" How you doin’ " para moças.

Já imaginou você numa situação assim: você encontra um cara lindo em algum lugar, vocês se olham, rola o interesse dos dois, mas ambos têm vergonha de conversar porque vocês estão sei lá, num ônibus ou metrô? No meio da rua? Na aula de natação? Como você reagiria se ele falasse com você é fácil de imaginar. Mas e se você falasse com ele, como ele reagiria? Será que você precisa ter medo de falar com um cara legal só porque você é a garota. Acho que não. Confira algumas dicas importantes de como fazer os primeiros contatos com o menino gatíssimo que avistou sem querer e fica super-envergonhada, pelo menos nos primeiros instantes, em falar com ele. – Procure perceber se tem alguma dica se o cara tem namorada. Alianças em uma das duas mãos é sinal de uma suposta namorada, portanto é bom não arriscar. Se você já conhece mais ou menos o cara e acha que está solteiro pode olhar no orkut para checar ou perguntar para os amigos também é uma boa. Se ele tiver namorando e você ainda quiser se aproximar, se aproxime como amiga, não há nenhum problema nisso (eu acho). – Mesmo se o cara não tiver namorando, ele pode não está procurando alguém ali naquele lugar ou naquela hora, não force as coisas. – Não é fácil conversar com alguém que a gente não conhece. É claro! Quando eu comecei a pensar dessa maneira, talvez uma janela com luz tenha aberto na minha mente: porque temos vergonha, exatamente? Se você está no intervalo da sua aula ou na academia e fala... ler mais

O primeiro a gente não esquece

Eu tinha 12 anos e acabado de sair da “Fase do Patinho Feio”, meus cabelos já batiam nos ombros depois de uma temporada de “Joãozinho”. Nunca tinha ido às festas a não ser festas nos salões dos prédios das minhas amigas, que eram poucas. Quando quis sair pela primeira vez, foi num domingo, para uma matinê. Minha irmã, já com 16 anos, insistiu para que eu não fosse, mas minha mãe disse que ela só iria se eu fosse junto. O lugar aonde ela ia era num shopping (para os cariocas, devem se lembrar: rock in rio café no barra shopping) e ela me enxotou de lá e me mandou para a outra matinê do outro shopping (cariocas: Slávia no New York city Center) que eram vizinhos. Eu entrei pela primeira vez em uma boate de verdade. As pessoas estavam fumando e se agarrando, só que estava meio vazia. Eu e minhas amigas entramos e eu estava deslumbrada. Olhava para os lados, não via nada direito. Foi nesse clima que a primeira pessoa a pedir para ficar comigo na vida chegou. Ele era feio e o recusei. Olhei para os lados e encontrei o cara por quem eu tinha uma queda enorme. Felipe o nome dele. Então uma das meninas que estavam comigo chegou saltitante para mim e falou “ga-a-a-a-bi! o andréééé quer ficar com você” e fazendo aquelas dancinhas de quem consegue algo legal para outra pessoa. Só tinha um problema: André? Quem era André. Ah! O promoter bacana. Tinha 14 anos. Era mais alto que eu, eu era da altura do peito dele. Então a gente conversou... ler mais

Um eu não-superficial

Três regras: perfume, sorriso e simpatia. Porque nem todas as garotas são lindas, magras e com cabelo invejável. Se eu quisesse eu poderia emagrecer, me maquiar e fazer chapinha todas as vezes que eu fosse sair com um cara. Só que maquiagem some e borra. Chapinha sai. Emagrecer dá muito trabalho. Por isso, com o tempo, fui fazendo minhas próprias regras. É claro que antes de sair com um cara eu fico meia hora escolhendo uma porção de roupa para ter opção e vou vestindo cada uma combinando com os acessórios para escolher a melhor. Claro que faço alguma coisa no cabelo, não o deixo normal. Só que o problema é que tudo o que eu faço para que eles se lembrem de mim não dá tanto trabalho. Eu passo um dos meus perfumes preferidos (Ma Cherie, Adidas Fresh Vibes ou outro dependendo o cara), quando ele sentir meu cheiro outro dia em outro lugar, ele com certeza vai se lembrar de mim. Já me disseram que meu sorriso é bonito milhões de vezes, então, para que não usá-lo? Sorrio muito, naturalmente. Isso atrai os meninos. E tento ser eu mesma. Não fico fingindo ser quem não sou como tanta gente faz, principalmente porque eu sempre saio com uma pessoa pensando, primeiramente, em tentar conquistar a amizade e a simpatia dela, quando consigo fazer isso, partir para o segundo passo é mole, tento usar meu charme, que é um segredo natural que não conto pra... ler mais

