Casada

Nunca havia pensado como seria estar casada. Dividir a rotina, o tempo livre, os problemas, as alegrias, o teto, a vida, tudo. Antes de casar, pensava em morar com amigos, namorar bastante tempo, de repente. Viajar e morar em vários lugares. Mas os planos não saem como esperamos, as ondas nos trazem surpresas ao longo do caminho. Mas tudo bem! No meu caso, eu poderia dizer que foram as ondas de protestos de junho de 2013 que o trouxeram pra mim. Há exatos 9 meses, fiz a escolha mais certa que poderia ter feito na vida: dividir diária e constantemente a vida com meu marido. Muitos podem pensar que foi precipitado, que a gente foi rápido demais. Mas quando a decisão é a certa, não tem motivos para adiar. Eu – com minhas carências psicológicas, mimos, manias, infantilidade, instabilidade, sonhos e preocupações desnecessárias – fui aceita (isso mesmo: aceita!) por alguém extraordinário que também aceitei. Por alguém que descubro a cada momento. A vida prepara cada coisa. Nunca havia pensado como seria estar casada. Mas acho que assim é melhor, não crio expectativa e, então, aproveito tudo de bom que há por vir, e lido sem frustrações com o que acontece de ruim. Obrigada, meu amor, por esses nove meses juntos (de novo)! Te reencontrar nessa vida é a única coisa que não poderia jamais me escapar; o resto, a gente... ler mais

26 completos

Como você está aproveitando sua vida até agora? Estou para completar 26 anos e digo: estou aproveitando perfeitamente bem! Que venham os próximos!

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Beijinhos aos meus fãs – sou linda

Vocês já ouviram falar de uma campanha chamada “chega de fiu-fiu”? É uma campanha de conscientização sobre as cantadas que nós, mulheres, ouvimos O TEMPO TODO na rua. Pode ser um fiu-fiu, um “ô lá em casa”, um “noooossa”, um “que gostosa” ou apenas um olhar fixo em nossos peitos, bundas e coxas. Super apoio essa ideia, e luto para que os homens sejam mais conscientes sobre esse problema que atinge muitas mulheres – das mais lindas e saradas até as menos vaidosas. De acordo com meu marido, que não é perfeito, mas é um homem extremamente educado, consciente, respeitoso e do bem, esse tipo de comportamento é de homem idiota e não são todos os homens que são assim. Saber disso me aliviou bastante. No entanto, percebi que os homens não entendem como nós nos sentimos quando somos consideradas pedaços de carne, como se nosso corpo fosse de propriedade pública e que simplesmente seríamos menos revoltadas se os homens guardassem a opinião sobre nós, para eles (ou só comentasse com os amigos, como nós, garotas, fazemos!) e só paquerar e abordar mulheres que estão querendo paquerar em situações adequadas para isso – bares, baladas, etc -, sempre com respeito. Foi então que, semana passada, fui correr de top e shorts e – depois que eu reclamei dessa questão – meu marido me disse que não posso ficar indignada quando os homens idiotas agem assim e que eu não tenho controle sobre o que eles pensam e fazem. Meu pai já tinha opinado que não devíamos ficar bravas, e sim, agir como “obrigada, mas não sou mulher pra você”. É... ler mais

Livros que li em 2013

Em 2013 eu li, pelo menos, dez livros. Talvez eu tenha esquecido de um ou outro, mas aí vai a minha seleção, super eclética. A Profecia Celestina, de James Redfield: depois de 3 anos na fila por indicação de um conhecido e começando 3 ou 4 vezes, em espanhol e em PDF, finalmente comecei e terminei. Este livro mudou minha vida, abriu minha cabeça em diversas áreas. Se você gosta de esoterismo e busca sua evolução espiritual, é muito indicado. Putzgrila! Viagens e amores livros nos anos 80, de Lucio Martins Rodrigues: um livro inspirador sobre uma jovem adulta que faz diversas viagens, em diversos contextos. Seus amores e aventuras que aconteceram de verdade são descritos de uma forma leve e que prende muito o leitor. Fiquei com vontade de sair viajando por esse mundão! My Life in Pink and Green, de Lisa Greenwald: esse livro, até onde sei sem tradução em português, foi escolhido por mim em 2010 para treinar meu inglês. Também deixei ele no armário e esse ano resolvi recuperar. Consegui ler inteiro (o primeiro em inglês que li completo), reforçando, pra mim mesma, minha fluência no idioma. O livro é uma história de uma pré adolescente que tenta salvar o negócio de sua família, uma farmácia/conveniência. A saída que ela encontra é transformar o ambiente em um lugar mais “verde”. É um livro do estilo O Diário da Princesa (Meg Cabot), facinho de ler, história pra adolescente, mas valeu a pena, pois também gosto de escrever esse tipo de história. A Revolução dos Bichos, de George Orwell: mesmo autor de 1984, um dos meus livros preferidos. Essa clássica história conta... ler mais

