Apenas Vícios de Linguagem

Velhos. Mãe e Pai são velhos. Não, na verdade não velhos, mas mais velhos! A saúde deles continua boa, tomando um remédio aqui outro acolá para controlar algum sistema rebelde que insiste em acusar problema nos exames anuais de rotina, mas continuam a todo o vapor. Eu só os chamo de velhos brincando quando me refiro a eles aos meus irmãos ou a eles mesmos. Nunca serão velhos esses meus velhos, são jovens, são lindos, são brincalhões. O Pai, então, esse devia ter seguido carreira em Circo como palhaço, ainda bem que não o fez ou não estaria aqui. Velhos eles não são, mas já foram mais novos, sim, é claro. Já não saem muito à noite, a Mãe não dirige no escuro. Os gostos já são ultrapassados: Roberto Carlos, Celine Dion, dormir cedo e não gostam de música alta. Preocupam-se e se assustam ao perceber que as crianças cresceram… Crianças? Não somos mais crianças. E eles também não são velhos, mas nunca deixaremos de nos referirmos... ler mais

Agradecimentos

Estou chocada! São 7h 20min e acabo de acordar de um pesadelo. O que me choca é a realidade que estava nele, foi só um sonho? Graças a Deus! Mas quantas vezes não ouvimos falar que mais ou menos isso aconteceu de verdade? Estava com uma mulher que talvez nem conhecesse direito, não era alguém familiar, e entrava em um estacionamento, aqueles de subsolo de prédio. Quando três homens – mais para meninos do que homens – falavam com a gente: “ei, moças… ” Depois que os ignoramos, um deles disse: “é uma falta de respeito eu falar com vocês e vocês não me responderem”, então comecei a ficar preocupada, pensei que o rapaz podia realmente ter ficado chateado ou nervoso, mas comecei a rezar e perguntar para minha colega se não tinha medo de ignorar pessoas como ele. Passando tudo isso na minha cabeça, vejo por reflexos e olhando discretamente para trás que o cara que mexeu com a gente estava nos seguindo. Tremi. Gelei. Procurei logo aquelas cabines de pagar o estacionamento. Corri puxando a mulher, mas foi em vão, o menino estava nos seguindo mesmo e não ia nos deixar em paz. Quando eu avistei a cabine de pagamento e vi um homem meio gordo com uma camisa azul, pistolas em seus bolsos e tomando café, pensei: “estou salva, ali tem um policial que me protegerá” e entrei gritando que havia um rapaz nos perseguindo. Em um ato pouco heróico, mas a único que passou pela minha cabeça naquela hora, me enfiei atrás do policial como uma criança se enfia debaixo da saia da mãe. O... ler mais

Ah, se as poltronas falassem…

Eu admito! Adoro esse barulhinho de porta abrindo e fechando em todos os pontos de ônibus, esses que me fazem atrasar para meus compromissos. Adoro viajar olhando a cidade com a atenção que não tenho quando eu dirijo, por trás das janelas riscadas pelos grafiteiros com estiletes. É fascinante poder ver cada figura que passa por mim, agora mesmo, estou atrás de um cara careca em cima e com cabelos cacheados grandes, na medida do pescoço, ele pega o jornal e todo destrambelhado abria e fechava os cadernos um pouco até sem paciência, acho que ele está percebendo minha risada abafada pelo respeito. E tem mais, já perceberam que independente da hora, todas as pessoas estão com a mesma pressa e canseira? E o celular hoje é uma febre nas intermináveis viagens com trânsito. Ora para nos entreter com essa tecnologia de MP3, ora Alô, amor? Estou parado na Raposo, vou me atrasar para o jantar. Ela deve achar que é mentira. Todos os dias a mesma desculpa de estar no trânsito. Mas eu estou lá… Eu sei… É verdade! Já repararam que todos os cobradores são engraçados? Sem motivo nenhum, só por estarem sentados lá em cima, já são engraçados. Uma vez, em Caxias do Sul – RS, eu e minha melhor amiga pegamos, por uma semana, todos os dias o mesmo ônibus e era o mesmo cobrador… E ele ficou paquerando a pobre garota… Foi pior quando ele piscou para ela. Palhaço. Boas lembranças dos ônibus. Várias vezes eu tive que pegar dois ônibus para buscar a minha amiga na casa dela, já que ela é quatro... ler mais

Qual a sua opinião?