Marina

Há alguns anos, conheci uma menina que considerava perfeita. Ela era quatro anos mais velha que eu. Estava terminando o colegial enquanto eu ainda estava na sétima série. Ela se chamava Marina. Ela era considerada, na escola, a menina mais bonita, desejada e invejada. Tinha cabelos lisos e pretos até o meio das costas, olhos escuros, pele bem branca e corpo perfeito. Podia comer batata frita chocolate, sorvete e pizza que continuava perfeita. A sua turma era a mais animada, os amigos mais descolados e os namorados mais bonitos de toda escola. Ia às melhores festas. Fazer parte desse circulo era ter status. Nessa época, andava com a Irmã dela, freqüentava sua casa, ela me contava as coisas, eu pedia conselhos pra ela e nos tornamos amigas. Considerava isso o máximo porque mesmo ela sendo quem ela era não deixava de ser humilde, ajudar e conversar com os outros. Eu era totalmente sua fã e queria sempre ser igual a ela, mesmo que as condições não permitissem. Eu sempre a defendia quando falavam mal dela. “É inveja”, eu sempre repetia. Ela era tão perfeita que até os defeitos dela eram tranquilamente superados pelas qualidades. No fim de semana passado, recebi um recado no celular falando que ela tinha bebido muito na festa de 15 anos de sua prima e desmaiou, entrando em coma alcoólico. Aquilo foi um susto para mim. Corri ao hospital que ela estava internada. Recebi informações que ela já tinha acordado do coma, que só estava dormindo. No quarto, não estavam seus pais nem seu namorado, apenas sua irmã mais nova, a que era minha amiga.... ler mais

O dia que comi feijão

Essa história, na verdade, começa quando eu ainda comia feijão. Bem, pra ser sincera é uma época que eu quase não me lembro e poucas coisas são apenas em flashs. Como por exemplo, quando eu comia sopa de letrinhas e de feijão. Quando fecho os olhos, me concentro, consigo lembrar a fumacinha saindo e uma amostra do gosto chega a minha boca. Lembro dos meus irmãos e eu, de banho já tomado, com aqueles pijamas quentinhos de flanelas com estampa de bichinhos sentados nos banquinhos da cozinha, quase do nosso tamanho, um pouco menor. Nessa fase era prazeroso comer. Foi em uma escola de período integral que a enjoação toda começou. Era uma escola carioca, tinha acabado de mudar para o Rio de Janeiro. Os almoços eram arroz, feijão preto, peixe ou alguma outra carne. Éramos obrigados a comer pelo menos uma mistura além do arroz e feijão. Aquilo foi entrando em mim e eu tinha cada vez mais nojo. Chegou uma hora que eu me revoltei. (por favor, caso você esteja comendo e/ou tenha estômago sensível, não leia as próximas frases) Era uma tortura ter que comer, ou melhor, enfiar goela a baixo, peixes com espinha, almôndegas recheadas de asinhas de mosca, feijão preto sem caldo e com gosto de plástico, arroz duro e amarelado e de sobremesa, gelatina com um caldo suspeito. Até na “semana da criança” éramos presenteados de hambúrgueres e batata frita com pitadas fios de cabelo. Era muito nojento. Conheço pessoas que ficaram menos revoltados, como meus próprios irmãos e um amigo que até hoje mantenho contato, que se lembram apenas como “é, a... ler mais

