Ser mais brasileiro é se expressar melhor em português

Quem disse que falar uma língua faz as pessoas mais patriotas? Num mundo tão globalizado como o de hoje as pessoas gostam de falar mais de um idioma, conhecer outras culturas e isso enriquece a nossa. Nem todo mundo que fala inglês quer se inglês ou americano. Só que saber é com certeza é um grande passo para conseguirem se entender com os outros. Uma língua no mundo tem que ser mais conhecida, mais “universal” e por acaso foi o inglês. É a maneira mais fácil de tentarmos conhecer pessoas do mundo inteiro, várias pessoas de todas as partes do mundo falam inglês. Outras várias no mundo falam espanhol, francês. Conseguimos encontrar em um único hostel (albergue) em Buenos Aires pessoas que falam português, alemão, espanhol, inglês, hebraico… Mas se todos esses falarem inglês, conhecemos um pouco de cada cultura do mundo inteiro. E o mundo, meus caros, é um só e é nosso. Nunca nos prejudicamos em dizer sem exageros alguma palavra estrangeira, só enriquece o texto, deixando com outra aparência. Uma vez escrevi “affaires” no sentido de “casos amorosos”, mas se eu escrevesse em português, poderia soar um pouco vulgar pela cultura brasileira e as pessoas podiam me interpretar mal. Confesso que não é todo mundo que entende todas essas palavras, mas não há empecilho algum em explicar, depois que ela aprende o que é, passa a ser como uma palavra nova de nossa língua. Lembro de quando aprendi o que era esporadicamente, achei o máximo não precisar dizer de vez em quando sempre que precisava dizer isso. E a mesma coisa acontece com palavras estrangeiras. Você... ler mais

Usuários mal educados, biblioteca barulhenta. (2)

Bagunça atrapalha quem procura tranquilidade para estudar. A biblioteca da nossa faculdade não permanece em silêncio principalmente nos horários de intervalos, saída da turma da manhã e entrada da turma da noite. “Risadas e conversas altas tiram minha concentração”, diz aluno Isaque Criscuolo, aluno de jornalismo. Isso é causado pelo grande fluxo de usuários e a impossibilidade de todas as conversas serem controladas pelos funcionários ao mesmo tempo. Em toda a biblioteca há sinalização em papel e está no regulamento oficial que deve ser feito silêncio. Quando as conversas passam do limite, o aluno é logo advertido, mas muitos deles não respeitam os avisos e, às vezes, até são mal educados com os funcionários. Quem trabalha lá diz fazer o máximo que pode. “O que falta é educação de biblioteca.”, diz atendente. Os funcionários reclamam do barulho e concordam que é ótimo quando as pessoas tentam fazer algo para mudar a situação. O objetivo de todas as bibliotecas é a leitura, pesquisa e o estudo, mas o barulho desvia esses objetivos das pessoas interessadas e onde deveria ser lugar de estudo, passa a ser uma sala de conversas, de... ler mais

Qual o limite?

Os jovens estão perdendo o controle. Por acharem que sabem muito, por pensarem que estão à frente de seu tempo, esquecem que precisam ter educação e respeito com os mais velhos. Em todo lugar que olharmos existe esse tipo de comportamento. Talvez o poder precoce tenha subido as cabeças dessas pessoas que se sentem superior de várias maneiras. Essa violência toda acaba sendo a forma de as pessoas canalizarem fraquezas, medo e angustias. É triste pensar em violência nas escolas porque é um lugar para continuar a educação que é dada em casa. Os professores deviam ser referência para alunos e não inimigos. Por outro lado, os jovens estão com cada vez mais independência, mas ela não é controlada. Algumas escolas particulares têm acompanhamento psicológico para alunos e deveria ter em todas, particulares ou públicas. Se os alunos, quando crianças e adolescentes não conseguem saber os limites e não deixam que cheguem a extremos, quando forem adultos e pais, não vão saber dizer até onde os filhos podem... ler mais

Luna e Pedro

Luna estava chorando num canto da sala de aula, sentada em uma carteira, ninguém a estava notando, já que estava discreta. Pedro se aproximou e disse: – Oi, você tá bem? Ela respondeu agressivamente, olhando pra cima: – E porque diabos você está falando comigo? Ele se afastou um pouco. Já estava acostumado com suas geladas, mas ele só queria ajudar. E respondeu um pouco rude, como de costume nas conversas Luna X Pedro. – Sabe, se você olhasse para a sua cara, você também sentiria pena e falaria com você. Ela deu um tapa na barriga dele, sorrindo nervosa: – Por quê? Tá tão ruim assim? Ele sorriu tranquilo ao dizer: – Você tá feia. – Ela parou de rir e só ficou irritada – Digo, com uma cara feia, triste. O que aconteceu? Luna, que era agressiva por natureza, achava que não devia dar satisfação pra ninguém. – Meio que não te interessa… E você… Tá bem? Ele não sabia o motivo de ela perguntar, já que eles não se falavam já há algum tempo, mas respondeu sem pensar muito: – Tô ótimo! Sabia que eu entrei pro time de fute aqui do colégio? Lembra que eu queria desde que a gente tava, sei lá, acho que na quinta série? Eles não me aceitaram porque eu era pequeno, mas agora… O foda é que fim do ano a gente se forma, nem vou aproveitar… Você lembra o quanto eu queria isso? Luna nem escutou o que ele estava falando. – Não. E na verdade, eu não me importo nem um pouco. Escuta… Você veio falar comigo pra... ler mais

