Minha busca pela paz num mundo cheio de injustiça

Minha busca pela paz num mundo cheio de injustiça

Há algum tempo me deparei no seguinte conflito: como posso estar em paz, num mundo cheio de injustiça? Parecia que carregava em minhas costas todo peso do mundo. Percebi que estar em busca pela paz não significa aceitar situações ruins ou fingir que elas não existem, significa manter um estado de tranquilidade enquanto faço o que estiver ao meu alcance para colaborar por um mundo melhor. No meu caminho de autoconhecimento estou adquirindo algumas convicções, como as premissas: “prefiro estar em paz a estar certa” e “não posso mudar os outros, só posso mudar a mim mesma”. Ao mesmo tempo, como poderia não lutar pelo que acredito? Minha razão diz, então, que eu tenho que fazer algo em relação à realidade do mundo, mas minha intuição me leva para esses conceitos iniciais, e eu me via numa contradição. Se eu paro de lutar e fico em paz, caminho em direção ao conformismo? Estaria me tornando resignada? Com ajuda do meu livro preferido, o dicionário, alguns conflitos semânticos se tornaram mais claros. Em 2013, ganhei do meu irmão o “novíssimo Aulete”. De acordo com ele, alguns dos significados de resignação são: “submissão aliada à constância e paciência face aos infortúnios; paciência no sofrimento, coragem para suportar os rigores dos infortúnios, constância em uma situação sem que se reaja contra ela, ou sem que o paciente se lamente dela”. Já o resignado é quem “se submete voluntariamente a uma força superior, que se conforma com sua sorte”. Coragem e paciência combinam comigo, mas submissão e conformismo – nem de longe! Então, como resolver essa contradição? O que me ajudou foi a... ler mais
Cósmica – Forfun

Cósmica – Forfun

Fiquei muito feliz que o post das 6 músicas filosóficas teve uma repercussão linda no grupo Forfunáticos do Facebook. Um dos comentários foi pedindo pra analisar a música Cósmica, e outra pessoa comentou que não ia ler porque não tinha Cósmica. Então, aqui vai. Essa é uma das minhas músicas preferidas também. Amo muito, mesmo. Essa é uma música MUITO filosófica, que daria pra falar muito mais coisa. Cada palavra escolhida está cheia de significados e dá pra conversar por horas sobre cada uma delas. Faço meu melhor abaixo, mas se eu esquecer de algo, não hesite em complementar. Cósmica – Forfun Cósmica Eletromagnética (Cósmica faz referência a tudo que tem a ver com o universo, da natureza. Eletromagnética faz referência a tudo que faz interação com campos eletros e magnéticos. As primeiras duas palavras dessa música já indicam que os caras estão falando sobre energias mais sutis, menos perceptivas a olho nu. Por estar no feminino, tenho a impressão de que eles estão falando de uma força feminina, como a Mãe Terra, ou alguma Deusa. Ou a própria Cósmica. No entanto, fica bem aberto para interpretações.) Distribui sorrisos Canaliza positivos ventos Por onde passa (Ah, essa parte é tão eu! Não que eu seja assim o tempo todo, mas é a frequência que tenho a intenção de manter. Distribuir sorrisos verdadeiros, ainda que a situação da vida não seja a melhor. Canalizar ventos positivos por onde passa é, na minha interpretação, vibrar nessa energia que a música bem explica e contagiar as pessoas ao redor com essa energia.) Quântica, calma e dialética (Quântica faz referência, na minha interpretação, ao... ler mais
Meditação pós sessão: o que fazer após abrir os olhos

