Aprendi com os homens no romance: jogar e ganhar

Por que não ligam no dia seguinte? Por que somem do mapa? Por que não me procuram mais? É o que algumas mulheres se perguntam, mas sabem que os homens nunca vão mudar. Mas vocês, homens não sabem que as mulheres são as que sempre mudam… Mudam por necessidade, por amor e por tédio. Os homens são sempre os mesmos, sempre usam os mesmos pretextos, os mesmos motivos e as mesmas desculpas.  Com uma exceção, outro dia ouvi uma desculpa que nunca tinha escutado. Um amigo meu que é amigo de um amigo de um conhecido meu (depois mulher que é fofoqueira) me disse que o carinha que eu estava de rolo sumiu por que eu estava agindo como os homens, que tinha perdido as características femininas em um romance, não corria atrás dele, dizia que estou, mas não demonstro, interessada… Que estou agindo como ele! Como assim? E por isso não quer compromisso? Sumiu do mapa depois de conseguir o que queria porque EU estou diferente? Faça-me o favor, se não tá a fim de mim não precisa me procurar, mas não venha com xorumelas. Se eu mudei é porque vocês, homens, já esgotaram minha paciência e de tanto me fazer de idiota, estou começando a aprender. É claro que vocês são e sempre serão os originais, não posso ser como vocês. Não sou tão insensível, não prefiro um cara-gostoso-sem-nada-na-cabeça, não faço sexo por fazer, mesmo não necessariamente querendo uma coisa séria, nunca poderia atingir o nível de falta de consideração que vocês têm. Quisera eu aprender, quem sabe não consigo?           Estou começando a me divertir mais, como... ler mais

Pensavam que era hippie, que estava protestando, sei lá.

            Fui pra Valencia no feriado de San José e parei para descansar. Perto de mim, uma menina sentada em uma toalha colorida, com a estampa do Senhor do Bonfim – da Bahia, por isso me chamou atenção -, com um casaco também colorido e uma mochila rosa. Não estava fazendo nada, só sentada ali, mudando de posição, uma hora sentada, outra deitada e às vezes de pé. Uma hora ela saiu, mas depois voltou. Um menino se aproximou dela e perguntou se estava tudo bem, ela disse que sim. Depois um grupo de adolescentes tirava fotos e quis tirar com ela, ela disse que não tinha motivo, que não havia motivo e os meninos foram embora sem a foto. Logo depois um homem se aproximou cauteloso: “posso te fazer uma pergunta?”, ela olhou pra ele sorrindo e ele continuou: “o que você quer transmitir? Paz?”, ela riu, disse: “desculpa, não entendi.”, e ele sorriu falando: “é que você ai sentada transmite muita paz, é isso que você quer transmitir?” e ela: “se eu transmito paz, melhor, mas na verdade eu só estou entediada esperando meus amigos chegarem”. O homem ficou sem graça e foi se explicando: “é porque você sentada e deitada assim, como você está parecia que queria passar algo e, sem vergonha de transmitir o que quer, uma paz, continue assim, viu, não mude!”, e saiu. Ela não estava entendendo nada, pelo o que ela disse só estava entediada e esperando seus amigos. Antes ela devia pensar que era mania de perseguição, porque achava que algumas pessoas a olhavam, mas depois dessas... ler mais

Soledad

Lendo um livro deitada na minha cama senti um coçar em minhas costas. Já estava me vendo mais magra nos espelhos, com calças largas e as blusas não marcavam tanto, mas quando minhas costas começaram a coçar, cocei. Senti minha pele. Deixei minha mão lá, parada, nas costas. Minha calça estava mais baixa por conta da magreza. Senti e senti pena do meu corpo. Não por nada, estava mais bonita, menos pesada, mais solta. Mas porque ele não pode ser de alguém? Ser tocado? Abraçado pelas cinturas? Porque tem que ser sozinho, não pode encaixar com ninguém? Porque tem que ser solto, sem molde, sem par, sem dono, sem sal, solto? Porque a busca por alguém é tão forte dentro da minha alma? Porque eu sempre tenho que procurar coisas que eu sei que não são importantes? Porque buscar um encaixe, um molde, uma alma gêmea musical e não só aproveitar o momento? Os momentos que eu senti minha pele, sozinha, tocada por mim mesma e senti pena de mim, queria aniquilar da minha mente. Queria sentir minha pele e ficar feliz por ser eu mesma, por me amar. Sentir minha pele das costas e sentir que não estou sozinha, que eu tenho eu, que eu tenho a mim, mas não consigo. Só consigo sentir que não tenho encaixe, não tenho conchinha, não tem ninguém respirando no meu pescoço, mas não consigo entender porque dói tanto.... ler mais

Adianta pensar que dessa vez vai ser diferente?

