Movimentos sociais e desenvolvimento pessoal

Movimentos sociais e desenvolvimento pessoal

Meu objetivo nesse texto é instigar uma reflexão para saber o ponto que estamos de nosso desenvolvimento pessoal e quais são nossas limitações para uma verdadeira mudança social. Meu objetivo não é obrigar ninguém aqui a levantar bandeiras e ser militante de causas sociais, é apenas mais uma reflexão sobre sociedade e espiritualidade, pela expansão da consciência. Acredito que a reflexão vale a pena, embora realmente não tenha uma resposta concreta para nenhum problema. Quando mergulhamos em uma jornada de autoconhecimento e espiritualidade em busca do desenvolvimento pessoal, podemos nos afastar ou ignorar uma realidade social muito presente em nossos dia-a-dia: a opressão sofrida por grupos específicos. É muito comum, por exemplo, quando eu falo sobre feminismo, as pessoas dessa comunidade mais “espiritualizada” acharem que eu estou falando a partir de uma mulher ferida, cheia de limitação do ego e que meus argumentos partirão de raiva e nojo de homem. Não. Tenho, sim, minhas limitações, mas estou falando de feminismo através de uma consciência de quem já passou por problemas relacionado a questões de gênero, que se curou e quer ajudar, com essa experiência, na cura de outras pessoas e da sociedade. Algumas pessoas agem como se eu não conseguisse enxergar que “somos todos um” e que não precisamos brigar, podemos viver em paz. Lógico que sei disso, é a premissa que sigo ao ser simpatizante de movimentos. Quem oprime é que não sabe – ou esquece pelo seu próprio benefício – e acredito que nossa função é tentar expandir nossa consciência. Com amor, compaixão e resiliência – meditando e conversando. Assim é com política e outros temas sociais: polêmicos demais... ler mais
Oxalá – Braza

Oxalá – Braza

A Forfun acabou, mas três de seus integrantes formaram a banda Braza, um novo projeto que eu já estou amando. Não são letras na pegada do Polisenso, que é o trabalho deles que eu mais gosto, mas as letras estão bem maduras, cheias vida e crítica social – o que eu adoro. Tem também uma parcela de misticismo e, sim, me fez pensar e escrever sobre. Essa é uma música que me lembra a importância do autoconhecimento e fé. A música é complexa, então aviso de textão! Oxalá – Braza   Subi a escadaria para me benzer E pedi ajuda para Oxalá Consultei os astros para entender Lua cheia, eu me batizei no mar (Pra mim, um ritual. Não necessariamente um ritual que sempre acontece, mas também não necessariamente pontual. Achei lindo esse refrão. Muito místico, espiritual. Quando não temos mais respostas para nossas perguntas mundanas, não deveria ser vergonha nenhuma recorrer a fé. Até porque, é melhor ser feliz tendo fé, acreditando em algo que a sociedade pode julgar “bobo”, do que ser infeliz, permanecer perdido e com graves crises existenciais. De acordo com o livro Para conhecer a Umbanda, de Ademir Barbosa Jr., que li ano passado, Oxalá é o Orixá maior, responsável pela criação do mundo e do homem, e é pai de todos os outros Orixás – que é divindade que habita a cabeça, na tradução que aponta o autor. Oxalá velho é sincretizado com Deus cristão e Oxalá novo com Jesus Cristo. Oxalá, ainda segundo o livro, representa sabedoria, serenidade, pureza do branco e o respeito. Seja qual for a crença, peça que será atendido.)... ler mais
Minha História, meu Caminho