Meditação pós sessão: o que fazer após abrir os olhos

Em abril desse ano fui ao Retiro de Meditação em Nobre Silêncio no Templo Zulai. Foram 3 dias de várias sessões de meditação e palestras com as mestras monjas budistas. A maioria das sessões eram feitas na sala de meditação, onde sentávamos em silêncio e ficávamos cerca de 20 minutos meditando. Uma sessão que gostava muito era meditação caminhando em volta da sala. Outras sessões eram feitas ao ar livre, parados ou em movimento lentos. Os trabalhos monásticos também estavam nas atividades e eram “tarefas domésticas” em grupo. Quase dispensável dizer que tudo feito em total silêncio. Todas as atividades tinham a intenção de serem feitas em meditação, com consciência total no aqui e agora. Esse é, pra mim, o grande segredo: fazer tudo de forma consciente, alerta, presente. Não deixar que os pensamentos nos dominem, e sim utilizá-los como ferramentas para resolução de questões da vida. Tudo que vou relatar é parte da minha experiência, do meu ideal de prática e não uma verdade absoluta. Quando estamos sozinhos é mais fácil manter esse estado, então eu procuro passar algum tempo sozinha praticando isso. Espero que minha experiência possa inspirar alguém: 1. Respiração Certa vez vi um vídeo que falava sobre o fato de que se controlarmos a respiração, controlamos nossas emoções. Naquele mesmo dia, tive um pequeno ataque ao perceber que meu chuveiro estava pegando fogo durante meu banho. Mesmo depois que percebi que o fogo começou e parou ali mesmo, só fui me tranquilizar quando eu falei: “hoje ouvi se eu respirar devagar meu desespero acaba”. Dito e feito! Respirei uma… Duas… Três… O fogo tinha ido embora e meu... ler mais
Talvez você não tenha compaixão, e sim resistência

Talvez você não tenha compaixão, e sim resistência

Uma reflexão sobre o feminismo no paradigma do amor e o direito que as mulheres têm de expressarem seus medos e revoltas como sua consciência mandar. “A tudo que resiste, persiste” (esse texto fala sobre resistência no âmbito pessoal, não da luta do movimento) Um dos argumentos mais furados de pessoas que discordam do feminismo é que o paradigma do movimento é a revolta, ódio e resistência no lugar da busca de mudança pelo amor. Se o argumento é o amor, não deveria haver compaixão pelas mulheres, ao invés de culpar a vítima? Sou feminista e trabalho meu lado espiritual, tentando me manter conectada com meu verdadeiro Ser, em paz. Aos poucos, percebi que não lidava bem com “cantadas” (que são, na verdade, assédios) e minha energia caía muito quando eu ficava revoltada com esse assunto. Trabalho isso, portanto, há algum tempo e cerca de um ano finalmente consegui encontrar um pouquinho de conforto para lidar com essas situações no meu dia a dia. Aqui vou compartilhar meu caminho escolhido e meu argumento a favor das mulheres. Minha ideia foi trabalhar a compaixão e o perdão no momento em que sou assediada na rua, pois parti da premissa que “sentir raiva é como tomar veneno e querer que o outro morra”. Decidi, dessa forma, não deixar que medo e a raiva me possuam. Entendo que me conectar com o meu verdadeiro Ser é não ter resistência ao que é, deixar fluir. Resistência é sinônimo de sofrimento e ter raiva, xingar e querer tirar satisfação de um cara que me mandou um beijo é resistir. De fato, eu sofria muito; tinha... ler mais
4 propostas para uma vida mais feliz

4 propostas para uma vida mais feliz

Estive refletindo sobre algumas propostas que eu me fiz nos últimos anos e que têm me ajudado na minha caminhada. Resolvi compartilhar quatro delas, para o caso fazer sentido para outras pessoas também: 1. Praticar o não julgamento O julgamento pode até ser uma ferramenta útil para fazermos escolhas mais adequadas em nossa vida cotidiana. Escolhas essas que vão mais de acordo com nosso propósito e para que utilizemos todo nosso potencial. Minha impressão é, no entanto, que ficamos viciados em julgar e nossa mente coloca rótulos o tempo todo, em tudo e em todos. No lugar do ciclo sem fim de julgamento, a proposta é ter discernimento para que as nossas próprias escolhas sejam feitas com sabedoria. Julgamento excessivo colabora com nossa infelicidade porque resistimos ao que simplesmente é. A medida em que pensamos que se não está dentro dos nossos planos está errado, traçamos uma estratégia para mudar e nunca nos contentamos com o que temos no presente momento. Parar de julgar o tempo todo nos mostra que as coisas acontecem exatamente como devem acontecer e que as pessoas são exatamente como elas devem ser. Parando de julgar conseguimos tirar aprendizado de todas as situações. Ter discernimento auxilia no momento em que precisamos fazer escolhas porque passamos a ser mais conscientes de nossas opções e quais as consequências de cada uma delas. Além de parar de julgar outras pessoas e situações, precisamos, definitivamente, parar de julgar nós mesmos porque esse julgamento sempre vem com comparações injustas e com a sensação de que não somos suficientes. Desde a roupa da colega que você acha de horrível e de mau gosto, até situações em que não vemos nenhum... ler mais
Tragédia dos Comuns: uma teoria

