Em 2005, comecei a escrever para o mundo ler.

Quero dizer, antes disso, desde que me lembro, lotava agendas, diários, cadernos de 10 matérias com meus desabafos em parágrafos. Escrevia cartas, gastava as folhas de fichário escrevendo meus pensamentos. Abria o Word 2000, escrevia e depois apagava. Tive blogs que contavam sobre mim, meu dia, minhas amigas, sobre os meus desamores. Resumindo: a maioria das coisas ninguém lia.

Em 2005 nascia o Gabitopia, ano em que escrevi meu primeiro texto (Congraçando) em uma oficina de redação que a escola organizou. Selecionaram apenas alguns alunos: um grupo sabia escrever muito bem, poderia aprender técnicas e ficar ainda melhor. O outro grupo, aquele que achava que me encaixava, escrevia muito mal e precisava aprender pelo menos para o vestibular.

Enganei-me. Pois eu estava no grupo dos que sabiam escrever.

Passei a escrever para o mundo ler depois do feedback positivo que o Congraçando teve.

“Profissionalizei” o blog, comecei a escrever crônicas, poesias, histórias… Postava tudo ali, num blog no zip.net, depois blogspot. O conteúdo foi surgindo.

Em 2006, entrei para a equipe o “Tudo de Blog” (TDB) da Capricho. Em 2009, entrei na faculdade de Jornalismo e o TDB parou de existir. Foi o ano que talvez tenha começado a virar adulta.

Foi o mesmo ano que o Gabitopia passou a existir mais ou menos no formato que é hoje. Em 2010 fui morar fora do Brasil. Em 2012 me formei, comecei uma especialização em Marketing e Comunicação Integrada. Em 2013 fui morar em Santos/SP, comecei a namorar e em um mês estava morando junto com meu marido.

De 2005, quando eu comecei a escrever, até hoje, muitas ideias foram colocadas nesse blog. O conteúdo dos posts retratam minha caminhada, a passagem da adolescência para minha fase adulta. Alguns conceito mudaram, outros amadureceram e muitos novos surgiram e ainda estão por vir.

O Gabitopia é um blog de crônicas, opinião, pensamentos, reflexões, debates. Qualquer texto que me dá vontade de escrever está aqui.

Falar do Gabitopia é falar de mim, falar sobre algo que fala por si e já está registrado. Hoje escrevo muito mais sobre espiritualidade, meditação, estilo de vida, relacionamentos…

O blog Já tem mais de 270 postagens e mais de 17 mil visualizações.

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Resistência

Não me considero mais RESISTÊNCIA. Já me considerei resistência política, já não sou mais. Acredito que quem resiste são eles – resistem à mudança, mais direitos, mais liberdade, menos opressão. A primeira vez que pensei sobre isso foi ano passado, quando uma amiga me perguntou se eu, deixando de lutar “na resistência” (ou sair na rua e militar), estaria aceitando a opressão? Não. Hoje eu me considero PERSISTÊNCIA. Persistência de que as ideias novas que estão por aí são, definitivamente, um caminho possível e com paz para toda a humanidade. Direitos iguais, preservação do meio ambiente, autoconhecimento, tecnologia e acessibilidade de recursos para todos. Ideias novas, rejeitadas por quem ainda ganha oprimindo alguém, em alguma parte do globo, por razões que ninguém em sã consciência entende – muitas vezes de forma inconsciente, mas sem julgamentos, pois cada um possui um nível de consciência e está fazendo o melhor que pode, com o que tem. Tudo me parece tão simples Basta que nos esforcemos para, ou nos adaptar a essas novas ideias (afinal, não importa sua idade, você pode evoluir sempre), ou ainda PARTICIPAR tentando melhora-las em comunidade. Acha que uma ideia não é boa? PARTICIPA. Manda contribuições que realmente some, não apenas critique (haters – o pior é que eles acabam não sendo ouvidos). Não fica aí só reclamando, dizendo que não vai funcionar, sem acrescentar nada. Tenha humildade em admitir que você também não sabe todas as respostas, assim como todos os seres humanos vivos e não vivos. E se for mesmo humilde, junte-se a quem está fazendo tentativas. Quem sabe vocês se complementam a mudam, pra valer, o... ler mais

