Ah, não

Por que as coisas têm que ser do jeito que são? Complicadas, eu quero dizer. Por que não é assim, eu escolho com quem quero ficar e a pessoa fala “É claro! Vamos nos beijar.” É claro que não pode ser assim, imagina a confusão que iria ser, sabe, eu quero te beijar, você quer beijar a Carol, a Carol quer beijar o Renato, que quer beijar a Ana, que só quer beijar o Felipe e ele quer beijar a Angelina Jolie, todos iam ter que beijar duas pessoas, menos eu e a Jolie, por que ela não ia TER que beijar outro por que ela tem o Brad e por que ela é a Jolie. E eu por que ninguém quer me beijar na lista. E é pior quando a pessoa tá carente, por que a pessoa carente quer beijar qualquer um, e as pessoas são más com as pessoas carentes. Mas pensando naquele projeto de todo mundo ficar com quem quiser, a Jolie fica com o Brad, mas ele ia ter que querer ficar com outra pessoa, sabe para a história ficar legal, e quem sobrou “heterossexualmente” falando?...
É o que eu quero

É o que eu quero

Ai, ai, ai, estou tão saudosa ultimamente. Sabe do que eu sinto falta? Do frisson que sentia há alguns anos. No colégio, por exemplo, eu me apaixonava muito fácil! Era como se eu nunca estivesse livre desse tipo de calafrios e sentimentos fofos. Eu devo admitir, eu realmente sofria com todas as rejeições que eu sofria, mas não era tão ruim assim. Estou com vontade de me apaixonar, o que não acontece de verdade desde meu ultimo namorado. Estou confusa, não consigo entender o que acontece com meus sentimentos, mas uma coisa eu sei: pior do que sofrer de amor e/ou dor de cotovelo, é sentir esse vazio que eu estou sentindo. Deus, por favor, me traga um cara legal para eu me...

Qual a sua opinião?

Drogas é um assunto polêmico, não é? Normalmente em aulas de química os alunos e os professores encontram uma maneira de tocar no assunto. Isso acontecia no meu colegial inteiro e agora no curso pré-vestibular. É engraçado e até um pouco hipócrita, a forma em que o assunto é tratado entre essas pessoas. Se for com um de seus – talvez futuros – filhos, não pode, não. Se for pra discutir o tráfico, todos contra. Acabar com esse mundo marginalizado que mata tanta gente inocente, como nossos colegas de cursinho, de faculdade ou estágio, todas as pessoas de classe média/alta, muito a favor. Em 2006, quando o PCC aterrorizou a cidade de São Paulo inteira e outras partes do estado, ouvi da boca de uma amiga – classe média, por isso colocaremos como instruída – que fuma (ou fumava) maconha: vamos fazer uma corrente de energia positiva! Corrente? Do que você está falando? Qual tipo de energia você quer? Fiquei me perguntando isso por muitas horas e comecei a refletir. Existe gente má que fuma maconha, existe gente idiota e gente boa também, mas ser uma pessoa boa tira a culpa dela, a culpa de estar financiando o tráfico. O problema não é fumar ou não. O problema é o porque fumar e da onde tirar essa droga. Tem gente rica que não sabe que sustenta o tráfico, não sabem por que só vê gente pobre morrer – por não pagar e “ah, só nos fins de semana quando tem festa” mas se não fumassem, o mercado diminuiria, talvez, afinal de contas, os mais pobres não tem dinheiro –...