Tendências trabalhistas

É ensinado desde cedo que o trabalho é indispensável para tirarmos recursos para a nossa sobrevivência. Existem muitos tipos de trabalho, mas de maneira geral ou se trabalha na fabricação de produtos ou partes deles, ou presta um serviço, o que está virando tendência por causa das inovações tecnológicas do mundo moderno. Muito se fala sobre o emprego dos sonhos que são, normalmente, relacionados aos artistas, empresários, investidores entre outros, mas cada profissão tem seus obstáculos, seus problemas isso porque não existe trabalho sem esforço. O progresso da sociedade capitalista faz com que todas as áreas abram novos ramos, mas estão exigindo pessoas com mais conhecimentos específicos, estimulando às pessoas a estudarem mais e conseguirem outros certificados além do terceiro grau. A concorrência, uma conseqüência do capitalismo, é tendência mundial e para que as empresas progridam é necessário investimentos em tecnologias que produzem mais em menos tempo e então, as pessoas que ainda usam a força física como seu instrumento de trabalho, tem sua atividade desvalorizada, recebendo salários mínimos e completando um ciclo: a pessoa que ganha pouco, muitas vezes, trabalha em mais de um emprego para ganhar mais dinheiro para poder viver melhor, mas por conta disso, não encontra tempo para se especializar, não conseguindo melhorar de vida. O mundo está evoluindo e, com ele, as máquinas trabalhando no lugar de pessoas, fazendo com eu os homens tenham que usar o que uma máquina jamais poderá nos superar na hora de criar, montar, criticar etc. Usar a arte de pensar para ganhar espaço no mundo em... ler mais

Érica

Apresento-te: Érica. Érica significa sempre forte, como ela sempre foi. Não é perfeita, mas é interessante. Érica nasceu de um casal de adolescentes em 25 de fevereiro 1988. Pisciana. Louca de vontade de viver a vida a flor da pele. Consciente mais do que, talvez, suas amigas por seus pais serem tão jovens, sua mãe hoje com 35 anos e seu pai com 37, separados desde 1991. Kaká, como gosta de ser chamada foi aprendendo com seus erros e foi estabelecendo regras para ela mesma com o intuito de ser mais justa e correta com ela e as pessoas com quem se envolve. É carente, como todo pisciano, mas não faz questão de namorar alguém só por carência. Algumas aventuras e outras desventuras provaram que o ditado está certo “antes só do que mal acompanhado” e está começando a descobrir, relatando todos esses fatos, que talvez o problema não seja os meninos, mesmo. Talvez falte ela descobrir o seu ponto forte e suas qualidades antes de procurar isso em outras pessoas. Já namorou uma vez mais de um ano e meio. Nunca mais namorou, mas sempre tem pequenos relacionamentos. As 10 regras de total boa convivência com o mundo Érica Martins 1. Não sair com homens comprometidos. 2. Não cobiçar as coisas alheias. 3. Nunca mentir sobre sentimentos quando perguntarem. 4. Honrar pai e mãe – e os outros legítimos superiores 5. O que acontece entre amigos, fica entre amigos. 6. Não matar – nem causar outro dano, no corpo ou na alma, a si mesmo ou ao próximo 7. Sempre que quiser fazer, desde que não quebre as... ler mais

Humberto

(antes de ler esse post, leia o primeiro post da série) Falar de Humberto é muito difícil. Impossível falar que o conheço bem, mesmo achando que sim. Nem sei se tenho muito a dizer sobre nossa relação de amizade e/ou amorosa – se é que existiu alguma amorosa–. Há dois anos nos conhecemos. Fomos apresentados por um amigo, sua namorada e sua irmã. Os três viviam falando que nós dois combinávamos, éramos parecidos, nós íamos nos dar bem etc. e tal. Um dia o amigo me passou o MSN e Orkut dele e começamos a conversar. Ele ia à mesma festa que eu no fim de semana. Estava realmente animada e aqueles meus amigos ficaram falando dele a semana toda. E o grande dia chegou e nos conhecemos. Ele estava lá. Lindo, solteiro, com os amigos, se divertindo e bêbado. Muito bêbado. Tanto que quase não se lembrava de ter nos conhecido no dia seguinte. Mas não faltaram oportunidades de estarmos juntos outras vezes, nós sempre nos encontrávamos e uma amizade sincera, de ambas as partes, foi surgindo. Como imaginei pelos relatos de meus amigos, éramos muito parecidos mesmo e nos dávamos muito bem. Mas uma coisa eles me avisaram: se eu quisesse ter algo a mais com ele, não poderia conhecer a ex-namorada dele, pois era excepcionalmente fantástica amiga essa Madalena, meiga, sincera, carinhosa, atenciosa. E ex-namorado de amiga, vocês sabem que é pra sempre namorado. Na semana em que eu conheci Humberto, conheci também Madalena. Ela veio como quem nada quer se apresentando, dizendo que era amiga de alguns amigos meus e que era ex de Humberto.... ler mais

