Érica

Apresento-te: Érica. Érica significa sempre forte, como ela sempre foi. Não é perfeita, mas é interessante. Érica nasceu de um casal de adolescentes em 25 de fevereiro 1988. Pisciana. Louca de vontade de viver a vida a flor da pele. Consciente mais do que, talvez, suas amigas por seus pais serem tão jovens, sua mãe hoje com 35 anos e seu pai com 37, separados desde 1991. Kaká, como gosta de ser chamada foi aprendendo com seus erros e foi estabelecendo regras para ela mesma com o intuito de ser mais justa e correta com ela e as pessoas com quem se envolve. É carente, como todo pisciano, mas não faz questão de namorar alguém só por carência. Algumas aventuras e outras desventuras provaram que o ditado está certo “antes só do que mal acompanhado” e está começando a descobrir, relatando todos esses fatos, que talvez o problema não seja os meninos, mesmo. Talvez falte ela descobrir o seu ponto forte e suas qualidades antes de procurar isso em outras pessoas. Já namorou uma vez mais de um ano e meio. Nunca mais namorou, mas sempre tem pequenos relacionamentos. As 10 regras de total boa convivência com o mundo Érica Martins 1. Não sair com homens comprometidos. 2. Não cobiçar as coisas alheias. 3. Nunca mentir sobre sentimentos quando perguntarem. 4. Honrar pai e mãe – e os outros legítimos superiores 5. O que acontece entre amigos, fica entre amigos. 6. Não matar – nem causar outro dano, no corpo ou na alma, a si mesmo ou ao próximo 7. Sempre que quiser fazer, desde que não quebre as... ler mais

Humberto

(antes de ler esse post, leia o primeiro post da série) Falar de Humberto é muito difícil. Impossível falar que o conheço bem, mesmo achando que sim. Nem sei se tenho muito a dizer sobre nossa relação de amizade e/ou amorosa – se é que existiu alguma amorosa–. Há dois anos nos conhecemos. Fomos apresentados por um amigo, sua namorada e sua irmã. Os três viviam falando que nós dois combinávamos, éramos parecidos, nós íamos nos dar bem etc. e tal. Um dia o amigo me passou o MSN e Orkut dele e começamos a conversar. Ele ia à mesma festa que eu no fim de semana. Estava realmente animada e aqueles meus amigos ficaram falando dele a semana toda. E o grande dia chegou e nos conhecemos. Ele estava lá. Lindo, solteiro, com os amigos, se divertindo e bêbado. Muito bêbado. Tanto que quase não se lembrava de ter nos conhecido no dia seguinte. Mas não faltaram oportunidades de estarmos juntos outras vezes, nós sempre nos encontrávamos e uma amizade sincera, de ambas as partes, foi surgindo. Como imaginei pelos relatos de meus amigos, éramos muito parecidos mesmo e nos dávamos muito bem. Mas uma coisa eles me avisaram: se eu quisesse ter algo a mais com ele, não poderia conhecer a ex-namorada dele, pois era excepcionalmente fantástica amiga essa Madalena, meiga, sincera, carinhosa, atenciosa. E ex-namorado de amiga, vocês sabem que é pra sempre namorado. Na semana em que eu conheci Humberto, conheci também Madalena. Ela veio como quem nada quer se apresentando, dizendo que era amiga de alguns amigos meus e que era ex de Humberto.... ler mais