Minha História, meu Caminho

Desde que saí da escola e vim para o “mundão” tenho buscado e me preparado para cumprir minha missão de vida. Escrever e compartilhar meus processos é muito gratificante, e ter descoberto meu lado curadora, me faz cada vez mais ser feliz. Conheça minha História. Sempre quis salvar o mundo. Essa era minha angústia da vida, porque eu via as coisas feias acontecendo, e não podia fazer nada. Nunca achei graça em injustiça e competição, nunca quis participar disso, me sentia deslocada. Eu até fiz, pensando em retrocesso, bastante inimizade por isso. Eu queria ser autêntica, sabe? Como todo ser humano, claro, inserida na matrix, caí e caio nas “tentações mundanas” – sem moralismo, apenas forma de falar. Ou seja, tenho apego, julgo, tenho raiva e me desconecta com a paz – sou um ser humano dual. Hoje sou emocionalmente estável, mas nem sempre foi assim. Quando mais nova, canalizava meus sentimentos escrevendo, desde que me lembro, em agendas e cadernos. Aos 17 anos, comecei a publicar meus textos online – quase todos estão nesse blog. Aliás, é uma ótima forma de acompanhar meu próprio caminho. Vivia, como diz uma amiga da época do colégio, num mundinho meu. No Gabitopia. Meu mundo era cor de rosa e tocava Sandy e Junior. Mas, de alguma forma, naquela época, eu ainda queria me encaixar nas coisas normais. Algo que parecia normal para as pessoas, era desconfortável pra mim e eu não sabia porquê. Meu “despertar” Foi com 20 anos, em 2008, que comecei a perceber a vida de outra forma – uma forma que exige certa atenção, pois não é o... ler mais
Zona de(s)Conforto do Brasil

Zona de(s)Conforto do Brasil

Estamos passando por um momento muito delicado em nosso País, desde quando os portugueses chegaram. Com as tecnologias e consciência da sociedade brasileira, no entanto, é importante estarmos atentos para fazer as coisas no paradigma do amor. E isso está longe de ser um papo apenas filosófico, pode ser bem prático. Brasil: será que agora vamos sair dessa zona de conforto, que já está bem desconfortável? Quem tem medo de ideia nova? Conservadores. Por que? Porque as antigas ideias e comportamentos lhes servem de algo. Funciona igual em âmbito pessoal. Se liga: quem tem medo de sair da zona de conforto? Todos a quem sua zona de conforto ainda serve! Quando nos livramos do que não serve mais? Usando nossa bússola interna: se algo nos incomoda profundamente, procuramos novas opções. Mas, sem expandir a consciência, sem olhar para um panorama maior, nos fechamos para nossas necessidades pessoais, ao invés de votarmos pelo interesee público. O problema é que somos manipulados pela mídia, que é de onde achamos que estamos sendo informados. Que tal refletir por si, não é? Quem são os conservadores políticos e econômicos, que se beneficiam do sistema? A quem esse sistema opressor e violento está servindo? Confesso que nunca li aquele livro “Como ser um Conservador”, estou apenas propondo uma nova perspectiva e reflexão. Será você um conservador consciente e está de boa com o caos do Brasil, ou é conservador porque está na zona de(s)conforto? História do Brasil A quem um sistema, que se livrou da escravidão há apenas 128 anos, está servindo? Após séculos de escravidão, houve uma transição para assalariados. Imigrantes como meus... ler mais
Uma por todas

Uma por todas

Algumas pessoas acreditam  que feminismo é uma luta para mulher ser melhor que o homem. Outras não gostam da abordagem radicais dos movimentos. Na verdade, falta vontade de ouvir outros pontos de vista, pois o feminismo é a consciência de que mulher merece respeito e ter os mesmos direitos do homem. O meu feminismo é no paradigma do amor e nesse texto explico o que isso significa. O Gabitopia não é um blog sobre feminismo, mas sobre meus processos de desenvolvimento pessoal. Como mulher, o feminismo é parte de mim e dos meus processos, então ele está aqui e no meu Facebook com certa frequência. Acontece que eu tenho escrito que eu sou a favor do “feminismo no paradigma do amor” e quero falar sobre isso. O último post, um manifesto no dia da luta da mulher, me empoderou muito. Falei muito sobre problematizar as questões sociais a partir de nosso espírito e menos com nosso ego. O título, inclusive é “Feminismo no paradigma do amor, porra”. No entanto, fiquei pensando muito sobre esse termo que ano usando “feminismo no paradigma do amor”, como se eu fosse contra o resto do movimento feminista. Não sou. Sou a favor de todo tipo de feminista, das mais radicais até as que nem sabem que são feministas, ou das que realmente não são (existe?). Sou a favor da expressão da mulher da forma que ela se sentir segura e motivada (menos com violência, violência eu não gosto e movimentos violentos e “anti-homem” eu estou desconsiderando, por favor, faça isso também). O que eu quero dizer, então, quando falo sobre feminismo no paradigma do amor? Eu só quero, cada... ler mais
Feminismo no paradigma do amor, porra