Tragédia dos Comuns: uma teoria

Hoje vou no último show na minha cidade de uma banda que eu adoro, a Scracho, porque eles também vão romper com a formação atual da banda Por isso, resolvi fazer um Catarse que há semanas está na fila. A música se chama Tragédia dos Comuns e é uma canção bem simples de ser compreendida sem a necessidade de entender a teoria que está por trás, a tal Teoria da Tragédia dos bens Comuns. A Teoria de Garrett Hardin (1968) Atuo profissionalmente em uma ONG que lida com questões socioambientais e uma das várias teorias que usamos para compreender é a própria Tragédia dos Bens Comuns e suas possíveis soluções. Veja esse vídeo esclarecedor: Como podem ver no vídeo, a Teoria diz respeito a recursos de livre acesso, que todos podem utilizar para seu próprio benefício e todos possuem, de fato, boas razões individuais para usar, incentivos. Porém, cada um acaba explorando mais e, como nesse contexto, o prejuízo individual é menor comparando com o prejuízo coletivo, o recurso acaba se exaurindo. Como diz o rapaz no vídeo “em outras palavras, seu incentivo individual convida todos a uma ruína geral”. Ainda que uma pessoa se conscientize que não deveria usar dessa determinada maneira o bem comum e deixe de fazer, outra pessoa menos consciente fará no seu lugar e, com isso, o problema ainda existirá. Como existe benefício individual, acontece o caos. As soluções oferecidas pelo teórico que sistematizou a Tragédia dos Comuns são duas: 1) propriedade estatal: a parte boa disso é que todos ainda podem compartilhar do recurso, como parques naturais. A parte negativa é que os tomadores de decisão “não... ler mais
6 fatos que me ajudaram a desenvolver minha espiritualidade

6 fatos que me ajudaram a desenvolver minha espiritualidade

Costumo dizer que a espiritualidade mudou minha vida. Sempre senti um vazio enorme no meu coração que não sabia explicar. Aos 18 anos, rompi definitivamente com a Igreja Católica, pois percebi que não me identificava com os dogmas e, principalmente, não concordava com a forma que igreja (pelo menos a que eu frequentava) propagava a palavra de Deus por meio do medo, e não do Amor. Desde que me lembro, sempre tive tristezas repentinas – “crises de depressão” – por causa daquele vazio interior. Minha mãe, muito espiritualizada, sempre me pediu que eu procurasse Deus, independentemente da religião. Após algum tempo da ruptura e resistência, dei ouvidos a seus conselhos e me libertei dos preconceitos para iniciar minha busca pela espiritualidade, entendendo – finalmente – que isso não depende de religião e igreja. A seguir, listo algumas atitudes que, no meu caso, definiram o início dessa jornada que não teve e não terá volta: 1. Desliguei a televisão e passei a vivenciar experiências fora da minha zona de conforto A mídia funciona, em modo geral, assim: o conteúdo difunde medo e os comerciais vendem soluções para nossa infelicidade. Percebi que a realidade não está na televisão e sim nas nossas experiências de vida. Comecei a fazer trabalho voluntário e atuar profissionalmente em ONGs que lidam com problemas sociais e ambientais. Essa, pra mim, é a realidade que precisamos saber: a que podemos, com nosso trabalho, efetivar mudanças. Nenhuma grande reportagem, por melhor que seja, substitui a vivência. Como a mídia tradicional já migrou para os meios digitais, precisamos escolher as fontes e procurar jornalismo independente e confiável. Não precisamos... ler mais
6 músicas filosóficas que talvez você não conheça

6 músicas filosóficas que talvez você não conheça

Mais uma vez, aqui na categoria nova “Catarses” vou falar da minha banda preferida, a Forfun. De acordo com a própria , eles vão romper com a formação atual e, por isso, não teremos coisas novas com essa conjuntura – infelizmente, pra mim, já que gosto bastante de como eles fazem música e expressam seus pensamentos e sentimentos. Há cerca de 7 anos acompanho o trabalho desses quatro rapazes do Rio de Janeiro. Já fui em pelo menos 15 shows (talvez mais, mas sério, perdi a conta!) em pelo menos 5 cidades (S. Paulo, Santos, Rio, Jundiaí e SBC). Durante esse tempo todo escuto o mesmo preconceito de muita gente: “Forfun é emo!”, “Forfun é música de mimimi”, “Forfun é História de Verão”. Não que eu realmente *me importe* com essas críticas, pois sei as razões pelas quais gosto da banda. A única coisa que eu sinto muito mesmo (por essas pessoas) é o fato de elas não conhecerem algumas músicas incríveis que poderiam ajudar na expansão da consciência. Por isso, tive a ideia de compartilhar 6 (das dezenas) músicas deles que me fizeram e ainda fazem refletir, mas que muita gente ignora porque fica presa a opiniões inflexíveis sobre tudo. Sempre recomendo, primeiro, conhecer alguma coisa com certa profundidade para, depois, emitir uma opinião. A música #6 tem uma história curiosa que resume a vergonha alheia do preconceito. A seguir, você confere minhas impressões sobre as músicas Morada, Gruvi Quântico, Cigarras, O Viajante, Eremita Moderno e Siga o Som. Para quem sentir em seu coração a vontade de escutar e se aprofundar, deixei o vídeo junto e um link da letra (que pode conter erros por... ler mais
Infinitas Possibilidades (Forfun)