Ernesto

(antes de ler esse post, leia o primeiro post da série) Falei tanto do meu ex-namorado que no mínimo uma curiosidade surgiu, não é mesmo, leitores? Conheci Ernesto quando estava enrolada com outro cara e me apaixonei imediatamente que o vi. Minhas amigas me apresentaram e ele parecia ser o cara perfeito para mim e foi mesmo, durante um ano, sete meses e catorze dias. De 12 de março de 2006 até 26 de outubro de 2007, oficialmente. Eu tinha 18 anos quando começamos e terminados quando eu tinha mais de 19 anos e meio. Foi na minha época pós-escola. Uma época maravilhosa. Estudamos no mesmo cursinho pré-vestibular. Ele era extremamente lindo e inteligente. Gostava do mesmo tipo de música e era um pouco menos caseiro do que eu. Éramos o par perfeito, todo mundo nos elogiava quando nos viam. Tinha uma coisa nele que sempre me chamou atenção, no começo era fofo, mas perto do fim me irritava. Suas bandas preferidas eram formadas por bateristas, guitarristas, baixistas ou qualquer outro tipo de instrumentalista de qualquer sexo, mas a vocalista tinha, necessariamente, que ser uma mulher. Pitty, Pato Fu, Ludov, Avril Lavigne e até Elis Regina com suas Águas de Março, entre outras mil bandas de mulheres. E eu com meu gosto eclético para tudo, acabei gostando do que ele ouvia também. Escuto muito Ramirez e Leoni, mas não tenho nada contra nada específico. Ele tinha. Não suportava ouvir homens cantando. O máximo que ele suportava era um dueto ou algo parecido. Nunca fui de me importar muito com isso, escutava o playlist dele com a maior boa vontade.... ler mais

Henrique

(antes de ler esse post, leia o primeiro post da série) Henrique era melhor amigo do cara que eu gostava até uns dias antes, no carnaval. No vigésimo quinto dia de fevereiro, por telefone, nos conhecemos. Esse é o dia do meu aniversário e o cara que eu gostava me ligou para me desejar felicidades e como Henrique estava junto, falou comigo também. Foi nosso primeiro contato. Eu já sabia quem era ele e ele já sabia quem era eu. Sem perder tempo, o adicionei no Orkut e no MSN e começamos a nos falar. Em uma terça feira, ele me chamou para sair, para tomar uma cerveja, bater um papo, comer um lanche. Ele me buscou em casa e fomos a um bar. Conversamos muito sobre tudo e percebemos bastante afinidade um com outro. Eu estava me sentindo totalmente atraída por ele e vice versa. Ele me chamou para ir a casa dele, assistir um filme. Sentamos no sofá e ele me beijou, perguntou se eu estava com ele pra fazer ciúme no amigo dele e eu disse que não, que ninguém precisava saber disso de propósito. Fomos deixando nos levar pelos instintos carnais e foi ai que rolou a minha primeira vez. Tinha acabado de fazer dezessete anos e não me arrependi nenhum dia da minha vida de ter feito com ele. Eu sei que tinha acabado de conhecê-lo e não tínhamos nada sério, mas não me condeno por isso, não. Meu ex-namorado me condenava tanto que foi um dos motivos que eu dei um pé-na-bunda dele. Nós tínhamos muito em comum e dois dias depois saímos... ler mais

Fabiano

(antes de ler esse post, leia o primeiro post da série) Conheci Fabiano com uns catorze anos no prédio da minha tia, sempre que ia visitá-la via um grupo de pessoas da minha idade e um dia fui conversar com eles. Ele logo me chamou atenção por ser bonitinho, mas descobri que era dois anos mais novo que eu. Não me lembro de detalhes do início sei que nos atraímos rapidamente. Sempre que nos víamos rolava certo clima, mas nada que se consumasse. Um dia ele e outro vizinho foram bater na porta da minha tia e eu atendi. Eles me disseram que tinham feito uma aposta com as vizinhas, se ele levasse uma menina e provasse que namoravam, ela daria vinte reais e me chamaram para ser essa namorada. Eu não aceitei ao menos que me dessem dez reais! Eles aceitaram e fui lá de mãos dadas com ele e na frente delas demos um selinho, mas acabei ficando sem meu dinheiro. Ele dizia que gostava de mim, que tinha ciúme e que queria ficar comigo e quando eu ia para lá ele sempre dava uma desculpa e nunca ficávamos. Os anos foram passando e nunca ficávamos. Um dia, eu fui, a convite dele, passar o domingo lá. Mesmo achando que não íamos ficar de qualquer maneira, iria ficar ali com o pessoal e ia ser legal. Ao chegar lá o encontrei agarrando uma de nossas vizinhas uns cinco anos mais velha que ele! Todos os nossos amigos falaram que foi mesmo mancada dele e ficou por isso mesmo. Nunca mais quis nada com ele até que um... ler mais