Feminismo no paradigma do amor, porra

Com meu histórico de trabalhos sociais, fico bastante inquieta quando, nas comunidades espirituais, pouca gente fala sobre questões sociais, como se fossem tabu. A princípio, compreendo que a espiritualidade, por ser algo individual, tem uma abordagem para evolução pessoal. Porém, a sociedade é feita de grupos de pessoas e, por isso, proponho aqui um debate sobre questões sociais e políticas, no paradigma do amor. Dia 8 de março é dia da luta pela igualdade e liberdade da mulher – e eu não poderia deixar de falar sobre isso. Recebi muitas mensagens de “feliz dia da mulher” em grupos (graças as Deusas, nenhuma marcação de homens x) e, mesmo problematizando nas redes sociais, procurei agir mais pelo espírito do que pelo ego e procurei lições em quaisquer “provocações” que posso ter atraído para meu dia, com gratidão. Então meditei sobre tudo que ando passando e deu nisso aqui, um manifesto sobre a importância da problematização de questões sociais para mudança, mesmo na comunidade espiritual. Eu sou mulher e hoje, dia oito de março, venho pedir, “por gentileza” (se não ☆☆sou radical☆☆), alguns de meus direitos. Eu só quero andar na rua sozinha sem que me assediem. Quero ter certeza que minhas manas vão voltar seguras para casa mesmo de shortinho (porque aqui tá quente pra porra) e que minhas sobrinhas não sejam objetificadas na rua só por existirem. Quero que a moça da loja não seja espancada pelo marido e que minha amiga engenheira seja reconhecida pela genialidade dela. E, pra fechar a lista de hoje, quero muito que a menina da favela possa fazer um aborto seguro se ela... ler mais
O Sagrado Feminino e o Feminismo

O Sagrado Feminino e o Feminismo

Podemos ser feministas e espiritualizadas, porque o Sagrado Feminino só será socialmente liberto, podendo entrar em equilíbrio com o Sagrado Masculino, quando houver respeito e consciência da importância de cada pessoa de carne e osso. Ainda hoje, as mulheres são tratadas com violência e opressão. Aqui proponho um ponto de vista sobre isso. Sempre fui feminista. No começo, não sabia. Consagrei minha independência e autonomia, para mim mesma, sendo rebelde e forçando meus próprios limites. Aos poucos, vesti mais a camisa do feminismo e de todas as causas de direitos humanos. Além disso, fiz jus ao meu direito de expressar-me sem tabus. No meu caminho, diferente das minhas irmãs (não se sangue) guerreiras, eu passei a buscar o lado zen da força, a não resistência. Uma vez, até fui questionada por uma amiga se eu ia aceitar a opressão ao optar por não resistir. Jamais! Entendi, porém, que minha luta diária não é contra um sistema, mas a favor da harmonia entre os seres humanos. De vez em quando, dependendo da fase da lua, viro guerreira e encaro de frente; mas notei que minha natureza é mais para o zen mesmo. Sempre me posiciono a favor do feminismo por entender que esse movimento propõe direitos iguais e fim da opressão do sistema patriarcal, que só beneficia uma parte pequena da sociedade.  Como Ser Humano, eu sinto que preciso defender o equilíbrio entre a energia feminina e masculina, compartilhando o que funciona na minha experiência. Sendo mais urgente, ao meu ver, ajudar a conscientizar que cada um de nós pode ser a mudança que a sociedade precisa para transcender essas questões,... ler mais
A problemática da bitolação digital moderna

A problemática da bitolação digital moderna

“Saia da superfície e mergulhe em você” – um pensamento que estimula o autoconhecimento. Ela poderia ser adaptada, para este texto, como “desligue o wifi e conecte-se com seu eu superior” ou “saia do wifi e mergulhe em você”. Sim, vim falar da relação que eu vejo entre autoconhecimento/ espiritualidade com “bitolação digital”, termo que pensei pra quem fica o tempo todo conectadx às redes sociais a ponto de alguém do lado reclamar. Eu já fui um pouco bitolada, mas rapidamente percebi que eu perdia uma boa parte da vida real e passei a ser mais consciente do uso da tecnologia. Comecei deixando de ficar bitolada em chats instantâneos (face, whats, bbm na época). Depois dei uma boa diminuída no uso nas redes sociais. Hoje tenho um pouco de resistência às pessoas que ficam grudadinhas num aparelho celular o tempo todo. Outro dia, comecei a julgar uma mãe que não tirava os olhos do celular enquanto a filha brincava na areia. Ela tirava foto da criança e postava… a bebê fazendo uma festa, muito fofa, e a mãe rindo para uma TELA. Achei um desperdício de expressão de afeto, mas depois eu parei de julgar porque não é da minha conta (quando é, falo) e cada um tem uma percepção diferente da vida – pode ser que aquela pessoa seja super presente, mas estava justo naqueles minutos que eu olhava tirando fotos. Não posso julgar, mas a posso observar o que funciona pra mim ou não, em outras pessoas 😉 Qual o problema de eu ter integrado meu celular ao meu corpo? Nenhum, se você der preferência às situações e pessoas reais e... ler mais
Sobre amor e crenças