Infinitas Possibilidades (Forfun)

Bem vind@ a uma categoria nova, a “Catarses”. Na Wikipédia, encontra-se uma definição suficiente: “Segundo Aristóteles, a catarse refere-se à purificação das almas por meio de uma descarga emocional provocada por um drama”. Portanto, nesse espaço, vou tentar (porque cada Ser é único e suas experiências também) mostrar aqui porque eu me sinto purificada com algumas obras artísticas. A maioria das vezes em que eu falar de música, provavelmente, não vou falar sobre a melodia/ritmo/instrumentos, e sim sobre a letra, pois não tenho palavras pra dizer o que sinto quando escuto elas.  E, lógico, isso será apenas MINHA interpretação, pode ser que você entenda de forma totalmente diferente. Se você já gosta da música, pode colaborar com esse post sobre ela, comentando suas percepções sobre o som e a letra. A primeira é a música Infinitas Possibilidades, da banda Forfun (minha preferida) , do álbum Polisenso, de 2008. Se ainda não conhece, você pode escutá-la aqui: Em 2009 escrevi algo sobre o Forfun. Como é um texto velho, vale apenas para ilustração. Abra a aba aqui e leia depois que acabar de ver esse post. Infinitas Possibilidades – Forfun A batida já te joga no chão, te dá uns choques em uma explosão de sons incríveis… Você sente isso também? Vamos à letra: Duas libélulas passaram voando e anunciando a melodia celeste (Melodia celeste = músicas vindas do céu. Conexão total com a espiritualidade. Entendo que aqui o artista quis mencionar mensagens vindas do além e nos ostrar que somos mais do que nossos corpos físicos) Trazendo novos conceitos a nós, os humanoides, na jornada terrestre (Entendo essas “melodias celestes” como se fossem mensagens de... ler mais
Meditação como estilo de vida: um relato pessoal

Meditação como estilo de vida: um relato pessoal

Baixe o PDF com o conteúdo desse post Por Haydée* Esse material foi desenvolvido após reflexão individual e com entes amados, principalmente com meu marido. É a minha colaboração com o tema “meditação”. Esse é um relato de como isso funciona pra mim, portanto pessoal, e espero que ajude quem também estiver nessa busca de felicidade e paz interior. Considere essas palavras como sendo minha verdade, meu caminho, e que pode não ter nada a ver com o seu. Não tem problema, ninguém está errado, cada um tem seu jeito de viver. Também considere a possibilidade de eu estar errada em algum aspecto, principalmente quando se trata de opinião sobre algum tópico. Além de compartilhar, também estou disposta a ouvir outros relatos e sugestões de melhorias para minha prática. Se algo aqui te tocar, saiba que você tem com quem contar, pois há mais gente nessa busca. Porém, saiba que cada caminho é único. Conhecer as experiências dos outros apenas ajuda, então é importante cada um buscar sua verdade. “O Caminho não é como uma estrada; é mais como um pássaro voando no céu sem deixar rastros.” (Tao: Sua história e seus ensinamentos – Osho) 1. Saiba o que você quer, o que te faz feliz   Uma dica, que sistematizando seria um primeiro passo na busca de atingir uma frequência mais elevada de vibração, é olhar para dentro de você e se perguntar o que te faz verdadeiramente feliz. Não estou falando em passar por cima de todos e tudo para conseguir o que se quer. Estou me referindo a buscar um propósito maior para sua vida com amor.... ler mais
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Confira meu Single A Resistência das Minas

 

Sou escritora, terapeuta holística, facilitadora de processos de autoconhecimento e estou colocando “Ritmo” em meus escritos (Poesias) e fazendo um RaP disso tudo, um rap no estilo “zen vergonha”, risos.