Sublime

Cheguei no prédio onde minha mãe mora há mais de 20 anos e senti um frio na barriga. Será que as lembranças ainda estariam vivas? Resisti por muitos meses visitar mamãe por causa dele. Mas a história teria que ser superada. Aliás, já tinha sido: eu tinha tido outros namorados, vivido outras histórias, sofrido outras decepções. Ao sair do elevador, vi a porta do apartamento dele aberta. Eu já estava com a chave da porta na mão. Antes que eu pudesse encostar na maçaneta, percebi o elevador de serviço abrir. Escutei a voz dele dizer: “vou colocar essa mala pra segurar o elevador”. Olhei pra trás. Ele olhou pra mim. Parou sem dizer nada. Eu não conseguia abrir a porta: tremia e fiquei gelada. Respirei fundo. A voz feminina já conhecia dizia: “que foi, filho? Me ajuda aqui, está pesado”. Esses poucos segundos se tornaram eternos. Estávamos nos encarando sem dizer nada e sem demonstrar nenhuma reação. Nem surpresa, nem alegria, nem medo, nem tristeza. A mãe dele saiu do elevador. Deixou uma caixa no chão. Olhou pra mim e abriu um sorriso. “Olha quem finalmente veio visitar a mamãe! Dudinha, querida, quanto tempo!” e veio em minha direção. Aquela mistura de alegria e tristeza ao encontrar dona Amália e seu filho Antonio era a única coisa que tentei evitar durante todo esse tempo. Sorri. Ela se aproximou e me deu um abraço. Afastou seu rosto do meu, me olhando nos olhos, tocando em meu rosto. Ela me beijou a bochecha e disse: “como você está linda! Sua pele, seu cabelo!”. Eu abri a porta de casa e deixei... ler mais

Razão ou emoção?

  Sabe aquele lugar comum: “pimenta nos olhos dos outros é refresco”? É clichê, mas não é mentira. Veja o que acontece entre minha melhor amiga e eu, por exemplo. Somos muito companheiras, ela sabe tudo de mim e eu dela (viver perigosamente!). Trocamos conselhos e experiências. Somos tão próximas que às vezes penso que ela sente as mesmas coisas que eu. Mas não tem jeito, quando é ela quem está sofrendo de amor, talvez eu dê conselhos que ela já havia me dado quando era eu a com coração partido. A decepção amorosa de sua melhor amiga pode não fazer sentido pra você, que está fora. Você pode tentar consolá-la dizendo que o cara não a merece ou que eles já não estavam indo bem mesmo. Pô! E daí? Ela está sofrendo. Claro que isso não significa que você não se importe com ela ou que seus problemas sejam maiores. Não é isso! A questão é que a emoção cega, faz mesmo tudo parecer um monstro de sete cabeças. A mesma coisa com a felicidade dos primeiros momentos de um relacionamento. Você acha que é um pouco perigoso sua amiga se iludir, pede pra ela tomar cuidado. Mas foi ela quem te disse isso há alguns meses, quando você conheceu seu ex, lembra? E você não acatou o conselho, do contrário, não teria sofrido com o rompimento. Quando o negócio é com você, a história muda completamente e o conselho que você deu pra ela, não vai fazer sentido na sua própria cabeça… E ainda vai argumentar que a situação é diferente, o que pode até ser, mas todo... ler mais

