Terapeuta Energética

Olá! Seja muito bem vindo ou bem vinda ao segundo podcast do canal cosmo consciência. Meu nome é Gabriela Pagliuca, sou escritora do Gabitopia, terapeuta quântica, facilitadora de grupos e jornalista. Se você não está familiarizado com esse termo, deve estar pensando: o que é uma terapeuta quântica? Bem, a terapia quântica é uma modalidade de terapia energética que leva em consideração o campo das infinitas possibilidades e da co-criação baseada nos estudos de física quântica. Mas de boa, com muita honestidade… Eu ainda não sou especialista em física quântica, mas também não sei muito sobre energia elétrica e mesmo assim procuro usá-la pra facilitar minha vida…. sei que, nos dois casos, se eu continuar pesquisando e estudando, posso otimizar ainda mais o uso. Nesse caso, aplico o que aprendo em mim mesma e também como terapeuta, ajudando as pessoas numa jornada de autoconhecimento, identificando e tomando consciência de suas programações do subconsciente que estão bloqueando o fluxo de suas vidas e possa fazer novas escolhas sem esses empecilhos que antes estavam escondidos. Sendo assim, da mesma forma que acendo a luz da minha casa ligando um interruptor e ligo o computador apertando um botão, com a terapia quântica eu procuro entender e compartilhar como usar a mente para viver uma vida com muito mais propósito, paz e alegria – e, claro, nesse processo eu não pude ignorar a informação que é estimado que apenas 10% é nossa mente consciente, o resto é o subconsciente – aquele ambiente proibido, onde se encontram nosso lado sombra, nossas vontades reprimidas e informações que limitam nosso potencial infinito. A ideia é que...
Christiane Tedd: 21 anos de saudade

Christiane Tedd: 21 anos de saudade

Gratidão a minha mãe que, há 7 anos, mesmo sabendo que íamos chorar e ficar com olhos inchados e soluçando, aceitou conversar comigo sobre minha irmã que pouco conheci e que por não ter o mesmo pai que eu, fez nossos destinos tão diferentes. Em 1970, minha mãe, Lindaura Pagliuca, tinha apenas 19 anos quando se casou e virou Tedd. Engravidou e dia 5 de agosto do ano seguinte nasceu Christiane Tedd, de parto normal, minha primeira de sete irmãos. No ano que teve minha irmã, minha mãe fazia apenas o primeiro ano do colegial. Infância Tudo começou errado, de acordo com a minha mãe que diz: “A Chris não foi amamentada porque eu não tinha leite e ninguém insistiu, não tinha maturidade pra saber que era a coisa certa a fazer, como eu fiz com vocês”. Chris foi criada em São Paulo, embaixo do Minhocão, com a poluição dos anos 70, brincou e aprendeu a andar no Parque da Água Branca, em Perdizes. Todos a mimavam muito, meu tio Néo, que se chama Flávio, e minha avó sempre faziam tudo por ela. Minha mãe aproveitou bastante enquanto Chris era filha única, e lembrou emocionada: “Mesmo sendo muito nova, eu a curtia bastante”. Um ano e meio depois, nasceu meu segundo irmão, Alexandre. Minha irmã não teve muito ciúme, além de ser muito pequena, minha mãe a preparou bastante, dizendo que vinha um novo neném e pedia ajuda a ela. “Ela sempre gostou muito do Alê, era tipo mãezinha dele”, comentou. Aos dois anos e meio, Chris começou a frequentar a escola, minha mãe fazia o curso Normal, a...
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