 Adianta pensar que dessa vez vai ser diferente? Não adianta. Não sei por que ainda tento me apaixonar, não deveria me iludir.  Manne nie werd om ‘n sent Burrat nuk ia vlen as një grosh الرجل لا يساوي فلسا Мужчыны не каштуе ні капейкі Мъжете не струва и стотинка Els homes no val un cèntim 男人一文不值 Muškarci ne vrijedi peni Muži nestojí za penny Mænd ikke værd en krone Mannen niet waard een cent Ilusão, é sempre ilusão.  É por isso que eu odeio me apaixonar, quando isso acontece a gente fica sonhadora, encantada, mais jovem, cuidadosa, vaidosa, forte, corajosa, sorridente, cheia de vida, otimista e esperançosa. Pra que?  Men not worth a penny Mehed ei ole seda väärt kross Lalaking hindi katumbas ng halaga ng salapi Miehet eivät arvosta penniäkään Les hommes ne vaut pas un centime Pra depois pensar o quanto a gente foi idiota de pensar que “um homem como aquele” ia se apaixonar por nós? Nem adianta vir dizer que eles também são inseguros. Não aguento mais ouvir as desculpas masculinas.  Home non vale ningún centavo Männer keinen Pfifferling wert Οι άνδρες δεν αξίζει μια δεκάρα Gason pa vo yon peni גברים לא שווים פרוטה Se não ia ligar, porque pediu o telefone, ou se não ia ligar, porque disse mil vezes que ia? Por quê? Pra que? Homens se acham muito importante. A gente perde os sonhos, os encantos, envelhecemos, paramos de cuidar de nós mesmas, nos tornamos fraca e sem coragem, chorosa, com pouca vida, pessimista e sem esperança.  नहीं एक पैसा मूल्य पुरुष Férfiak nem érdemes egy fillért Men er ekki þess... ler mais

A mídia e o desenvolvimento intelectual do adolescente!

          Fato sabido: a maior parte dos adolescentes logo vai virar adulto, a outra parte vai morrer (o que é uma pena, mas cada um tem sua hora). O problema é que no começo dessa nova fase, adulta, a evolução intelectual parece ter que começar do zero, e isso é um esforço muito grande.           Quero explicar melhor esse negócio que acabei de dizer. O adulto tem muitas obrigações e preocupações, muitos “novos adultos” estão estudando e trabalhando ao mesmo tempo, tendo projetos saindo do forno e as pessoas cobram muito mais que eles se desenvolvam. Há estímulos para o “aproveitar a vida” o tempo inteiro etc. Portanto, começar a se preocupar com coisas que realmente importam fica bem mais difícil nesse ponto. Devíamos começar quando ainda não temos essas obrigações ainda: na adolescência.           É aí que entra minha indignação com a sociedade e a mídia atual. Para os adolescentes que ainda estão se desenvolvendo e sem muitas obrigações e cobranças, ao invés de nossos esforços juvenis estarem focados em pensar sobre a vida, o mundo, a sociedade e outras coisas realmente importantes para a evolução do homem, parece que a mídia só sabe mostrar o que a Lady Gaga está fazendo hoje, quem está namorando quem em Hollywood ou quem está saindo do BBB. Nem adianta falar que adulto também gosta – e muito – disso, pois eu não acabo de dizer (em outras palavras, as que eu comecei o texto) que os adultos são ex-adolescentes?           Muitas vezes já escutei pessoas dizer coisas, por exemplo: o adolescente não gosta de pensar, o adolescente não sabe pensar,... ler mais