Madri 1 / 2010

 Elas se conheceram por email. O único ponto óbvio em comum era que buscavam uma casa tranquila, para dividir com mais 3 meninas, no máximo. Talvez por vontade própria ou influência dos pais. Elas estavam para morar na Espanha, cursar um semestre da faculdade de Madri. Quatro meninas de 18, 20, 22 e 23 anos. A mais velha era casada e de Natal (RN). A outra tinha o cabelo todo de dread e era vegetariana. A segunda mais nova era do interior de São Paulo, mas já havia tido outra experiência no exterior. A mais nova, além de ser a mais nova, era a única loira. Uma fazia educação física, outra turismo, outra jornalismo e outra publicidade. Uma não parava de falar, as outras procuravam vácuos que pudessem se expressar. Uma segunda não passava um dia sem fazer as outras rirem das palhaçadas. A outra só escutava e observava, sempre com coisas inteligentes a comentar. A quarta não desgrudava da internet ou do telefone com os pais ou o namorado. Logo no início de começarem a se corresponderem por email, descobriram características comuns e diferenças. A priori, nada tinha para dar errado, tampouco tinha nada para dar tão certo. As três paulistas combinaram de se conhecer. A potiguar chegou chegando na primeira tarde – mas as outras a fizeram esperar algumas longas horas trancadas fora de casa porque foram explorar o bairro e foram ao mercado. Nem assim ela perdeu a graça. Fez um jantar especial, com comida vegetariana para a mais doidinha (que ainda reclamou e disse que não ia comer porque tinha caldo de galinha – e... ler mais

Viver

  Mais que sofrer, é preciso viver a dor. Sofrer é ter certeza que estamos vivos. E nessa hora, todos os clichês são válidos. “O que não nos mata, nos fortalece” ou “valorizamos mais a felicidade quando sabemos o que é a tristeza” e por aí vai. Quem dera, não é mesmo, viver apenas os momentos bons. Pular os ruins. Enjoaríamos, será? Não ficaríamos mais frágeis? Não aprenderíamos menos? Então, vivenciando tudo isso com a maior intensidade possível, consigo começar a entender o que é amadurecer. Não é deixar de sofrer; não é, tampouco, estar infeliz por estar sofrendo. É aproveitar o momento de sofrimento e da angústia, mas mantendo-se equilibrado. Saber aproveitar uma oportunidade, uma volta no bairro, uma ida a um evento especial. Não é entrar em depressão, pensar que o mundo acabou. Sofremos porque perdemos. Perdas existem porque fazemos escolhas. Maturidade é aprender a fazer boas escolhas. Fazemos boas escolhas para o nosso... ler mais

Procura-se novo e grande amor

Quero alguém que eu possa ligar para compartilhar quando coisas boas acontecem, para me apoiar com as coisas ruins, e vice-versa – quero ser a primeira pessoa que ele pensaria em compartilhar. Quero um companheiro, e não vou deixar de buscar, mesmo que passe a vida inteira buscando. Não vou deixar de me entregar pensando que posso me machucar. Vou amar intensamente, desde o primeiro dia, esperando que o outro também sinta o mesmo. Vou sofrer, sim, muitas outras vezes, mas não vou deixar de procurar meu grande amor. Eu já pensei que tinha encontrado minha cara metade algumas vezes. Sofri, fui usada, até humilhada. Quem me amou, estava longe o bastante para me esquecer. Quem amei, me feri o bastante para esquecer. E talvez eu passe por isso, ainda, muitas vezes. Todas as feridas se fecharam, e estou disposta a ter tantas outras, desde que encontre, em cada um que eu amar, meu grande amor. Tudo bem se for ilusão, se não for intenso por parte dele. Vou sempre dizer “pensei que fosse você, meu grande amor”, e vai passar. Vou seguir minha busca. Não vou ser dependente, ele não tem que se preocupar, não sou assim. Não quero encontrar alguém que me complete. Já dizia Clarice, não? Alguém que me transborde. Quero que formemos uma superpessoa, que nos respeitemos e nos amemos até ficarmos velhinhos. Não vou deixar de buscar o amor perfeito, mesmo que eu o busque pelo resto da vida e encontre mais de um,... ler mais
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Gabriela Pagliuca é Gabitopia

Sou escritora, terapeuta holística, facilitadora de processos de autoconhecimento e estou colocando “Ritmo” em meus escritos (Poesias) e fazendo um RaP disso tudo, um rap no estilo “zen vergonha”, risos.

