. Não que eu queira mudar tudo, não. Pelo ao contrário. Tudo o que eu for escolher, a partir de agora vai ser o que eu realmente penso. Quero começar com pequenas coisas: a próxima pessoa por quem vou me apaixonar tem que ser alguém novo, minha maneira de ser vegetariana também. Estudar terá um novo significado pra mim. Novidade será meu sobrenome. Não quero mais pensar: “mas antes as coisas eram diferentes (reticências)” porque eram mesmo diferentes e pra sempre vai ser assim: o antes era diferente, mesmo que não mude tão radicalmente. As coisas sempre mudam então sempre vão ser novas. Então, é a partir de agora que vale, ok? Bom. Como é a partir de agora que tá valendo, pode começar fuçando no meu blog novo, com textos antigos, mas lembre-se que só vai valer a partir de agora… E querem saber de mais uma coisa? Lá vai a bomba: ainda não decidi como será essa lista que será definitiva até eu mudar de...

Um pouco de filosofia, afinal.

Há muito tempo que venho pensando em fazer alguma coisa que me fizesse bem. Pensei em como mudar o mundo, e comecei a ler um livro que chama “como mudar o mundo”, é um livro muito bom que trata de “empreendedores sociais”, são pessoas que têm uma empresa ou um negócio que, vou dizer resumidamente para deixar claro, é caridade e sem fins lucrativos. Não é negócio para mim, não para alguém como eu, com essa mentalidade como a minha. Hoje eu assisti uma minissérie baseada no livro “O Mundo de Sofia” de Jostein Gaarder. Eu já tinha ouvido falar e pra ser sincera, já tive que ler alguns capítulos para a escola e eu não o fiz. Quando eu vi o DVD na prateleira não consegui negar a mim mesma essa experiência. Parece que o DVD estava exclamando por mim! “Ser ou não ser, eis a questão.” Sabe… “Penso, logo existo”, coisas assim. Falando assim, até parece que eu sou facilmente influenciada por tudo o que eu escuto, e eu entendo quem pensa assim: sou vegetariana, gosto dos filmes infantis que o Disney Channel lança e agora a busca pelo conhecimento de repente nascer por causa de um filme. É que tudo tem uma explicação, inclusive gostar dos filmes da Disney. Tudo é tendência, pelo menos pra mim. Minha professora preferida no colegial? Professora Gabriela, de filosofia! Vegetariana? Sempre houve uma tendência. Camp Rock e Hannah Montana? Ah, isso é outro post, vinte e quatro horas no canal 88 da Sky. Então, eu decidi que ainda quero fazer alguma coisa pra mudar o mundo, e vou fazer mesmo,...

Ceticismo?

Duas coisas: (1) crer ou não crer no destino e; não importa por qual optar, (2) saber o que fazer com ele. Às vezes fazemos coisas pensando um objetivo, mas quando menos se espera, uma nova situação nos surpreende, talvez até seja mais difícil saber se confiamos ou não apenas no destino. Acreditar no destino, por mais que pareça para muitas pessoas a forma mais fácil de viver, pelo simples motivo de “o que tem que acontecer, vai acontecer”, mas a realidade não é bem assim. Todas as coisas que conquistamos não vêm fácil e não tem que deixar nas mãos do destino, apenas. Se você quer muito encontrar um emprego legal e não procura, não estuda, não aprende e não batalha, quais as chances, mesmo se estiver em seu destino, de encontrar esse tal emprego? Uma das diretrizes que podemos seguir se não confiarmos em destino é lutar sempre pelo o que quer, o que cabe para todas nossas ações na vida, é claro, mas com uma diferença: não confiar no destino nos faz muito mais fortes e perseverantes, já que tudo está em nossas mãos. Se você trabalhou duro para conseguir um emprego bacana, enviou seu currículo para as melhores empresas de sua área e realmente não era seu destino ser isso, você realmente não vai conseguir, sinto muito. Isso sim é destino. O que eu quero dizer não é, de maneira nenhuma, que eu não acredito em destino, porque eu acredito, e isso é o pior! Eu acredito tanto que, sempre que eu perco alguma oportunidade, deixo “nas mãos do destino” até por não ter absolutamente...
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