Kapital, 28/02

                Ontem eu fui a uma festa em uma das baladas mais famosas daqui de Madri, a Kapital. Realmente é de se impressionar! Quem vai, sai falando coisas do tipo “ela é fantástica, extraordinária!”, “você tem que ir”. Eu me impressionei muito mesmo foi com a quantidade de gente olhando pra cima e com uma fila de uma hora pra deixar o casaco. Saí falando “se aquilo é uma pista de dança, porque diabos ninguém está dançando?” porque eu simplesmente não gostei e provavelmente não voltarei lá.                 Falem o que quiser, não precisa concordar comigo em nada, mas o que eu sei é que eu me senti de volta a minha infância quando eu via que todo mundo se impressionava com cores, luzes, roupas brilhando. A não ser pelo tamanho e o formato do lugar, que é um teatro de sete andares (eu não fiz questão de conhecer tudo, vou falar só da pista de dança do palco), ele deixa muito a desejar. Isso não é uma “crítica” ao lugar, não estou fazendo um  “review” sobre a balada. O que fiquei pensando enquanto eu tentava dançar, porque a música às vezes parava e algo chato e não-dançante acontecia, é que de novo, como sempre acontece, por causa da beleza e fama, o lugar deixa a desejar em qualidade. O lugar é lindo, gigante, mas as músicas paravam como eu disse, e não dava pra dançar. Muita gente espremida, não dava pra conversar com os amigos. Cigarros nos queimando, machucava. Copos quebrando, cacos no pé das meninas (quase) obrigadas a usar sapato pra entrar ali. Quando percebi que não... ler mais

Tentações da vida (para analisar).

(Considerações iniciais: Ok, eu amo escrever, mas já vi que a maioria das pessoas lê de forma linear (e isso me incomoda muito) e esquece que nunca é só um texto e sim, uma mensagem misturada com estética, estilo etc. Por isso, no final do texto tem algumas questões para a compreensão dele. Não existe “certo” e “errado”, cada um interpreta como conseguir. Não espere a resposta “certa” porque não vou “resolver” essas questões para você entender o que se passa na minha cabeça quando escrevo um texto, mas as questões são para você pensar mais sobre ele. A trilha sonora não é necessária, mas é legal. Divirta-se.)Sabe conversa de festa, de balada? O menino chega na menina, começa a conversar e papo vai papo vem, aparece até umas coisas inteligentes a serem ditas? Era mais ou menos esse os recentes assuntos de Diego e Andrea… Andrea era a mais nova da galera, não conhecia quase ninguém, a não ser um ex namorado e ela entrou na turma por causa dele, que era dele. Diego ficava com todo mundo, mas pedia sempre segredo, então era difícil alguém saber de alguma menina que ele ficava. Se todas já não tivessem sido, pelo menos, olhadas por ele, podiam desconfiar que era “conversa pra boi dormir“, mas se elas ainda não ficaram com ele, elas tinham certeza que um dia ficariam. Ele era bonito. Ela era bonita. Ele era confiante demais e ela de menos. Andrea já estava sem vontade de ficar em festas como aquelas. Para ela, todas as meninas se vestiam iguais pra tentar impressionar os meninos, para competir quem era a... ler mais

Quando escrever é uma arte?

Estética há em tudo o que consumimos. Os objetos, comidas, eletrodomésticos e eletrônicos, brinquedos… tudo está cada vez mais atrativo, colorido, com texturas e, é claro, gostamos de comprar o que nos agrada ao olhar. (E gostamos de namorar pessoas que a mídia (ou Globo) diz serem bonitas, esquecemos de olhar a qualidade porque o “importante” é namorar alguém que seja o padrão de beleza da moda) Esquecemos, muitas vezes, que a beleza está em outros lugares também, muito mais do que em objetos e imagens que vemos, deveria haver beleza também nas formas, jeitos, poses e cenas que imaginamos quando estamos lendo um bom texto. As artes não são consideradas artes por qualquer motivo. A música, dança, pintura, escultura, teatro e cinema são formas riquíssimas de se expressar. A diferença é que ler dá mais trabalho. Você pode ver, ouvir, apreciar essas outras artes sem ao menos parar para pensar em um prólogo ou epílogo e nem imaginar qualquer cena, porque elas estão lá. As imagens produzidas vão estar lá, de qualquer maneira, se você pensar sobre elas ou não. Mas quando você lê, você é obrigado a imaginar, se não, você para de ler, e quando para de ler, a imagem não se forma, o objetivo não se cumpre. Pra quem tem imaginação, um texto bem escrito proporciona grandes viagens no mundo da fantasia. Ele pode gerar reflexão, curiosidades, euforia e conhecimento para quem os lê. Mas as vezes as pessoas esquecem que escrever bem também é uma arte, e como toda arte tem uma padrão, uma estética e um motivo por estar escrevendo, não é simplesmente... ler mais

Mais um romance adolescente.