Eu amo escrever e compartilho meus processos de evolução para que as pessoas se sintam inspiradas a correrem atrás de seus próprios sonhos.  Quando eu escrevo, exponho meu ponto de vista. Minha leitora ou meu leitor não necessariamente concorda comigo e, na verdade, concordar ou não é o que menos me importa.

Quando escrevo, estou fazendo uma terapia. Estou tirando algumas conclusões de assuntos que muitas vezes são inconclusivos. Conclusões essas que posso expandir ou até mudar a partir de uma nova informação ou experiência. Quando escrevo, estou racionalizando meus processos de autoconhecimento e conhecimento do mundo.

Quando eu disponibilizo o que estou escrevendo para que as outras pessoas possam ler, minha intenção é que, se sentirem no coração, reflitam sobre e tirem suas conclusões pelas próprias experiências!

Como terapeuta e facilitadora de processos de autoconhecimento, sou praticante da técnica de cura energética ThetaHealing e criei uma Oficina de Autoconhecimento. Essa Oficina tem uma metodologia exclusiva porque é do meu coração para o coração de vocês, eu mesma desenvolvi a partir de estudos de comunicação (sou formada em Jornalismo), cura energética e reprogramação mental (ThetaHealing e outras técnicas) –  então é bem especial mesmo <3

Essa metodologia chamada Sistema de Gerenciamento de Questões Pessoais propõe um novo olhar sobre um “problema” (questão), com foco na *solução*.

Estou produzindo meu primeiro álbum de música como Gabitopia e logo tratei novidades <3

 

Paz e Luz

Nesta categoria, você encontrará textos sobre minha experiência com a espiritualidade. Como um Ser em evolução, faço aqui as reflexões sobre como me conectar com meu Eu superior e como posso ser uma pessoa melhor no meu cotidiano com minha família, amigos, desconhecidos e nas relações profissionais.

Esta categoria é muito mais genérica e estão os textos sobre comportamento, vegetarianismo e outras reflexões sobre o meu estilo de vida ideal.
Estilo de Vida

Esta categoria é muito mais genérica e estão os textos sobre comportamento, vegetarianismo e outras reflexões sobre o meu estilo de vida ideal.

A categoria mais antiga do blog! Em Crônicas você pode ler todos meus textos cheios de aventura, romance, reflexões e, claro, muito beijo na boca. Tudo escrito com muito carinho, cada crônica escrita no tom e no ritmo que achei coerente para o tema.

A categoria mais nova do site, criada em Julho de 2015.  Segundo Aristóteles, a catarse diz respeito à purificação das almas por meio de uma descarga emocional provocada por um drama. Neste espaço exponho porque eu me sinto purificada com algumas obras artísticas, por exemplo: músicas, longas ou curtas ou artes plásticas.
Catarses

A categoria mais nova do site, criada em Julho de 2015.  Segundo Aristóteles, a catarse diz respeito à purificação das almas por meio de uma descarga emocional provocada por um drama. Neste espaço exponho porque eu me sinto purificada com algumas obras artísticas, por exemplo: músicas, longas ou curtas ou artes plásticas.

Em Matérias, publico os textos jornalísticos que produzo de forma independente e livre. Os temas são os mais diversos, inspirados nos últimos acontecimentos ou de temas que são relevantes para mim. Alguns materiais são da época da faculdade em que guardo com muito carinho toda aprendizagem dessa importante fase da minha vida.

Essa categoria foi criada após eu conhecer o campo da manipulação de energia com o objetivo de curar minhas feridas emocionais e fisicas, sanando-as e desobstruindo meus centros de energia para que eu possa cumprir minha missão de forma mais saudável, feliz, em paz e com gratidão. Aqui compartilho o que aprendo.

Gabriela Pagliuca

 

Sou escritora e atendo como terapeuta holística. Alimento o Gabitopia, esse blog, há mais de 10 anos. Estudei e sigo estudando comunicação, facilitação de grupos e técnicas de cura a partir de manipulação de energia (holística).

Meu blog é onde está quase todo meu trabalho como escritora, para saber mais clique aqui. Para saber mais do meu trabalho como terapeuta, acesse aqui.

Meu propósito é amar, dar amor e estar em paz. Aqui é meu lar virtual, uma ferramenta para eu cumprir meu papel!

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