Deixa fluir

O universo tem uma sabedoria incrível e quando nos preocupamos demais, sofremos demais, impedimos que essa sabedoria atue em nossas vidas. Essa sabedoria nos dá a percepção da sincronicidade. A sincronicidade mais óbvia para se pensar é a nossa própria vida. Já imaginou quantas coisas tiveram de acontecer para que estivéssemos aqui hoje? O sol, a chuva, nossos ancestrais, nossa sociedade, nossa tecnologia; vitaminas e minerais, as proteínas e os açúcares, além das bactérias, formando nosso corpo. E todo o resto que quiser imaginar. A vida é uma série de sincronicidades. Esse movimento milagroso faz com que tudo o que aconteça em nossas vidas hoje, aqui e agora seja perfeito. Estamos aqui, de alguma forma, para evoluirmos, expandir a consciência. O Universo, por si só, já nos manda os desafios necessários, não precisamos nos apegar a nada, a nenhum outro problema. Não há pelo que se preocupar. Nem precisamos chamar isso de problema. É só uma questão, uma lição. Tendo isso em mente, podemos lidar com nossas questões do agora, planejar com otimismo para sair da zona de conforto e arriscar a mudança positiva, o crescimento, praticar a co-criação deliberada para manifestar a melhor versão de nós mesmos. Gratidão. Foco no agora. Gratidão. Você só consegue ser grato no agora. E o ciclo segue. Você vai resolver seus problemas mais importantes, vitais. Vai entender como é fácil viver o agora. E aí você vai sentar ao meu lado para contemplar a grande e linda dança... ler mais

O olhar da gratidão

O olhar da gratidão reconhece as cores, o novo, o cheiro, a expansão da consciência, os sabores, o diferente, a montanha, o nascer do sol e a impermanência de tudo, o brilho e a luz. O olhar da gratidão reconhece. Ele se alegra, é agregador. Diz sim, sabe que pode. Vê uma lição e uma oportunidade em cada situação. É o olhar da sabedoria, da contemplação, dos filtros positivos, da calma. Da resignação, às vezes, da resiliência constantemente. Da escolha certa e das atitudes mais adequadas, sempre – do aprendizado e do acerto. Do suficiente. Do perdão. Do amor. Do que é. ☆☆☆☆☆☆☆☆ Pratique a gratidão constantemente! Faça o desafio dos ♡ 28 dias de Gratidão ♡... ler mais

Pergunte a você criança

A cura vem de abraçar a sua criança e perguntar porque você tem os problemas que tem hoje. Parece cliché, exagero, mas não é. Funciona, é só tentar. Só que dói, é triste voltar ao passado e reviver aquele sofrimento, mas é necessário. Se não revivemos e resolvemos essas questões, elas ficam na sombra. Experimenta entrar em uma sala escura. Mesmo que você conheça, se há bagunça espalhada e tudo fora de ordem, a chance de você tropeçar é bem grande. Se tiver lixo e sujeira espalhados, então, você ainda vai sentir o cheiro e não vai conseguir limpar. Mas experimenta acender a luz para colocar em ordem e fazer uma limpeza. Sucesso. Com nosso inconsciente, é a mesma coisa. Os problemas não se vão apenas porque estão no escuro. Veja um exemplo pessoal de uma lembrança que tenho. Os fatos podem não ser exatamente te esses, mas essa foi a lembrança. Quando eu tinha uns nove anos, eu gostava de um menino na escola que também gostava de mim. Ele desapareceu, de uma hora para outra. Disseram que ele havia ido para outra cidade. No ano seguinte, nos reencontramos em outro colégio. Além de minha cabeça ter ficado confusa, por terem mentido para mim, não confiava mais que ele iria ficar por muito tempo. Continuamos amigos, mas algo ficou marcado. Meus relacionamentos nos últimos anos foram intensos porque, provavelmente, eu agarrava e não deixava o cara ir embora. Como conscientemente eu não queria ser chiclete, eu deixava ir os que eu notava que eu estava sufocando. Porém, por ressonância, atraí quem curtia intensidade também. Não que seja errado, não... ler mais

Sobre amor incondiconal

Começo com minha conclusão: não é porque você não reconhece o amor incondicional que ele não exista em você ou que ele não exista por si só. No sábado passado falei com minha família sobre amor incondicional. Não sei se me fiz entender, pois alguém me disse: “você ama, mas se a pessoa te faz alguma coisa, você deixa de amar”. Dois dias depois, vi que naquele mesmo dia uma pessoa fizera um comentário em um texto meu sobre perdão. Concordou que perdoar era importante, mas seu comentário foi para expressar que era exagero dizer sobre “amar incondicionalmente”, dizendo que “amar de forma incondicional” chega a ser deboche com quem sofreu a agressão e que isso era hipocrisia. Além disso, expressou que de hipocrisia estava farta, dando a entender que não gostara do que eu escrevi. Justo, ela está no direito dela e eu, sinceramente, gostei muito do que ela escreveu. Afinal, quanta sincronia: naquele mesmo dia eu falar sobre amor incondiconal com meus familiares e, sem eu saber, algumas horas antes ter recebido esse comentário. Porém, nessas duas situações parece que as pessoas não reconhecem esse amor incondicional. Reconhecem apenas uma afinidade, um amor humano, um carinho. Não digo que não conhecem, apenas não pararam, talvez, para resgatar esse sentimento tão belo dentro de si, por, talvez, nunca terem sido provocados a isso, por nunca terem sentido essa necessidade. Repito e repetirei algumas vezes essa minha visão: não é porque alguém não reconhece esse amor incondiconal, que ele não exista por si ou que ninguém pode sentir. Não tenho filhos, mas pelo que dizem, o amor de uma mãe... ler mais