Consideraçõs iniciais: 1) leia até o final, ou o final. 2) você pode dar play aqui em baixo para ouvir a música, mas saiba que a música trilha sonora que eu escolhi dessa vez é “As cores” da banda Cine (super dedicado ao meu amigo @_jotaerre), portanto, só ouça essa música se você não é da turma do “ai, eu não suporto Cine” ou se você não for do gruppie “ai, eu odeio Cine” ou ainda “Ai, Cine? Que droga de música“. Não dê play se você não gosta de Cine – você vai ouvir Cine, e isso é um fato! Mas… Você pode também escolher uma música que você goste da sua playlist e deixar rolar, mas tem que ser romântica! Ou você pode fazer que nem meu amigo @IsaqueCriscuolo e ler sem música mesmo.  MixPod.com                   Ela estava sentadinha no ponto de ônibus, como de costume, foi ele que chegou pra converser com ela. Primeiro sorriu, como quem não queria nada, parecia querer só ser legal, e perguntou: “porque está aí ainda?” e ela, como se quisesse disfarçar a face vermelha de vergonha: “minha carona ainda não chegou… está atrasado mais de meia hora”… Ela já tinha falado com a carona, ele deveria chegar dentro de poucos minutos.                    “E você?”, ela perguntou “tá esperando quem?”… eles se olharam, ele se sentou ao lado dela, disse que não esperava ninguém e que ia ficar ali com ela enquanto o atrasadinho não chegasse. “porque você faz isso comigo?” ela sussurrou. “Isso o que?” ele perguntou rindo.... ler mais

Sobre se apaixonar 3

Às vezes eu tenho a graça de estar apaixonada. Na verdade, “encantada” é uma definição melhor, mas logo, na maioria das vezes, esse encanto passa, porque encantos tem essa característica, de ser efêmero. Às vezes eu tenho a sorte de não “me deixar” apaixonar de verdade por alguém. Mas será que é sorte? Porque só eu não consigo me apaixonar, me deixar apaixonar, fazer alguém se apaixonar por mim ou sequer deixar que alguém se apaixone por mim? Sempre na retaguarda…   Eu fico vendo todos os meninos fofos que possivelmente seriam bons namorados e imagino se eu poderia conquistar algum deles… mas lembro que sei que eles não são fácil de se prender a um “namoro”,  ou, então, penso em todas as meninas em cima deles, o tempo todo e tiro meu time de campo.Eu gosto desse amor platônico que crio todas as vezes que eu finjo para mim mesma estar apaixonada. É claro que não estou, a última vez que amei mesmo foi meu ex namorado e amei de verdade e fui correspondida. Depois disso, eu nunca mais me apaixonei… mais que paixão, amor verdadeiro. Isso faz de mim uma pessoa pior? Às vezes eu acho que me faz ser incompleta. É quando eu invento amores, estórias, dor, sofrimento. Ele estava lá, nunca tinha derramado uma lágrima por ele, e de repente, escolho amá-lo, inventar uma história toda como se tudo o que passamos juntos fosse desenrolar em uma história de amor com um final feliz.Nada a ver! Nem vai acontecer porque o “ele” da história nem sabe que tudo o que eu acho que passamos juntos realmente aconteceu,... ler mais
Página 20 de 39« Primeira...10...1819202122...30...Última »

Confira meu Single A Resistência das Minas

 

Sou escritora, terapeuta holística, facilitadora de processos de autoconhecimento e estou colocando “Ritmo” em meus escritos (Poesias) e fazendo um RaP disso tudo, um rap no estilo “zen vergonha”, risos.

Eu amo escrever e compartilho meus processos de evolução para que as pessoas se sintam inspiradas a correrem atrás de seus próprios sonhos.  Quando eu escrevo, exponho meu ponto de vista. Minha leitora ou meu leitor não necessariamente concorda comigo e, na verdade, concordar ou não é o que menos me importa.

Quando escrevo, estou fazendo uma terapia. Estou tirando algumas conclusões de assuntos que muitas vezes são inconclusivos. Conclusões essas que posso expandir ou até mudar a partir de uma nova informação ou experiência. Quando escrevo, estou racionalizando meus processos de autoconhecimento e conhecimento do mundo.