Ernesto

(antes de ler esse post, leia o primeiro post da série) Falei tanto do meu ex-namorado que no mínimo uma curiosidade surgiu, não é mesmo, leitores? Conheci Ernesto quando estava enrolada com outro cara e me apaixonei imediatamente que o vi. Minhas amigas me apresentaram e ele parecia ser o cara perfeito para mim e foi mesmo, durante um ano, sete meses e catorze dias. De 12 de março de 2006 até 26 de outubro de 2007, oficialmente. Eu tinha 18 anos quando começamos e terminados quando eu tinha mais de 19 anos e meio. Foi na minha época pós-escola. Uma época maravilhosa. Estudamos no mesmo cursinho pré-vestibular. Ele era extremamente lindo e inteligente. Gostava do mesmo tipo de música e era um pouco menos caseiro do que eu. Éramos o par perfeito, todo mundo nos elogiava quando nos viam. Tinha uma coisa nele que sempre me chamou atenção, no começo era fofo, mas perto do fim me irritava. Suas bandas preferidas eram formadas por bateristas, guitarristas, baixistas ou qualquer outro tipo de instrumentalista de qualquer sexo, mas a vocalista tinha, necessariamente, que ser uma mulher. Pitty, Pato Fu, Ludov, Avril Lavigne e até Elis Regina com suas Águas de Março, entre outras mil bandas de mulheres. E eu com meu gosto eclético para tudo, acabei gostando do que ele ouvia também. Escuto muito Ramirez e Leoni, mas não tenho nada contra nada específico. Ele tinha. Não suportava ouvir homens cantando. O máximo que ele suportava era um dueto ou algo parecido. Nunca fui de me importar muito com isso, escutava o playlist dele com a maior boa vontade.... ler mais

Henrique

(antes de ler esse post, leia o primeiro post da série) Henrique era melhor amigo do cara que eu gostava até uns dias antes, no carnaval. No vigésimo quinto dia de fevereiro, por telefone, nos conhecemos. Esse é o dia do meu aniversário e o cara que eu gostava me ligou para me desejar felicidades e como Henrique estava junto, falou comigo também. Foi nosso primeiro contato. Eu já sabia quem era ele e ele já sabia quem era eu. Sem perder tempo, o adicionei no Orkut e no MSN e começamos a nos falar. Em uma terça feira, ele me chamou para sair, para tomar uma cerveja, bater um papo, comer um lanche. Ele me buscou em casa e fomos a um bar. Conversamos muito sobre tudo e percebemos bastante afinidade um com outro. Eu estava me sentindo totalmente atraída por ele e vice versa. Ele me chamou para ir a casa dele, assistir um filme. Sentamos no sofá e ele me beijou, perguntou se eu estava com ele pra fazer ciúme no amigo dele e eu disse que não, que ninguém precisava saber disso de propósito. Fomos deixando nos levar pelos instintos carnais e foi ai que rolou a minha primeira vez. Tinha acabado de fazer dezessete anos e não me arrependi nenhum dia da minha vida de ter feito com ele. Eu sei que tinha acabado de conhecê-lo e não tínhamos nada sério, mas não me condeno por isso, não. Meu ex-namorado me condenava tanto que foi um dos motivos que eu dei um pé-na-bunda dele. Nós tínhamos muito em comum e dois dias depois saímos... ler mais
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Sou escritora, terapeuta holística, facilitadora de processos de autoconhecimento e estou colocando “Ritmo” em meus escritos (Poesias) e fazendo um RaP disso tudo, um rap no estilo “zen vergonha”, risos.

Eu amo escrever e compartilho meus processos de evolução para que as pessoas se sintam inspiradas a correrem atrás de seus próprios sonhos.  Quando eu escrevo, exponho meu ponto de vista. Minha leitora ou meu leitor não necessariamente concorda comigo e, na verdade, concordar ou não é o que menos me importa.