Dalbert

(antes de ler esse post, leia o primeiro post da série) Meu segundo ano do colégio foi marcado por me apaixonar por meninos indevidos (pensando melhor, todos os homens que me envolvo são indevidos – salvo apenas meu ex-namorado que era um amor). Esse moreno de olhos verdes me fez pensar na minha primeira regra de sobrevivência, pois nunca imaginei que me envolveria com alguém comprometido. Quando nos conhecemos, ele era solteiro. Foi um amigo nosso que nos apresentou, com esse negócio de Orkut MSN e afins, essas coisas ficam bem mais fáceis. Mas acabou sendo um problema para mim. Esse meu amigo que nos apresentou era meu amigão mesmo e achava que ele combinava comigo e por isso nos apresentou. Eu o vi no Orkut e o achei super gato e gostei muito das comunidades que ele estava. Nós tínhamos muito em comum – menos a parte de “eu odeio Sandy e Junior” dele e “eu amo Sandy e Junior” meu -. Ele parecia um cara perfeito. Tão perfeito que achei que ele não existia, talvez fosse minha imaginação que deixasse ele perfeito, afinal, não tem condições de saber se a pessoa é sincera ou não por MSN. Começamos nos falar por telefone também. Mas nunca nos encontrávamos. De repente, em um final de semana, ele saiu com uma menina e começou a namorar. E eu estava já apaixonada por ele, ele sabia disso por que sempre falava que queria me encontrar com ele, abraçá-lo e olhar nos olhos dele. Nós éramos amigos suficientes para isso, independente do meu sentimento para com ele. E eu fiquei muito chateada.... ler mais

Ferdinando

(antes de ler esse post, leia o primeiro post da série) Ferdinando, ou Nando, era meu amigo fazia algum tempo já. Era três anos mais velho que eu e estava no último ano do colegial e só pensava em farra. Namorou uma amiga minha da oitava série até o meio do segundo ano e quando eles terminaram, ele decidiu “pegar geral”. O problema não era só esse. O problema era que todas as meninas com quem ele saía, ele tratava como brinquedos. Era um tremendo cachorro, mas comigo ele era tão legal! O melhor de tudo é que nós éramos muito amigos e nunca tínhamos tido nada. Eu achava errado o que ele fazia com as pobres meninas, mas não me agüentava de curiosidade e ria com as histórias que ele me contava todo entusiasmado. Um dia era de um beijo horrível. Outro era do assunto que não tinham. Outra história de um pum. Como moramos muito perto um do outro, sempre íamos e voltávamos juntos da escola, onde estudávamos desde pivetes. A gente conversava sobre tudo. Inclusive fui eu que tentei animá-lo depois do fim do namoro. Ele não falava disso com ninguém além de mim. Éramos do tipo irmãos. Depois que fez 18 anos e tirou a carta de motorista, passava pra me buscar todos os dias e me levava de volta da escola. Ele não conhecia minha família nem eu a dele. Não saíamos de final de semana por que todos os dias da semana já eram suficientes para enjoar, então éramos típicos amigos de escola. Em uma véspera de feriado estendido de sete de setembro,... ler mais

Oliver

(antes de ler esse post, leia o primeiro post da série) Era uma viagem longa de dezesseis horas de ida e outras de volta. Fui sozinha com minha melhor amiga e ficamos na casa de uns parentes dela numa cidade longe do centro. Ficaríamos uma semana, chegamos numa quarta na hora do almoço e iríamos embora noutra quinta à tarde. Tínhamos uns catorze anos e estávamos no auge do nosso espírito de aventura! No primeiro dia que chegamos, ficamos um pouco na rua ouvindo música e conversando. Estavam lá, na rua, dois meninos simpáticos que puxaram assunto com a gente. Chamaram-nos para ir a um bar e rejeitamos o convite. Conversamos muito e quando começou a ficar tarde resolvemos entrar para jantar e dormir. Tínhamos resolvido ir ao centro na manhã seguinte. No começo da noite seguinte eles apareceram de novo na rua e fomos andar com eles pelo bairro. Oliver estava encantado por mim, nas palavras dele, por eu ser diferente e descolada. Espantei-me pelo fato de ele ser assim também. Bem bonito, uma conversa bacana, gostava de algumas bandas que eu e minha amiga também. Ele se aproximou mais de mim e ficamos. Todos os dias sucederam assim: eu e minha amiga íamos para o centro de manhã, ficávamos lá o dia inteiro e quando voltávamos, não íamos para a casa direto, tinha uma praça onde passávamos o fim das tardes e à noite ficávamos na rua, em frente a casa. Depois de três dias, ficar com ele não estava mais sendo tão legal. Fui descobrindo que ele nem era tão compatível comigo e ele começou a... ler mais