Finalmente, uma boa novidade!

Eu preciso focar. Como será que posso fazer isso funcionar? Bom, esquece tudo o que você sabe sobre mim. Não estou falando pra esquecer de mim, é claro, apenas esqueça os velhos conceitos. Apague tudo o que eu disse que acredito. Vou dar um delete e tudo o que vier, a partir de agora, é o que conta. Estou falando de tudo: sonhos, affaires, gosto por comida, opinião sobre política e sobre minha saúde e corpo. Não que eu queira mudar tudo, não. Pelo ao contrário. Tudo o que eu for escolher, a partir de agora vai ser o que eu realmente penso. Quero começar com pequenas coisas: a próxima pessoa por quem vou me apaixonar tem que ser alguém novo, minha maneira de ser vegetariana também. Estudar terá um novo significado pra mim. Novidade será meu sobrenome. Não quero mais pensar: “mas antes as coisas eram diferentes (reticências)” porque eram mesmo diferentes e pra sempre vai ser assim: o antes era diferente, mesmo que não mude tão radicalmente. As coisas sempre mudam então sempre vão ser novas. Então, é a partir de agora que vale, ok? Bom. Como é a partir de agora que tá valendo, pode começar fuçando no meu blog novo, com textos antigos, mas lembre-se que só vai valer a partir de agora… E querem saber de mais uma coisa? Lá vai a bomba: ainda não decidi como será essa lista que será definitiva até eu mudar de... ler mais

Biblioteca

Nossa biblioteca tem o ISO 9001, o que significa que adotou um padrão de normas de serviços, o que é muito bom para nós, usuários. O problema é que não adianta um atendimento e prestações de serviço excelentes se não conseguimos permanecer na biblioteca tendo que, ou suportar o barulho e bagunça ou ficar pedindo para as pessoas falarem mais baixo o tempo todo. De acordo com o Artigo 31º do capitulo XI do regulamento da biblioteca da faculdade: “A Biblioteca é um local de silêncio, para que todos tenham a oportunidade de estudar e pesquisar.”, mas não é bem isso que acontece na nossa. O artigo 31º ainda tem um complemento: “O usuário que desobedecer às normas (…) será convidado a retirar-se do recinto…” O que não é feito, com certeza. A estrutura de nossa biblioteca tem espaços que não são separados e por isso silêncio absoluto não é possível como deveria, sendo um local de estudo e pesquisa. Os funcionários que estão atendendo deveriam falar com a voz baixa suficiente para que o usuário escute e por sua vez, esse responder da mesma maneira. E os alunos entre si deviam se falar apenas o necessário e conversar isso em voz baixa. E isso não acontece e nenhuma atitude é tomada. Quando os alunos fazem barulho – o que não é só de conversa, mas todo tipo de bagunça – os funcionários deveriam se manifestar a favor do regulamento. Uma vez que um grupo faz barulho, os outros se sentem no direito de conversar da maneira que for sem se preocupar e isso só muda se uma pessoa... ler mais

Pensando Jornalismo

O principal objetivo do jornalismo é informar e essa é a forma de as pessoas saberem o que acontece no mundo. Ninguém poderia saber o que acontece em um lugar onde não está se não existisse a mídia para apurar e passar as informações mais importantes – de acordo com o que o veículo considera prioridade – para as outras pessoas. Uma boa maneira de se atualizar é lendo jornais como O Estado de São Paulo ou a Folha de São Paulo, por conter várias notícias em um lugar só. É sempre bom procurar várias fontes de informação, ao fazer isso descobrimos que se nos basearmos somente no jornalismo, por exemplo, da Rede Globo, corremos o risco de nos prender no ponto de vista do interesse deles. Não que seja exclusividade da emissora, mas ela joga com os fatos de acordo com o que quer passar para o público, principalmente em relação à política. Mesmo parecendo que fazer jornalismo é só resumir as notícias e apurar os fatos do nosso cotidiano, não é. É preciso ser muito imparcial, o que é muito difícil fazer por sermos todos humanos e querermos ter sempre opinião sobre tudo. Um fato sempre tem mais de um lado, às vezes, mais de dois, mas para fazer um bom jornalismo não devem existir interesses pessoais na notícia e que nem todos os cidadãos têm o mesmo ponto de vista que nós, tentar, ao máximo, passar a notícia por ela mesma. Agora também faço parte de:... ler mais