Orgânica

Somos seres orgânicos, vivos. Somos parte da natureza, embora nossa mente minta e nos dê a ilusão de que não, não somos. Por alguma razão, temos essa consciência que nos faz viver de forma diferente do restante da natureza. Nós criamos, montamos, abstraimos, temos memórias do passado e projetamos o futuro. Temos consciência e um ego. Um ego que nos ilude, nos faz crê que somos algo diferente da natureza. Somos energia condensada, assim como o resto da natureza, mas nos julgamos melhores porque possuímos uma mente. A mente, mente. Não somos melhores. Estamos em uma etapa da evolução cósmica. Somos uma coisa só com a ilusão da separação para expandir a consciência. Para conhecer os opostos, para conhecer a dualidade. Só de nós atentarmos a isso, já podemos evoluir. Nosso ego é de um ser vivo e um dia vai morrer. Porém também somos energia infinita e eterna. Essa sim, nunca vai desaparecer. Essa não tem nome, não tem idade, raça ou religião. É a energia do amor. Vamos voltar todos de onde viemos, um dia, quando já tivermos aprendido tudo que precisaríamos aprender. Sejamos conscientes que somos orgânicos. Porque não temos essa consciência ainda. Acreditamos que somos máquinas indestrutíveis, esquecendo-nos de que a impermanência é o que nos faz perfeitos.  Não é de se estranhar tanto incômodo nessa vida quando nos colocamos em posição de robôs que servem à sociedade, nos prendendo em grades e artificialidades – ao invés de apenas ser. Ser humano, ser amor. Por alguma razão, temos a capacidade de criar coisas e nossa realidade, mas o desconforto crônico talvez queira nos mostrar que... ler mais

A crise me pegou e joguei a culpa no PT

Às vezes, para expandir nossa consciência, precisamos ir à lugares sombrios, nos colocar em posições desconfortáveis. Hoje você vai saber o que aconteceu quando eu parei de brincar do jogo do contente de Pollyana e comecei a brincar de “do contra” (em relação ao que eu  acredito), colocando a responsabilidade da minha “crise pessoal” no governo, adorando permanecer na merda quentinha de uma vida mais ou menos. Aviso: esse texto pode fazer você querer sair da cadeira de vítima, assumir responsabilidade pela felicidade e mudar sua vida! Dias desses, no auge da minha arrogância, ao meditar, tive medo de me iluminar. Estava na praia e tinha acabado de limpar e energizar meus chakras, me sentia leve e com a sensação de que eu poderia dominar o mundo, no bom sentido – como se eu pudesse voar ou salvar todas as pessoas vivas e não vivas. Meu chakra do terceiro olho estava latejando e entrei em contato com meus mentores pela primeira vez com o discernimento de que eram eles e não apenas minha imaginação. Quando percebi que esse medo de me iluminar existia, entrei em meditação em busca da cura, aplicando o thetahealing. A princípio, veio foi minha prepotência – tô me achando iluminada? Ainda estou longe, minhas limitações do ego são muitas. Eu ainda tenho minhas crenças para trabalhar. As coisas acontecem em seu devido tempo e a iluminação, só de existir o medo, já não me era uma possibilidade próxima. De qualquer forma, com o terceiro olho apitando, meus mentores se apresentando e minha busca pela cura e me perguntei: qual o pior de ser iluminada? Por... ler mais