Sobre amor e crenças

Estava meditando ao pôr-do-sol e me veio uma imensa vontade de enviar amor a todos que passassem por mim. A primeira coisa que veio foi o pensamento de que é querer demais, pois isso daria muito trabalho. No entanto, nesse mesmo instante me veio o sentimento que o amor é infinito, com uma intensidade maior do que podemos imaginar e que nada seria mais fácil do que enviar amor a todos ali. Assim que detectei essa crença e a desconstruí, senti o amor jorrando do meu Ser, junto com uma imensa gratidão por poder ser um canal de amor. Por que eu me limitei, achando que seria difícil mandar amor para cerca de uma centena de pessoas (chutando)? Porque eu tinha uma crença limitante. Porém, desconstruí logo porque sinto que quando me conecto com a energia infinita do amor, me sinto parte do Todo e compreendo que essa força também me pertence, eu sou essa força, assim como qualquer um de nós. Não existe limite: mesmo se quisermos mandar “amor.” para todos os seres humanos vivos hoje, seriam apenas alguns bilhões de aspectos do Todo, sendo que ele tem infinitos aspectos, então é uma tarefa fácil  (vamos fazer?). A força do amor, infinita, consegue chegar a todos com a mesma intensidade. Por isso, para mim, o amor é sempre a resposta para tudo, porque é a fonte de energia mais abundante, pura e energética que pode existir. Para ser minha melhor versão, procuro me conectar com esse amor que não julga, não é apegado, é justo e incondicional. É o que chamamos de amor e ponto final. Para acessá-lo,... ler mais
Escadas da vida

Escadas da vida

Assim são as escadas da vida. Cada indivíduo tem uma. Os tamanhos e formatos são totalmente diferentes. Cada escada é feita especialmente para cada um de nós. Todas levam ao mesmo objetivo: a união do um com Toda Criação, um estado de energia pura, a energia do Amor. Mas as escadas que nos levam pra lá são diferentes. Cada indivíduo tem a sua única. Tem, inclusive, a quem esse papo todo nem faça sentido. Até por isso que não é muito saudável comparar as nossas escadas com as dos outros. Isso nos mostra que não há razão para julgar as escolhas dos outros, ainda que elas sejam, obviamente para nós, erradas. Outra coisa, não devemos nos apegar aos nossos métodos, porque tem método que serve pra eu subir minha escada, mas não serve pra você. Cada um está fazendo, ou deveria estar fazendo, seu melhor na subida de sua escada. Alguns cansam mais, outros menos. Alguns erram mais em uma coisa, outros em outras. Podemos e devemos ajudar nosso semelhante, mas apenas se ele quiser, não porque a gente quer ajudar. Ninguém cura ninguém, apenas dá apoio ou é um canal. Nas escadas da vida, vale o aviso do avião antes do vôo: “Certifique-se de colocar primeiro sua máscara de ar, para depois ajudar a colocar a máscara das pessoas ao seu redor.” Além disso, nas escadas da vida, quem faz suas próprias escolhas de forma consciente é o mais sábio. O sábio, por sua vez, Não se gaba porque suas escolhas tornam sua subida mais suave. Sabe, porém,  que ajudando na subida do outro, Fica mais motivado pra fazer... ler mais
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Sou escritora, terapeuta holística, facilitadora de processos de autoconhecimento e estou colocando “Ritmo” em meus escritos (Poesias) e fazendo um RaP disso tudo, um rap no estilo “zen vergonha”, risos.