Pêlos Brancos

              Nunca fui à viagem mais chata que essa. Minha mãe é a protegida do chefe e fomos todos para o sítio dele. Ela fez questão que eu fosse não sei o porquê, ela sabia que eu ia ficar entediada e poderia aprontar. Levei muitos livros, revistas, meu computador e meu Ipod pra ver se o tempo passava mais rápido.               Não tinha ninguém da minha idade, mais próximo dos dezessete só dois pirralhos, um de doze e outro de dez. Não tinha muita gente, só o pessoal do RH da empresa em que minha mãe trabalha. O dono da empresa e sua esposa. O chefe da mamãe, que é viúvo, e sua nova namorada. Mais dois casais que desconheço quem são e o que fazem lá. E o pai das crianças, um dos coroas mais novos de lá e sua noiva, uns dez ou quinze anos mais nova.               Nunca tinha me interessado por homens mais velhos, sempre namorei ou tive casos com pessoas da minha idade ou dois ou três anos mais velhas, não que eu enxergue problema nisso, de jeito nenhum, várias amigas minhas ficam com homens mais velhos – e às vezes até casados – mas comigo nunca tinha acontecido. Quando eu o vi entrando na sala, nem consegui prestar atenção no meu livro porque ele não era bonito como os caras com quem eu saio, mas ele era realmente interessante…               Eu só podia estar louca, pensei na hora. Ou será que era carência... ler mais

Orgasmo natural

              Na tarde de domingo de carnaval, minutos antes do sol se pôr, fui me refrescar do calor quase insuportável que fazia na praia deserta e abafada do litoral de São Paulo. A paisagem se limitava a uma montanha em cada lado do mar com seu horizonte profundo e o céu em três ou qutro tons de azul em dégradé.               Ao mergulhar no mar calmo quase sem ondas, meu corpo se debruçava nele de costas, boiando mesmo contra minha vontade e me acalmava como sempre fazia. Deitada sem pensar em nada, sentia as ondas me beijando e o salgado se assemelhava com o gosto de suor dos impessoais desconhecidos com quem eu faço alguma espécie de amor.               Percebi que as ondas vinham em cima do meu corpo com vontade e paixão, o sol estava se escondendo, parecia envergonhado, mas ao iluminar todas as cores, as realçavam: o verde das árvores das montanhas, os tons de azul do céu e o verde claro da água. Poucos raios restavam para ser testemunha do prazer que estava tendo naquela praia.               Entendi que o mar queria me ter. “Será que não é pecado?” Pensei. Claro que não, a natureza está lá para aproveitá-la. Sentia a água batendo diretamente em cada parte do meu corpo, como se estivesse totalmente nua. Comecei a me oferecer para que o mar me usasse como ele sempre sonhou em usar uma mulher. Estava me sentindo como num quarto de motel, mas a sensação era muito melhor.     ... ler mais

Bloqueio de linha de telefonia móvel.

Sempre achei interessante andar de ônibus por causa das estórias que circulam por lá. Normalmente, não presto muita atenção nos assuntos por ficar lendo e/ou ouvindo música, mas o último papo me deixou com tantas dúvidas, que escutei o máximo que pude e ele me levou ao início deste post. Uma moça jovem, aparentemente com 25 anos, conversava com uma colega, talvez um pouco mais velha: “fiquei sabendo do seu celular, que prejuízo, heim?!”. Num primeiro momento, achei que estava falando do aparelho, mas pelo o que consegui entender ao desenrolar da conversa foi o seguinte: a mulher perdeu seu celular e quando ligou para a central de atendimento querendo cancelar a conta, o consultor teria cobrado uma multa para que isso fosse feito. Como achou um absurdo o valor cobrado, resolveu deixar como estava e comprou outro celular e outra linha, mesmo pagando sem usar a perdida. Tive certeza que não mesmo estava usando a linha quando comentou: “sorte que eles não estão usando mais do que o plano, não tem vindo nada a mais para pagar.” Minha vontade era interferir na conversa dando-lhe informações. Fiquei insegura por ser enxerida e não o fiz. O que fazer num caso como o da moça? O melhor de tudo é manter-se informado (isso pode deixar comigo)! A tecnologia usada na maioria dos aparelhos é a GSM (Global System for Mobile Communications), mesmo no mercado desde os anos 80 em outros países, no Brasil, a operado Tim trouxe apenas em 2001, essa geração já é bem conhecida, mas as pessoas ainda têm algumas dúvidas. Na prática, é uma maneira segura de... ler mais
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lancarassim

 

 

 

 

 

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Sou escritora, terapeuta holística, facilitadora de processos de autoconhecimento e estou colocando “Ritmo” em meus escritos (Poesias) e fazendo um RaP disso tudo, um rap no estilo “zen vergonha”, risos.

