Resistência

Resistência

Não me considero mais RESISTÊNCIA. Já me considerei resistência política, já não sou mais. Acredito que quem resiste são eles – resistem à mudança, mais direitos, mais liberdade, menos opressão. A primeira vez que pensei sobre isso foi ano passado, quando uma amiga me perguntou se eu, deixando de lutar “na resistência” (ou sair na rua e militar), estaria aceitando a opressão? Não. Hoje eu me considero PERSISTÊNCIA. Persistência de que as ideias novas que estão por aí são, definitivamente, um caminho possível e com paz para toda a humanidade. Direitos iguais, preservação do meio ambiente, autoconhecimento, tecnologia e acessibilidade de recursos para todos. Ideias novas, rejeitadas por quem ainda ganha oprimindo alguém, em alguma parte do globo, por razões que ninguém em sã consciência entende – muitas vezes de forma inconsciente, mas sem julgamentos, pois cada um possui um nível de consciência e está fazendo o melhor que pode, com o que tem. Tudo me parece tão simples Basta que nos esforcemos para, ou nos adaptar a essas novas ideias (afinal, não importa sua idade, você pode evoluir sempre), ou ainda PARTICIPAR tentando melhora-las em comunidade. Acha que uma ideia não é boa? PARTICIPA. Manda contribuições que realmente some, não apenas critique (haters – o pior é que eles acabam não sendo ouvidos). Não fica aí só reclamando, dizendo que não vai funcionar, sem acrescentar nada. Tenha humildade em admitir que você também não sabe todas as respostas, assim como todos os seres humanos vivos e não vivos. E se for mesmo humilde, junte-se a quem está fazendo tentativas. Quem sabe vocês se complementam a mudam, pra valer, o...
Movimentos sociais e desenvolvimento pessoal

Movimentos sociais e desenvolvimento pessoal

Meu objetivo nesse texto é instigar uma reflexão para saber o ponto que estamos de nosso desenvolvimento pessoal e quais são nossas limitações para uma verdadeira mudança social. Meu objetivo não é obrigar ninguém aqui a levantar bandeiras e ser militante de causas sociais, é apenas mais uma reflexão sobre sociedade e espiritualidade, pela expansão da consciência. Acredito que a reflexão vale a pena, embora realmente não tenha uma resposta concreta para nenhum problema. Quando mergulhamos em uma jornada de autoconhecimento e espiritualidade em busca do desenvolvimento pessoal, podemos nos afastar ou ignorar uma realidade social muito presente em nossos dia-a-dia: a opressão sofrida por grupos específicos. É muito comum, por exemplo, quando eu falo sobre feminismo, as pessoas dessa comunidade mais “espiritualizada” acharem que eu estou falando a partir de uma mulher ferida, cheia de limitação do ego e que meus argumentos partirão de raiva e nojo de homem. Não. Tenho, sim, minhas limitações, mas estou falando de feminismo através de uma consciência de quem já passou por problemas relacionado a questões de gênero, que se curou e quer ajudar, com essa experiência, na cura de outras pessoas e da sociedade. Algumas pessoas agem como se eu não conseguisse enxergar que “somos todos um” e que não precisamos brigar, podemos viver em paz. Lógico que sei disso, é a premissa que sigo ao ser simpatizante de movimentos. Quem oprime é que não sabe – ou esquece pelo seu próprio benefício – e acredito que nossa função é tentar expandir nossa consciência. Com amor, compaixão e resiliência – meditando e conversando. Assim é com política e outros temas sociais: polêmicos demais...
Zona de(s)Conforto do Brasil

Zona de(s)Conforto do Brasil

Estamos passando por um momento muito delicado em nosso País, desde quando os portugueses chegaram. Com as tecnologias e consciência da sociedade brasileira, no entanto, é importante estarmos atentos para fazer as coisas no paradigma do amor. E isso está longe de ser um papo apenas filosófico, pode ser bem prático. Brasil: será que agora vamos sair dessa zona de conforto, que já está bem desconfortável? Quem tem medo de ideia nova? Conservadores. Por que? Porque as antigas ideias e comportamentos lhes servem de algo. Funciona igual em âmbito pessoal. Se liga: quem tem medo de sair da zona de conforto? Todos a quem sua zona de conforto ainda serve! Quando nos livramos do que não serve mais? Usando nossa bússola interna: se algo nos incomoda profundamente, procuramos novas opções. Mas, sem expandir a consciência, sem olhar para um panorama maior, nos fechamos para nossas necessidades pessoais, ao invés de votarmos pelo interesee público. O problema é que somos manipulados pela mídia, que é de onde achamos que estamos sendo informados. Que tal refletir por si, não é? Quem são os conservadores políticos e econômicos, que se beneficiam do sistema? A quem esse sistema opressor e violento está servindo? Confesso que nunca li aquele livro “Como ser um Conservador”, estou apenas propondo uma nova perspectiva e reflexão. Será você um conservador consciente e está de boa com o caos do Brasil, ou é conservador porque está na zona de(s)conforto? História do Brasil A quem um sistema, que se livrou da escravidão há apenas 128 anos, está servindo? Após séculos de escravidão, houve uma transição para assalariados. Imigrantes como meus...
Youtubers que me inspiraram em 2015