Drogas é um assunto polêmico, não é? Normalmente em aulas de química os alunos e os professores encontram uma maneira de tocar no assunto. Isso acontecia no meu colegial inteiro e agora no curso pré-vestibular. É engraçado e até um pouco hipócrita, a forma em que o assunto é tratado entre essas pessoas. Se for com um de seus – talvez futuros – filhos, não pode, não. Se for pra discutir o tráfico, todos contra. Acabar com esse mundo marginalizado que mata tanta gente inocente, como nossos colegas de cursinho, de faculdade ou estágio, todas as pessoas de classe média/alta, muito a favor. Em 2006, quando o PCC aterrorizou a cidade de São Paulo inteira e outras partes do estado, ouvi da boca de uma amiga – classe média, por isso colocaremos como instruída – que fuma (ou fumava) maconha: vamos fazer uma corrente de energia positiva! Corrente? Do que você está falando? Qual tipo de energia você quer? Fiquei me perguntando isso por muitas horas e comecei a refletir. Existe gente má que fuma maconha, existe gente idiota e gente boa também, mas ser uma pessoa boa tira a culpa dela, a culpa de estar financiando o tráfico. O problema não é fumar ou não. O problema é o porque fumar e da onde tirar essa droga. Tem gente rica que não sabe que sustenta o tráfico, não sabem por que só vê gente pobre morrer – por não pagar e “ah, só nos fins de semana quando tem festa” mas se não fumassem, o mercado diminuiria, talvez, afinal de contas, os mais pobres não tem dinheiro –... ler mais

Já parou pra pensar nisso?

              Eu estava imaginando sobre o que escrever, então comecei a reparar nas pessoas em minha volta e, mesmo que minha obsessão por sexo tenha diminuído, meu assunto preferido continua sendo esse, ainda mais numa aula de biologia (assunto: reprodução).               Ao reparar nas pessoas, comecei a pensar em como seria suas vidas sexuais, como será que se comportam ou ainda, será que são sexualmente ativos?               Olhando para frente, vejo meu professor. Ao pensar nele fazendo amor com sua “senhora” prefiro parar com isso de uma vez. Se eu não gosto nem de ver na televisão Suzana Vieira beijando José Wilker, imagina pensar no meu professor e sua esposa fazendo amor? Não. Esquece. Não vou imaginar.               Vou falar sobre jovens por que jovem que faz sexo gostoso. É claro que jovens da minha idade não são tão experientes e estão apenas aprendendo e com isso não fazem aquele sexo estilo filme erótico. Para mim, quando eu chegar ao auge da vida sexual, estarei fazendo a la Angelina Jolie e Brad Pitt. Sensual. Muito sensual. Espero chegar nesse estágio.               Bem ao meu lado senta uma moça quieta e séria, nenhuma característica para dizer que ela é feia e nenhuma para dizer que é bonita. Não é nenhum “mulherão” nem nada. É quieta e tem cara de tonta, e as tontas, vocês sabem, costumam ser as mais safadas. Ela deve ser dessas que têm namorado e fazem de tudo com eles. Rapidinhas, demoradas e por todas as... ler mais
E se fosse verdade?

E se fosse verdade?