Jamil

(antes de ler esse post, leia o primeiro post da série) Jamil era bonito, bem bonito. Mais alto que eu uns vinte e cinco centímetros. Arrumava-se tanto para ir à escola que faltava só passar batom. Egocêntrico, carente e narcisista, perfeito para ser personagem principal de uma paixão platônica e relâmpago. Tudo aconteceu tão rápido que eu nem sei por onde começar. Na verdade, o mais importante é que ele tinha namorada e que cada dia ficava mais lindo. Ele era meu colega de escola da sexta série, amigo dos meus amigos. A gente foi se descobrindo totalmente diferentes à medida que conversávamos. Para ser bem sincera, ele era até um pouco irritante. Mas a nossa relação foi fluindo e uma amizade sobressaltou. Papo vai, papo vem… Comecei a ficar cada dia mais interessada nele, mais precisamente na boca dele, a dele na minha e a minha na dele. Não que eu pensasse que ele quisesse, muito pelo ao contrário, a namorada dele era totalmente diferente de mim – inclusive, era uma chata – totalmente linda. Não iria trocar uma dessas por mim. Não à toa, a troco de nada, se não estivesse realmente apaixonado. Parecia que eu não fazia o estilo dele levando em consideração o fato de ele namorar alguém totalmente diferente de mim. É claro que no meu íntimo eu desconfiava que ele sentia atração por mim, culpa de seu joelho apontado toda hora para mim e o jeito que ele me olhava totalmente pedindo carinho. O problema é que eu não fazia o estilo dele e ele também não fazia o meu. Ele era mais... ler mais

Júlio

(antes de ler esse post, leia o primeiro post da série) Eu tinha acabado de fazer 13 anos e nunca tinha beijado ninguém e todas as minhas amigas da escola já. Não que fosse um problema pra mim, eu me preocupava tanto com meus estudos e não tirar nenhuma nota vermelha – para fazer jus a mensalidade altíssima que meus pais pagavam – que esqueci que estava crescendo. Fui perceber o quanto era inexperiente quando conheci Júlio, ele era mais velho e conhecia minhas amigas de classe. Nossas classes eram uma de frente para a outra e foi assim que nos conhecemos e me apaixonei. Ao dar o sinal das trocas de professores, eu pedi para uma amiga apresentá-lo para mim, sempre o achei bonitinho. Ela gritou “Júlio… Vem cá!”, arregalando os olhos três vezes para e apontou com o nariz na minha direção e eu morri de vergonha. Ele se aproximou e pegou na minha mão, passava tanta gente entre nós, dos nossos lados que nossas mãos se soltaram sem querer, o que não foi um empecilho para que, antes disso, ele me conquistasse beijando minha mão e falando que adorou me conhecer. Meus olhos brilharam e eu não ouvi mais nada, nem mesmo as minhas amigas falando comigo, flutuei até minha mesa e só voltei em mim quando eu vi as minhas cinco amigas em volta de mim. Foi uma sensação diferente de todas as outras que eu já tinha sentido. Beijando minha mão fez parecer um conto de fadas no qual eu era a princesa e ele o príncipe encantado. Ele era um pouco mais alto... ler mais
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Confira meu Single A Resistência das Minas

 

Sou escritora, terapeuta holística, facilitadora de processos de autoconhecimento e estou colocando “Ritmo” em meus escritos (Poesias) e fazendo um RaP disso tudo, um rap no estilo “zen vergonha”, risos.

Eu amo escrever e compartilho meus processos de evolução para que as pessoas se sintam inspiradas a correrem atrás de seus próprios sonhos.  Quando eu escrevo, exponho meu ponto de vista. Minha leitora ou meu leitor não necessariamente concorda comigo e, na verdade, concordar ou não é o que menos me importa.