Eu amo escrever e compartilho meus processos de evolução para que as pessoas se sintam inspiradas a correrem atrás de seus próprios sonhos.  Quando eu escrevo, exponho meu ponto de vista. Minha leitora ou meu leitor não necessariamente concorda comigo e, na verdade, concordar ou não é o que menos me importa.

Quando escrevo, estou fazendo uma terapia. Estou tirando algumas conclusões de assuntos que muitas vezes são inconclusivos. Conclusões essas que posso expandir ou até mudar a partir de uma nova informação ou experiência. Quando escrevo, estou racionalizando meus processos de autoconhecimento e conhecimento do mundo.

Quando eu disponibilizo o que estou escrevendo para que as outras pessoas possam ler, minha intenção é que, se sentirem no coração, reflitam sobre e tirem suas conclusões pelas próprias experiências!

Como terapeuta e facilitadora de processos de autoconhecimento, sou praticante da técnica de cura energética ThetaHealing e criei uma Oficina de Autoconhecimento. Essa Oficina tem uma metodologia exclusiva porque é do meu coração para o coração de vocês, eu mesma desenvolvi a partir de estudos de comunicação (sou formada em Jornalismo), cura energética e reprogramação mental (ThetaHealing e outras técnicas) –  então é bem especial mesmo <3

Essa metodologia chamada Sistema de Gerenciamento de Questões Pessoais propõe um novo olhar sobre um “problema” (questão), com foco na *solução*.

Estou produzindo meu primeiro álbum de música como Gabitopia e logo tratei novidades <3

 

Paz e Luz

Nesta categoria, você encontrará textos sobre minha experiência com a espiritualidade. Como um Ser em evolução, faço aqui as reflexões sobre como me conectar com meu Eu superior e como posso ser uma pessoa melhor no meu cotidiano com minha família, amigos, desconhecidos e nas relações profissionais.

Esta categoria é muito mais genérica e estão os textos sobre comportamento, vegetarianismo e outras reflexões sobre o meu estilo de vida ideal.

Estilo de Vida

Esta categoria é muito mais genérica e estão os textos sobre comportamento, vegetarianismo e outras reflexões sobre o meu estilo de vida ideal.

A categoria mais antiga do blog! Em Crônicas você pode ler todos meus textos cheios de aventura, romance, reflexões e, claro, muito beijo na boca. Tudo escrito com muito carinho, cada crônica escrita no tom e no ritmo que achei coerente para o tema.

A categoria mais nova do site, criada em Julho de 2015.  Segundo Aristóteles, a catarse diz respeito à purificação das almas por meio de uma descarga emocional provocada por um drama. Neste espaço exponho porque eu me sinto purificada com algumas obras artísticas, por exemplo: músicas, longas ou curtas ou artes plásticas.

Catarses

A categoria mais nova do site, criada em Julho de 2015.  Segundo Aristóteles, a catarse diz respeito à purificação das almas por meio de uma descarga emocional provocada por um drama. Neste espaço exponho porque eu me sinto purificada com algumas obras artísticas, por exemplo: músicas, longas ou curtas ou artes plásticas.

Em Matérias, publico os textos jornalísticos que produzo de forma independente e livre. Os temas são os mais diversos, inspirados nos últimos acontecimentos ou de temas que são relevantes para mim. Alguns materiais são da época da faculdade em que guardo com muito carinho toda aprendizagem dessa importante fase da minha vida.

Essa categoria foi criada após eu conhecer o campo da manipulação de energia com o objetivo de curar minhas feridas emocionais e fisicas, sanando-as e desobstruindo meus centros de energia para que eu possa cumprir minha missão de forma mais saudável, feliz, em paz e com gratidão. Aqui compartilho o que aprendo.


Gabriela Pagliuca

aka/vulgo Gabitopia

Sou artista e facilito processo de autoconsciência. Alimento o Gabitopia, esse blog, há mais de 11 anos. Estudei e sigo estudando comunicação, facilitação de grupos e técnicas de cura a partir de manipulação de energia (holística).

Meu blog é onde está quase todo meu trabalho como escritora, para saber mais clique aqui. Para saber mais do meu trabalho como facilitadora de processos de autoconhecimento, acesse aqui.

Meu propósito é amar, dar amor e estar em paz. Aqui é meu lar virtual, uma ferramenta para eu cumprir meu papel!

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