Eu amo escrever e compartilho meus processos de evolução para que as pessoas se sintam inspiradas a correrem atrás de seus próprios sonhos.  Quando eu escrevo, exponho meu ponto de vista. Minha leitora ou meu leitor não necessariamente concorda comigo e, na verdade, concordar ou não é o que menos me importa.

Quando escrevo, estou fazendo uma terapia. Estou tirando algumas conclusões de assuntos que muitas vezes são inconclusivos. Conclusões essas que posso expandir ou até mudar a partir de uma nova informação ou experiência. Quando escrevo, estou racionalizando meus processos de autoconhecimento e conhecimento do mundo.

Quando eu disponibilizo o que estou escrevendo para que as outras pessoas possam ler, minha intenção é que, se sentirem no coração, reflitam sobre e tirem suas conclusões pelas próprias experiências!

Como terapeuta e facilitadora de processos de autoconhecimento, sou praticante da técnica de cura energética ThetaHealing e criei uma Oficina de Autoconhecimento. Essa Oficina tem uma metodologia exclusiva porque é do meu coração para o coração de vocês, eu mesma desenvolvi a partir de estudos de comunicação (sou formada em Jornalismo), cura energética e reprogramação mental (ThetaHealing e outras técnicas) –  então é bem especial mesmo <3

Essa metodologia chamada Sistema de Gerenciamento de Questões Pessoais propõe um novo olhar sobre um “problema” (questão), com foco na *solução*.

Estou produzindo meu primeiro álbum de música como Gabitopia e logo tratei novidades <3

 

Paz e Luz

Nesta categoria, você encontrará textos sobre minha experiência com a espiritualidade. Como um Ser em evolução, faço aqui as reflexões sobre como me conectar com meu Eu superior e como posso ser uma pessoa melhor no meu cotidiano com minha família, amigos, desconhecidos e nas relações profissionais.

Esta categoria é muito mais genérica e estão os textos sobre comportamento, vegetarianismo e outras reflexões sobre o meu estilo de vida ideal.

Estilo de Vida

Esta categoria é muito mais genérica e estão os textos sobre comportamento, vegetarianismo e outras reflexões sobre o meu estilo de vida ideal.

A categoria mais antiga do blog! Em Crônicas você pode ler todos meus textos cheios de aventura, romance, reflexões e, claro, muito beijo na boca. Tudo escrito com muito carinho, cada crônica escrita no tom e no ritmo que achei coerente para o tema.

A categoria mais nova do site, criada em Julho de 2015.  Segundo Aristóteles, a catarse diz respeito à purificação das almas por meio de uma descarga emocional provocada por um drama. Neste espaço exponho porque eu me sinto purificada com algumas obras artísticas, por exemplo: músicas, longas ou curtas ou artes plásticas.

Catarses

A categoria mais nova do site, criada em Julho de 2015.  Segundo Aristóteles, a catarse diz respeito à purificação das almas por meio de uma descarga emocional provocada por um drama. Neste espaço exponho porque eu me sinto purificada com algumas obras artísticas, por exemplo: músicas, longas ou curtas ou artes plásticas.

Em Matérias, publico os textos jornalísticos que produzo de forma independente e livre. Os temas são os mais diversos, inspirados nos últimos acontecimentos ou de temas que são relevantes para mim. Alguns materiais são da época da faculdade em que guardo com muito carinho toda aprendizagem dessa importante fase da minha vida.

Essa categoria foi criada após eu conhecer o campo da manipulação de energia com o objetivo de curar minhas feridas emocionais e fisicas, sanando-as e desobstruindo meus centros de energia para que eu possa cumprir minha missão de forma mais saudável, feliz, em paz e com gratidão. Aqui compartilho o que aprendo.


Gabriela Pagliuca

aka/vulgo Gabitopia

Sou artista e facilito processo de autoconsciência. Alimento o Gabitopia, esse blog, há mais de 11 anos. Estudei e sigo estudando comunicação, facilitação de grupos e técnicas de cura a partir de manipulação de energia (holística).

Meu blog é onde está quase todo meu trabalho como escritora, para saber mais clique aqui. Para saber mais do meu trabalho como facilitadora de processos de autoconhecimento, acesse aqui.

Meu propósito é amar, dar amor e estar em paz. Aqui é meu lar virtual, uma ferramenta para eu cumprir meu papel!

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