Mercado Incerto

“Quatro piratas ou um original?”, aposto que todos já pensaram nisso. Vamos aos fatos: hoje em dia o mercado de CD e DVD originais vêm diminuindo, pois a facilidade que a rede de internet nos dá é praticamente infinita. Procure qualquer coisa no Google, me disseram uma vez, se ele não encontrar é por que não existe. E com músicas, filmes e seriados não seria diferente. É claro que informação é uma coisa e conteúdos completos são duas coisas diferentes, mas como disponibilizá-los na rede tem o mesmo principio básico e privacidade. No Brasil, onde é feito 5% dos downloads fora da lei do mundo, 20 cidadãos foram os primeiros a ser processados, em 2006, por baixar conteúdo sem pagar pelos direitos autorais. Até esse ano, milhões a mais. Vira-e-mexe eu fico me perguntando por que eu pagaria R$2,50 por uma música se posso baixá-la de graça? Por que compraria um CD com 15 faixas se só vou escutar duas ou três? Mas também penso no fato de estar cometendo uma injustiça, não pagando pelos direitos. Mas penso também que se, eu ouvir uma música, duas, três de um mesmo cantor e gostar, vou querer ir aos shows, vou chamar meus amigos para irem comigo, vou comprar produtos dele, e de repente até o CD original, pois nada supera a beleza de um CD original e seu encarte. Dor de cabeça com a diminuição de vendas dos originais, a teórica desvalorização dos artistas, o aumento de artistas alternativos e/ou independentes, o que não é bom para a gravadora e nem para os artistas. Tudo isso é ruim, sim. Entretanto,...

Mania de rico?

Na criação dos filhos vale tudo para tentar acertar, mas não são todos os pais que sabem o que fazer e acabam exagerando ou na liberdade ou na rigidez. Como se não conhecessem seus filhos, sem lhes dar a atenção e muitas vezes com outras prioridades, não percebem o que eles estão fazendo, e acabam deixando os jovens fazerem o que querem. Vemos, sim, pessoas de todas as classes praticando crimes, mas alguns jovens de classe média alta cometem algumas barbáries simplesmente por não terem mais nada para fazer, e isso é, de certa forma, o mais revoltante. Já diz o ditado:“cabeça vazia é a casa do diabo”, e comprovamos isso quando lembramos, não faz muito tempo, de um grupo de jovem entre 19 e 21 anos, assaltaram e espancaram uma empregada doméstica. Eles disseram tê-la confundido com uma prostituta. Será que se ela fosse mesmo garota de programa eles estariam sendo justos machucando-a? Não. Ela era uma pessoa indefesa, parada no ponto de ônibus. Era ela sozinha contra alguns covardes, sem medo da punição – inexistente – do Brasil. Não existem só os pais ruins, existem os que estão presentes, sempre em contato com filhos, realmente se importam e dão bons exemplos, então o jovem acaba se intimidando em fazer “coisas erradas”, para não decepcioná-los, não magoá-los. Por existir um laço entre eles e, é claro, muita conversa o limite naturalmente se estabelece. Mas nem todos os pais são bons exemplos ou, se são, estão ausentes, e até consideram os adolescentes um de seus problemas. Sempre faltará algo para os filhos, muitas vezes esses jovens fazem coisas erradas...

O café nosso de cada dia

Estar nos nossos planos dormir cedo não se concretiza: sempre há algo que nos mantém acordados, e no dia seguinte, de manhã, seria necessário um estimulante para não cochilarmos em horas impróprias. Segunda de manhã, frio de inverno rigoroso, sua cama quentinha e… o despertador toca e por sermos responsáveis, esforças e praticamente galos cantantes, pulamos da cama para tomar um café-da-manhã reforçado, ao olhar na prateleira, percebe-se que não há pó de café! Sem desespero, todo comércio vende café, a lanchonete da faculdade vende, a padaria do lado de casa também e na sala do chefe tem dos fortes. Depois de galões de café, muito estimulado e animado, vai trabalhar e estudar bastante e vai render. Tudo isso é bom e saudável, mas agora te pergunto: e-se-eu-não-gosto-de-CAFÉ? Coca cola de manhã, diz o senso comum, que não faz bem. Adoraríamos um energético ou um pó de guaraná, mas isso é muito mais caro do que copos de café. Ser uma não-adepta ao café pode se tornar um transtorno na vida das pessoas, ou no mínimo para seu bolso, pergunte na sua padaria ou lanchonete se eles têm, por exemplo, chá mate ou preto? Tem cafeína e nos mantém quentinho se servido quentinho. Essa é a minha proposta de hoje: vamos levantar a bandeira pró chá mate nos lugares que vendem cafezinho, afinal, nem todo mundo gosta de café. Bandeiras: Essa…: Queremos o poder da escolha: Café ou Mate Ou ainda: NÃO a NÃO ter mate no lugar de café Ou, por último, a que eu mais gosto: Diga NÃO ao monopólio do café como estimulante...
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