Têm acontecido coisas incríveis comigo ultimamente, como por exemplo, o fato de que ninguém pode negar que meu cabelo anda espetacular, ou que eu estou conseguindo tomar meus remédios todos os dias, sem esquecer nenhum. Ainda tem o fato de eu estar conseguindo não gastar compulsivamente só por que recuperei meu cartão de débito, tem também o fato de que eu estou conseguindo comer em restaurante por quilo e comer tudo. Mas o que mais de fantástico aconteceu, foi que ontem superando todas as minhas expectativas, o bonitinho da minha classe veio falar comigo. Eu estava lendo, como de costume, sentada no chão do corredor esperando acabar a aula que eu não havia assistido bem em frente a porta da nossa classe, uma menina saiu de lá e deixou a porta aberta, aberta não, escancarada, ele colocou a cabeça para fora, me viu e veio até mim. Ele ficou parado por três segundos e me deu um “oi” tímido, eu retribuí com um sorriso e um oi mais tímido ainda. Ele perguntou “Está lendo o que?”. CARACOLES! Eu não acredito, ele está falando COMIGO e quer saber o que EU estou lendo! Não pode ser verdade. Pensei, mas só disse o nome do livro e o autor. Que burra! Puxa algum assunto! Hum, o que eu poderia dizer? Estou tão nervosa! . “Você gosta de ler?” Nossa, quanta besteira passa pela minha cabeça, por que perguntei isso? Que I-DI-O-TA! Foi realmente um assunto estúpido para puxar. Mas ele respondeu que sim, gostava de boas histórias. Perguntou se podia sentar ao meu lado. Óbvio, claro que sim, de-mo-rô, gracinha! Pensei.... ler mais

Fúria Fila

Hoje, pela primeira vez em muito tempo, eu tive oportunidade de mudar alguma coisa ou até, quem sabe, uma pessoa. A situação, não incomum em todos os lugares, foi a seguinte: estava escolhendo meu lanche, na fila. Quando eu cheguei devia ter umas cinco pessoas antes de mim, mas várias pessoas com essas cinco, então, não dava pra saber, realmente, quantas pessoas estavam na minha frente. A mocinha que estava logo antes de mim, estava terminando de fazer seu pedido quando uma “ADJETIVO MUITO FEIO” veio correndo e parou ao lado da mocinha, que já estava quase saindo da fila. Pensei: ela vai dar o dinheiro trocado para a amiga para ela comprar um Trident e vai ficar tudo bem. O problema é que a moça ignorou a amiga e foi fazendo o pedido para a atendente, tirando uma nota de R$20,00 do bolso. Foi então que eu falei: Você é folgada, heim. E ela achando que estava fazendo bonito disse toda “meiga”: “ah, é que minha amiga estava aqui e… Posso?” Não. Não pode, sua trouxa!! Sabe por que não pode? Por que o Brasil não está precisando de mais gente desse jeito. Hoje é furando uma fila de cantina, amanhã, quem sabe, dando um “jeitinho” de conseguir alguma coisa, como por exemplo, uma carteira de habilitação. Não pode furar fila por que não pode! Por que atrasa a vida das pessoas que entraram na fila antes de você. E vai ter um pão-de-batata a menos e alguém que entrou na fila antes de você pode ficar sem. Otária! Sua mãe não te ensinou que furar fila é... ler mais

Não leia, por favor

Eu não estou me sentindo bem, estou numa fase estranha da minha vida. Há um mês estava morando no interior, mas esse mês passou tão devagar que me pareceu cinco, mas cinco foram os fins de semanas… No primeiro, briguei com minha mãe por que ela ainda achava que eu era criança. O segundo foi calmo e tedioso. O terceiro e precipitado, viajei a passeio para o interior onde eu morava, o quarto foi um fim de semana mais família, almocei com meus pais e fui à bienal do livro com meu irmão. E o último contraí uma amigdalite forte e chata. As cinco semanas que sucederam a esses fins de semanas passaram arrastadas, subindo a Frei Caneca e atravessando aqueles cinco quarteirões gigantes da Paulista, quase todos os dias enrolada em três casacos e com a mochila pesada nas costas. Subindo uma escadaria e descendo só pra pegar um maldito papel. Estive contando quantos all stars andam por aqueles corredores, escadas e ruas, absurdamente, a cada dez pessoas, acho, oito devem usar algum tipo de converse. Mas, ironicamente, acho que não fui eu só que percebi, por que de uma semana para outra, percebi uma diminuição abundante, acho que saiu de moda. Todos os dias frios e poluídos de manhã, quentes e ensolarados depois do almoço. Escrevendo e digitando textos como esse antes de ir dormir, todos os dias. Dias que não conseguiam passar em paz. O que salva a lembrança de todos esses dias passamos sem sentido algum, são os fins de semanas, pelo menos, não é?! São meus passeios com meus amigos que meu pai continua... ler mais