Quando eu disponibilizo o que estou escrevendo para que as outras pessoas possam ler, minha intenção é que, se sentirem no coração, reflitam sobre e tirem suas conclusões pelas próprias experiências!

Como terapeuta e facilitadora de processos de autoconhecimento, sou praticante da técnica de cura energética ThetaHealing e criei uma Oficina de Autoconhecimento. Essa Oficina tem uma metodologia exclusiva porque é do meu coração para o coração de vocês, eu mesma desenvolvi a partir de estudos de comunicação (sou formada em Jornalismo), cura energética e reprogramação mental (ThetaHealing e outras técnicas) –  então é bem especial mesmo <3

Essa metodologia chamada Sistema de Gerenciamento de Questões Pessoais propõe um novo olhar sobre um “problema” (questão), com foco na *solução*.

Estou produzindo meu primeiro álbum de música como Gabitopia e logo tratei novidades <3

 

Paz e Luz

Nesta categoria, você encontrará textos sobre minha experiência com a espiritualidade. Como um Ser em evolução, faço aqui as reflexões sobre como me conectar com meu Eu superior e como posso ser uma pessoa melhor no meu cotidiano com minha família, amigos, desconhecidos e nas relações profissionais.

Esta categoria é muito mais genérica e estão os textos sobre comportamento, vegetarianismo e outras reflexões sobre o meu estilo de vida ideal.
Estilo de Vida

Esta categoria é muito mais genérica e estão os textos sobre comportamento, vegetarianismo e outras reflexões sobre o meu estilo de vida ideal.

A categoria mais antiga do blog! Em Crônicas você pode ler todos meus textos cheios de aventura, romance, reflexões e, claro, muito beijo na boca. Tudo escrito com muito carinho, cada crônica escrita no tom e no ritmo que achei coerente para o tema.

A categoria mais nova do site, criada em Julho de 2015.  Segundo Aristóteles, a catarse diz respeito à purificação das almas por meio de uma descarga emocional provocada por um drama. Neste espaço exponho porque eu me sinto purificada com algumas obras artísticas, por exemplo: músicas, longas ou curtas ou artes plásticas.
Catarses

A categoria mais nova do site, criada em Julho de 2015.  Segundo Aristóteles, a catarse diz respeito à purificação das almas por meio de uma descarga emocional provocada por um drama. Neste espaço exponho porque eu me sinto purificada com algumas obras artísticas, por exemplo: músicas, longas ou curtas ou artes plásticas.

Em Matérias, publico os textos jornalísticos que produzo de forma independente e livre. Os temas são os mais diversos, inspirados nos últimos acontecimentos ou de temas que são relevantes para mim. Alguns materiais são da época da faculdade em que guardo com muito carinho toda aprendizagem dessa importante fase da minha vida.

Essa categoria foi criada após eu conhecer o campo da manipulação de energia com o objetivo de curar minhas feridas emocionais e fisicas, sanando-as e desobstruindo meus centros de energia para que eu possa cumprir minha missão de forma mais saudável, feliz, em paz e com gratidão. Aqui compartilho o que aprendo.

Gabriela Pagliuca

aka/vulgo Gabitopia

Sou artista e facilito processo de autoconsciência. Alimento o Gabitopia, esse blog, há mais de 11 anos. Estudei e sigo estudando comunicação, facilitação de grupos e técnicas de cura a partir de manipulação de energia (holística).

Meu blog é onde está quase todo meu trabalho como escritora, para saber mais clique aqui. Para saber mais do meu trabalho como facilitadora de processos de autoconhecimento, acesse aqui.

Meu propósito é amar, dar amor e estar em paz. Aqui é meu lar virtual, uma ferramenta para eu cumprir meu papel!

Gosta do Gabitopia?

Faça uma Contribuição Voluntária

Para apoiar o Gabitopia e meu trabalho de forma geral, você pode contribuir no botão abaixo, com o valor que quiser. Se quiser fazer uma contribuição voluntária ou parceria recorrente (mensal, semestral, etc), entre em contato no gabitopia@gmail.com que podemos conversar melhor.

Agradeço muito a todos que já me apoiam, pois sem esse apoio não conseguiria!

Envie uma mensagem preenchendo o formulário:

gabitopia@gmail.com

w

(13) 981310537

whatsapp