Geração Gratidão: filhos de 2012

Refletindo sobre minha saúde, notei que depois que eliminei o máximo de energia negativa da minha vida, passei a ser mais conscientemente grata e mudei minhas crenças, minha saúde melhorar muito. Se liga nesse processo.  Hoje, no terceiro de 28 dias de gratidão em vídeo, compartilhei um exercício para dar graças à nossa saúde. Enquanto eu lia o capítulo, lembrei que há alguns anos eu era bem mais frágil, visitava todos os meses o hospital. Ano passado, porém, eu fui apenas uma ou duas vezes, e nem era nada grave. Comecei a refletir o que tinha mudado de lá pra cá. Em 2011, eu tinha apenas 23 anos, mesmo vegetariana eu estava com quase 80kg, tive ataques furiosos de gastrite, estresse, tive ataques de pânico, tinha depressão, não conseguia parar um minuto e minha energia estava indo embora, além disso, fui diagnosticada portadora de TDAH (e depois bipolaridade). Ou seja, eu estava com zero saúde, física, mental e espiritual. E eu tinha hábitos terríveis. Por exemplo, uma coisa que as pessoas que me conhecem há pouco tempo não sabem é que eu era fanática por futebol. Eu era corinthiana roxa, ia aos jogos sozinha, acompanhava as partidas pela rádio online e tudo mais. Eu estava totalmente identificada como torcedora, achava que eu era aquilo e queria fazer parte daquele grupo  (talvez pra impressionar ou provar algo para os boys-magia). Eu deixava a paixão pelo futebol mandar em mim e cheguei a ter gastrite nervosa num jejum de vitórias do meu time. Você acha certo isso?  Eu não. Por isso resolvi mudar. Eu estava perdida, mas me encontrei ouvindo meu corpo, procurando... ler mais
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Amo me comunicar e o meu melhor recurso para isso é a escrita. Escrevo desde que me lembro e tenho esse blog desde 2005.

Acredito que não podemos ser definidos apenas por algumas palavras, mas vou tentar resumir quem sou eu:

Nasci em março de 1988, sou de Peixes. Sou de São Paulo Capital, moro em Santos/SP com meu marido, o Gato Viky e a Peixe Cléo. Ainda não temos filhos, mas logo faremos uma encomenda. Sou leitora compulsiva e amo ouvir pessoas inteligentes falando, então fico escutando youtubers enquanto lavo louça, cozinho e ando de bicicleta.

Adoro trabalhar com causas nobres e hoje me dedico à escrever e atender pessoas como terapeuta holística, aplicando a técnica chamada Thetahealing.

Sou vegetariana porque respeito todas as formas de vida e descobri o valor e o amor pela alquimia culinária,  experimento agora fazer comida vegana. Tenho em mente que só faço com os outros o que eu gostaria que fizessem comigo, tipo não furar fila e devolver o troco se vem a mais. Sou ciclista por praticidade e ideologia.

Sou boazinha, mas nada boba. Tenho fé, mas não religião. Às vezes sou teimosa, mas só quando tenho certeza de que vai dar certo. No resto do tempo sou flexível e sei admitir que estou errada.

Sendo do meu jeito ou do jeito do outro, gosto que as coisas sejam feitas corretamente.

Sou muito intensa, coloco entusiasmo em tudo que faço. Gosto de rir, falar sozinha e cantarolar.

Amo descansar e contemplar. Sou feliz, grata, me sinto plena. Tenho buscado minha paz interior intensamente desde que passei da adolescência, quando percebi que as respostas não estariam na televisão.

Procuro viver no paradigma do amor e sempre que é oportuno tento conversar sobre isso com as pessoas,  incentivando-as que deixem o paradigma do medo como eu fiz (e faço sempre que fraquejo). Como trabalhodora da luz, nos atendimentos colaboro para as pessoas encontrarem suas crenças e bloqueios para poderem viver de forma mais plena.

Eu me faço de engraçadinha o tempo todo. E o mais curioso de tudo, comunicadora que sou, eu me considero uma pessoa tímida!

☆☆☆

Escolhi manter meu espírito livre como estilo de vida. Meu caminho é a busca do equilíbrio, da paz e da conexão com meu verdadeiro Eu. Embora o Planeta Terra pareça um lugar de caos total, procuro me manter sempre no olho do furacão, onde tudo é paz. Faço isso me conhecendo cada dia mais, olhando para as minhas necessidades e entendendo quais são meus limites,  para que eu possa superá-los. Compartilho aqui no Gabitopia meus processos, ou seja,  esse blog é super dinâmico e está sempre mudado – como eu, como tudo!

Fique a vontade para entrar em contato comigo, tanto para fins profissionais como para fins pessoais. Adoro conhecer pessoas novas e ouvir o que elas têm a dizer!


Gabriela Pagliuca

aka/vulgo Gabitopia

Sou artista e facilito processo de autoconsciência. Alimento o Gabitopia, esse blog, há mais de 11 anos. Estudei e sigo estudando comunicação, facilitação de grupos e técnicas de cura a partir de manipulação de energia (holística).

Meu blog é onde está quase todo meu trabalho como escritora, para saber mais clique aqui. Para saber mais do meu trabalho como facilitadora de processos de autoconhecimento, acesse aqui.

Meu propósito é amar, dar amor e estar em paz. Aqui é meu lar virtual, uma ferramenta para eu cumprir meu papel!

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