O Sofrimento de Pedro

Estou em cima da cama, tentando superar toda a dor e sofrimento que estou passando, sem quase respirar, só para conseguir não deixar para depois e com isso ser o mais sincero possível. Que vadia. Por que confiaria? Mulher safada, aquela que escolhi entre toda mulherada. Me fez esperar de pé, mas tão linda só ela é. Duas horas no frio e escuro, se bem dado, merecia até um murro. Mentirosa essa cadela, disse que se perdeu numa favela. No fim da noite, consegui levá-la pra cama e fazer dizer que me ama. Tivemos uma noite feliz, pelo trabalho que fiz, Mas saiu de supetão, sem dar explicação. E agora, estou aqui, com vontade de chorar, sem conseguir rimar. Usando algum tipo de droga para me anestesiar, Assim me controlar é mais fácil , como homem é frágil. É uma vagabunda de elite, me beijou e me passou... ler mais

Rafael, quer sair comigo?

Tudo começou igualzinho paixãozinha de quarta série, quando os alvos eram Felipes, Igors, Brunos e Diegos, sempre os mais lindos da classe, e eu, apenas mais uma mortal, com óculos de grau e tiques nervosos nos olhos – na verdade, para endireitá-los sem precisar usar as mãos – com peitos nem tão grandes para usar sutiã, mas grandes suficientes para ficar aparecendo aquela pontinha e me incomodar muito com isso. Eram as paixões mais imbecis que alguém pode sentir. Paixão essa que na maioria das vezes eram efêmeras e que só precisava de outra carinha bonita para ocupar o espaço de meus pensamentos. Elas vinham dos cabelos clareados pelo sol da praia, carinha de criança, malandragem de moleque e quanto mais eles me ignoravam, mais eu gostava. Coisas de criança. Criança boba. Sorte minha é que não somos mais crianças, eu cresci, não sou mais a mesma. Deus quisesse que os meninos que me rejeitaram me vissem, para que eles pudessem, quem sabe, ficar de queixo caído? Os óculos me fazem ser um tanto quanto misteriosa e intelectual, normal é usar sutiã de qualquer maneira, mas só na hora que o moço puder dar uma espiada, a gente escolher um bonito. Como dizem os pais de crianças feias, crianças feias serão adultos bonitos e crianças bonitas, serão adultos feios, o que não é verdade pra ser sincera, comigo até que funcionou, graças a Deus, e com toda certeza, não funcionou com um dos Brunos e um dos Igors que eu conheci há 9 anos. Um deles até virou modelo. Detalhes do passado a parte, ultimamente interessei pelos cabelos escuros... ler mais
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Confira meu Single A Resistência das Minas

 

Sou escritora, terapeuta holística, facilitadora de processos de autoconhecimento e estou colocando “Ritmo” em meus escritos (Poesias) e fazendo um RaP disso tudo, um rap no estilo “zen vergonha”, risos.

Eu amo escrever e compartilho meus processos de evolução para que as pessoas se sintam inspiradas a correrem atrás de seus próprios sonhos.  Quando eu escrevo, exponho meu ponto de vista. Minha leitora ou meu leitor não necessariamente concorda comigo e, na verdade, concordar ou não é o que menos me importa.