Eu amo escrever e compartilho meus processos de evolução para que as pessoas se sintam inspiradas a correrem atrás de seus próprios sonhos.  Quando eu escrevo, exponho meu ponto de vista. Minha leitora ou meu leitor não necessariamente concorda comigo e, na verdade, concordar ou não é o que menos me importa.

Quando escrevo, estou fazendo uma terapia. Estou tirando algumas conclusões de assuntos que muitas vezes são inconclusivos. Conclusões essas que posso expandir ou até mudar a partir de uma nova informação ou experiência. Quando escrevo, estou racionalizando meus processos de autoconhecimento e conhecimento do mundo.

Quando eu disponibilizo o que estou escrevendo para que as outras pessoas possam ler, minha intenção é que, se sentirem no coração, reflitam sobre e tirem suas conclusões pelas próprias experiências!

Como terapeuta e facilitadora de processos de autoconhecimento, sou praticante da técnica de cura energética ThetaHealing e criei uma Oficina de Autoconhecimento. Essa Oficina tem uma metodologia exclusiva porque é do meu coração para o coração de vocês, eu mesma desenvolvi a partir de estudos de comunicação (sou formada em Jornalismo), cura energética e reprogramação mental (ThetaHealing e outras técnicas) –  então é bem especial mesmo <3

Essa metodologia chamada Sistema de Gerenciamento de Questões Pessoais propõe um novo olhar sobre um “problema” (questão), com foco na *solução*.

Estou produzindo meu primeiro álbum de música como Gabitopia e logo tratei novidades <3

 

Paz e Luz

Nesta categoria, você encontrará textos sobre minha experiência com a espiritualidade. Como um Ser em evolução, faço aqui as reflexões sobre como me conectar com meu Eu superior e como posso ser uma pessoa melhor no meu cotidiano com minha família, amigos, desconhecidos e nas relações profissionais.

Esta categoria é muito mais genérica e estão os textos sobre comportamento, vegetarianismo e outras reflexões sobre o meu estilo de vida ideal.
Estilo de Vida

Esta categoria é muito mais genérica e estão os textos sobre comportamento, vegetarianismo e outras reflexões sobre o meu estilo de vida ideal.

A categoria mais antiga do blog! Em Crônicas você pode ler todos meus textos cheios de aventura, romance, reflexões e, claro, muito beijo na boca. Tudo escrito com muito carinho, cada crônica escrita no tom e no ritmo que achei coerente para o tema.

A categoria mais nova do site, criada em Julho de 2015.  Segundo Aristóteles, a catarse diz respeito à purificação das almas por meio de uma descarga emocional provocada por um drama. Neste espaço exponho porque eu me sinto purificada com algumas obras artísticas, por exemplo: músicas, longas ou curtas ou artes plásticas.
Catarses

A categoria mais nova do site, criada em Julho de 2015.  Segundo Aristóteles, a catarse diz respeito à purificação das almas por meio de uma descarga emocional provocada por um drama. Neste espaço exponho porque eu me sinto purificada com algumas obras artísticas, por exemplo: músicas, longas ou curtas ou artes plásticas.

Em Matérias, publico os textos jornalísticos que produzo de forma independente e livre. Os temas são os mais diversos, inspirados nos últimos acontecimentos ou de temas que são relevantes para mim. Alguns materiais são da época da faculdade em que guardo com muito carinho toda aprendizagem dessa importante fase da minha vida.

Essa categoria foi criada após eu conhecer o campo da manipulação de energia com o objetivo de curar minhas feridas emocionais e fisicas, sanando-as e desobstruindo meus centros de energia para que eu possa cumprir minha missão de forma mais saudável, feliz, em paz e com gratidão. Aqui compartilho o que aprendo.

Gabriela Pagliuca

aka/vulgo Gabitopia

Sou artista e facilito processo de autoconsciência. Alimento o Gabitopia, esse blog, há mais de 11 anos. Estudei e sigo estudando comunicação, facilitação de grupos e técnicas de cura a partir de manipulação de energia (holística).

Meu blog é onde está quase todo meu trabalho como escritora, para saber mais clique aqui. Para saber mais do meu trabalho como facilitadora de processos de autoconhecimento, acesse aqui.

Meu propósito é amar, dar amor e estar em paz. Aqui é meu lar virtual, uma ferramenta para eu cumprir meu papel!

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