Youtubers que me inspiraram em 2015

Uau, 2015 já está acabando e eu nem consegui fazer tudo que tinha em mente. No entanto, não posso reclamar, pois fiz meu melhor. Foi um ano ótimo pra mim, cheio de aprendizado e experiências inesquecíveis. Uma das coisas mais incríveis que aconteceu foi eu ter começado a acompanhar alguns youtubers que falam a mesma língua que eu. Eles falam muitas coisas interessantes, que validam minhas ideias e, claro, adicionam mais e mais conhecimento. Costumo dizer, pois é assim que sinto, que as coisas que eles falam ressoam com minha alma, como se eu tivesse o mesmo “grau de loucura”, como se tivéssemos na mesma vibração. Quando escuto as coisas que essas pessoas dizem, é como se a sabedoria que tenho internamente se abrisse. Tem gente que eu escuto falar, mas não faz tanto sentido, pois ou falam de coisas óbvias demais pra mim ou muito complexas que eu ainda não entendo. Ou seja: essas pessoas que listo abaixo falam das mesmas coisas que eu me preocupo em pensar, logo me inspiram muito. Tenho muitas outras referências, mas vou citar as quatro que me ajudaram mais este ano em relação aos meus insights (+ bônus). São elas: Flavia Melissa Conheci ela por indicação de uma ex colega de trabalho, que achou que eu ia gostar. Ela acertou! O vídeo abaixo foi, se não me engano, o primeiro que vi dela. Depois disso, vi quase todos da lista, fica até difícil eu procurar e encontrar algum que eu não tenha visto, que não recém subidos. Flavia é psicóloga e fala sobre desenvolvimento pessoal, meditação, espiritualidade, gratidão e outros temas relacionados....
Perdão: exercício para perdoar e ser mais feliz

Perdão: exercício para perdoar e ser mais feliz

Um exercício para praticar o perdão: ame a pessoa incondicionalmente e coloque na balança se os defeitos são toleráveis ou não. Seja como for, faça tudo com amor, nunca com raiva, sede de vingança. Esse é um exercício muito bom de se fazer para curar feridas e perdoar. Lembrando que embora seja um exercício de perdão e pareça que o outro é o mais importante, na verdade o praticante é 100% responsável pelo sucesso. A outra pessoa nem precisa mais estar viva! Pode ser feito para perdoar um companheiro ou companheira, pais, irmãos, amigos, ou qualquer pessoas com um laço afetivo. Talvez funcione com pessoas sem laço afetivo, mas nunca tentei. Você também pode fazer para perdoar você mesm@. Faça esse exercício para tomar consciência de suas mágoas para ter a oportunidade de encaminhá-las a gaveta certa, ou seja, fazer o que estiver no seu alcance para resolver a questão. Perdão: um alívio para quem perdoa Sente-se ou deite-se de olhos fechados após ler com atenção essas orientações e siga da forma que mais combinar com seu momento. Essa é apenas uma ideia, inspiração. Respire… preste atenção à respiração e tente diminuir o ritmo. Tenha compaixão e pratique o perdão Tenha em mente viver o agora, estar presente de corpo e alma, sempre que se pegar no passado e no futuro, volte para o presente. Mesmo que tenha que trabalhar uma dor específica fora do presente, volte assim que puder para o aqui e agora, não se perca. Procure praticar o não julgamento e o desapego, pratique o perdão, a compaixão e o amor incondicional. Para iniciar, diga as...
Meditação pós sessão: o que fazer após abrir os olhos

Meditação pós sessão: o que fazer após abrir os olhos

Em abril desse ano fui ao Retiro de Meditação em Nobre Silêncio no Templo Zulai. Foram 3 dias de várias sessões de meditação e palestras com as mestras monjas budistas. A maioria das sessões eram feitas na sala de meditação, onde sentávamos em silêncio e ficávamos cerca de 20 minutos meditando. Uma sessão que gostava muito era meditação caminhando em volta da sala. Outras sessões eram feitas ao ar livre, parados ou em movimento lentos. Os trabalhos monásticos também estavam nas atividades e eram “tarefas domésticas” em grupo. Quase dispensável dizer que tudo feito em total silêncio. Todas as atividades tinham a intenção de serem feitas em meditação, com consciência total no aqui e agora. Esse é, pra mim, o grande segredo: fazer tudo de forma consciente, alerta, presente. Não deixar que os pensamentos nos dominem, e sim utilizá-los como ferramentas para resolução de questões da vida. Tudo que vou relatar é parte da minha experiência, do meu ideal de prática e não uma verdade absoluta. Quando estamos sozinhos é mais fácil manter esse estado, então eu procuro passar algum tempo sozinha praticando isso. Espero que minha experiência possa inspirar alguém: 1. Respiração Certa vez vi um vídeo que falava sobre o fato de que se controlarmos a respiração, controlamos nossas emoções. Naquele mesmo dia, tive um pequeno ataque ao perceber que meu chuveiro estava pegando fogo durante meu banho. Mesmo depois que percebi que o fogo começou e parou ali mesmo, só fui me tranquilizar quando eu falei: “hoje ouvi se eu respirar devagar meu desespero acaba”. Dito e feito! Respirei uma… Duas… Três… O fogo tinha ido embora e meu...
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