Quando escrevo, estou fazendo uma terapia. Estou tirando algumas conclusões de assuntos que muitas vezes são inconclusivos. Conclusões essas que posso expandir ou até mudar a partir de uma nova informação ou experiência. Quando escrevo, estou racionalizando meus processos de autoconhecimento e conhecimento do mundo.

Quando eu disponibilizo o que estou escrevendo para que as outras pessoas possam ler, minha intenção é que, se sentirem no coração, reflitam sobre e tirem suas conclusões pelas próprias experiências!

Como terapeuta e facilitadora de processos de autoconhecimento, sou praticante da técnica de cura energética ThetaHealing e criei uma Oficina de Autoconhecimento. Essa Oficina tem uma metodologia exclusiva porque é do meu coração para o coração de vocês, eu mesma desenvolvi a partir de estudos de comunicação (sou formada em Jornalismo), cura energética e reprogramação mental (ThetaHealing e outras técnicas) –  então é bem especial mesmo <3

Essa metodologia chamada Sistema de Gerenciamento de Questões Pessoais propõe um novo olhar sobre um “problema” (questão), com foco na *solução*.

Estou produzindo meu primeiro álbum de música como Gabitopia e logo tratei novidades <3

 

Paz e Luz

Nesta categoria, você encontrará textos sobre minha experiência com a espiritualidade. Como um Ser em evolução, faço aqui as reflexões sobre como me conectar com meu Eu superior e como posso ser uma pessoa melhor no meu cotidiano com minha família, amigos, desconhecidos e nas relações profissionais.

Esta categoria é muito mais genérica e estão os textos sobre comportamento, vegetarianismo e outras reflexões sobre o meu estilo de vida ideal.

Estilo de Vida

Esta categoria é muito mais genérica e estão os textos sobre comportamento, vegetarianismo e outras reflexões sobre o meu estilo de vida ideal.

A categoria mais antiga do blog! Em Crônicas você pode ler todos meus textos cheios de aventura, romance, reflexões e, claro, muito beijo na boca. Tudo escrito com muito carinho, cada crônica escrita no tom e no ritmo que achei coerente para o tema.

A categoria mais nova do site, criada em Julho de 2015.  Segundo Aristóteles, a catarse diz respeito à purificação das almas por meio de uma descarga emocional provocada por um drama. Neste espaço exponho porque eu me sinto purificada com algumas obras artísticas, por exemplo: músicas, longas ou curtas ou artes plásticas.

Catarses

A categoria mais nova do site, criada em Julho de 2015.  Segundo Aristóteles, a catarse diz respeito à purificação das almas por meio de uma descarga emocional provocada por um drama. Neste espaço exponho porque eu me sinto purificada com algumas obras artísticas, por exemplo: músicas, longas ou curtas ou artes plásticas.

Em Matérias, publico os textos jornalísticos que produzo de forma independente e livre. Os temas são os mais diversos, inspirados nos últimos acontecimentos ou de temas que são relevantes para mim. Alguns materiais são da época da faculdade em que guardo com muito carinho toda aprendizagem dessa importante fase da minha vida.

Essa categoria foi criada após eu conhecer o campo da manipulação de energia com o objetivo de curar minhas feridas emocionais e fisicas, sanando-as e desobstruindo meus centros de energia para que eu possa cumprir minha missão de forma mais saudável, feliz, em paz e com gratidão. Aqui compartilho o que aprendo.


Gabriela Pagliuca

aka/vulgo Gabitopia

Sou artista e facilito processo de autoconsciência. Alimento o Gabitopia, esse blog, há mais de 11 anos. Estudei e sigo estudando comunicação, facilitação de grupos e técnicas de cura a partir de manipulação de energia (holística).

Meu blog é onde está quase todo meu trabalho como escritora, para saber mais clique aqui. Para saber mais do meu trabalho como facilitadora de processos de autoconhecimento, acesse aqui.

Meu propósito é amar, dar amor e estar em paz. Aqui é meu lar virtual, uma ferramenta para eu cumprir meu papel!

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