Quando escrevo, estou fazendo uma terapia. Estou tirando algumas conclusões de assuntos que muitas vezes são inconclusivos. Conclusões essas que posso expandir ou até mudar a partir de uma nova informação ou experiência. Quando escrevo, estou racionalizando meus processos de autoconhecimento e conhecimento do mundo.

Quando eu disponibilizo o que estou escrevendo para que as outras pessoas possam ler, minha intenção é que, se sentirem no coração, reflitam sobre e tirem suas conclusões pelas próprias experiências!

Como terapeuta e facilitadora de processos de autoconhecimento, sou praticante da técnica de cura energética ThetaHealing e criei uma Oficina de Autoconhecimento. Essa Oficina tem uma metodologia exclusiva porque é do meu coração para o coração de vocês, eu mesma desenvolvi a partir de estudos de comunicação (sou formada em Jornalismo), cura energética e reprogramação mental (ThetaHealing e outras técnicas) –  então é bem especial mesmo <3

Essa metodologia chamada Sistema de Gerenciamento de Questões Pessoais propõe um novo olhar sobre um “problema” (questão), com foco na *solução*.

Estou produzindo meu primeiro álbum de música como Gabitopia e logo tratei novidades <3

 

Paz e Luz

Nesta categoria, você encontrará textos sobre minha experiência com a espiritualidade. Como um Ser em evolução, faço aqui as reflexões sobre como me conectar com meu Eu superior e como posso ser uma pessoa melhor no meu cotidiano com minha família, amigos, desconhecidos e nas relações profissionais.

Esta categoria é muito mais genérica e estão os textos sobre comportamento, vegetarianismo e outras reflexões sobre o meu estilo de vida ideal.
Estilo de Vida

Esta categoria é muito mais genérica e estão os textos sobre comportamento, vegetarianismo e outras reflexões sobre o meu estilo de vida ideal.

A categoria mais antiga do blog! Em Crônicas você pode ler todos meus textos cheios de aventura, romance, reflexões e, claro, muito beijo na boca. Tudo escrito com muito carinho, cada crônica escrita no tom e no ritmo que achei coerente para o tema.

A categoria mais nova do site, criada em Julho de 2015.  Segundo Aristóteles, a catarse diz respeito à purificação das almas por meio de uma descarga emocional provocada por um drama. Neste espaço exponho porque eu me sinto purificada com algumas obras artísticas, por exemplo: músicas, longas ou curtas ou artes plásticas.
Catarses

A categoria mais nova do site, criada em Julho de 2015.  Segundo Aristóteles, a catarse diz respeito à purificação das almas por meio de uma descarga emocional provocada por um drama. Neste espaço exponho porque eu me sinto purificada com algumas obras artísticas, por exemplo: músicas, longas ou curtas ou artes plásticas.

Em Matérias, publico os textos jornalísticos que produzo de forma independente e livre. Os temas são os mais diversos, inspirados nos últimos acontecimentos ou de temas que são relevantes para mim. Alguns materiais são da época da faculdade em que guardo com muito carinho toda aprendizagem dessa importante fase da minha vida.

Essa categoria foi criada após eu conhecer o campo da manipulação de energia com o objetivo de curar minhas feridas emocionais e fisicas, sanando-as e desobstruindo meus centros de energia para que eu possa cumprir minha missão de forma mais saudável, feliz, em paz e com gratidão. Aqui compartilho o que aprendo.

Gabriela Pagliuca

aka/vulgo Gabitopia

Sou artista e facilito processo de autoconsciência. Alimento o Gabitopia, esse blog, há mais de 11 anos. Estudei e sigo estudando comunicação, facilitação de grupos e técnicas de cura a partir de manipulação de energia (holística).

Meu blog é onde está quase todo meu trabalho como escritora, para saber mais clique aqui. Para saber mais do meu trabalho como facilitadora de processos de autoconhecimento, acesse aqui.

Meu propósito é amar, dar amor e estar em paz. Aqui é meu lar virtual, uma ferramenta para eu cumprir meu papel!

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