Quando escrevo, estou fazendo uma terapia. Estou tirando algumas conclusões de assuntos que muitas vezes são inconclusivos. Conclusões essas que posso expandir ou até mudar a partir de uma nova informação ou experiência. Quando escrevo, estou racionalizando meus processos de autoconhecimento e conhecimento do mundo.

Quando eu disponibilizo o que estou escrevendo para que as outras pessoas possam ler, minha intenção é que, se sentirem no coração, reflitam sobre e tirem suas conclusões pelas próprias experiências!

Como terapeuta e facilitadora de processos de autoconhecimento, sou praticante da técnica de cura energética ThetaHealing e criei uma Oficina de Autoconhecimento. Essa Oficina tem uma metodologia exclusiva porque é do meu coração para o coração de vocês, eu mesma desenvolvi a partir de estudos de comunicação (sou formada em Jornalismo), cura energética e reprogramação mental (ThetaHealing e outras técnicas) –  então é bem especial mesmo <3

Essa metodologia chamada Sistema de Gerenciamento de Questões Pessoais propõe um novo olhar sobre um “problema” (questão), com foco na *solução*.

Estou produzindo meu primeiro álbum de música como Gabitopia e logo tratei novidades <3

 

Paz e Luz

Nesta categoria, você encontrará textos sobre minha experiência com a espiritualidade. Como um Ser em evolução, faço aqui as reflexões sobre como me conectar com meu Eu superior e como posso ser uma pessoa melhor no meu cotidiano com minha família, amigos, desconhecidos e nas relações profissionais.

Esta categoria é muito mais genérica e estão os textos sobre comportamento, vegetarianismo e outras reflexões sobre o meu estilo de vida ideal.
Estilo de Vida

Esta categoria é muito mais genérica e estão os textos sobre comportamento, vegetarianismo e outras reflexões sobre o meu estilo de vida ideal.

A categoria mais antiga do blog! Em Crônicas você pode ler todos meus textos cheios de aventura, romance, reflexões e, claro, muito beijo na boca. Tudo escrito com muito carinho, cada crônica escrita no tom e no ritmo que achei coerente para o tema.

A categoria mais nova do site, criada em Julho de 2015.  Segundo Aristóteles, a catarse diz respeito à purificação das almas por meio de uma descarga emocional provocada por um drama. Neste espaço exponho porque eu me sinto purificada com algumas obras artísticas, por exemplo: músicas, longas ou curtas ou artes plásticas.
Catarses

A categoria mais nova do site, criada em Julho de 2015.  Segundo Aristóteles, a catarse diz respeito à purificação das almas por meio de uma descarga emocional provocada por um drama. Neste espaço exponho porque eu me sinto purificada com algumas obras artísticas, por exemplo: músicas, longas ou curtas ou artes plásticas.

Em Matérias, publico os textos jornalísticos que produzo de forma independente e livre. Os temas são os mais diversos, inspirados nos últimos acontecimentos ou de temas que são relevantes para mim. Alguns materiais são da época da faculdade em que guardo com muito carinho toda aprendizagem dessa importante fase da minha vida.

Essa categoria foi criada após eu conhecer o campo da manipulação de energia com o objetivo de curar minhas feridas emocionais e fisicas, sanando-as e desobstruindo meus centros de energia para que eu possa cumprir minha missão de forma mais saudável, feliz, em paz e com gratidão. Aqui compartilho o que aprendo.

Gabriela Pagliuca

aka/vulgo Gabitopia

Sou artista e facilito processo de autoconsciência. Alimento o Gabitopia, esse blog, há mais de 11 anos. Estudei e sigo estudando comunicação, facilitação de grupos e técnicas de cura a partir de manipulação de energia (holística).

Meu blog é onde está quase todo meu trabalho como escritora, para saber mais clique aqui. Para saber mais do meu trabalho como facilitadora de processos de autoconhecimento, acesse aqui.

Meu propósito é amar, dar amor e estar em paz. Aqui é meu lar virtual, uma ferramenta para eu cumprir meu papel!

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