Ouro Vermelho

Escolher as palavras certas, relaxar, muitas vezes, não dizer nada. Não adianta você me dizer que está errado, e que não vale a pena tentar, quando a gente acender a luz, tudo vai voltar a ser como era antes. Não finja, por favor, para os outros, que simplesmente não sou importante para você. Deixe me ser seu coração quando você encontrar apenas ódio nele, lhe trarei amor. Deixe me ser a bondade que já se foi do seu mundo, – como no mundo inteiro – deixa que eu torno inocente sua vida de malícia, fazer seu mundo mais feliz. Não vai mudar, já estamos envolvidos. E quando eu fecho os olhos, é quando não quero pensar que estou atrasada, lembro de quando estou com você, não tem tempo para nada, que ele corre e nem percebemos. “me liga!”, que bobagem!! Me chamem de tola! Mas… No dia seguinte da primeira vez, eu me lembro, você ligou. E ligou mesmo, não ligou? Me chamem de tola, mas só nós dois sabemos por que tudo está assim. Dar uma chance, não para você tomar juízo, se envolver de verdade, mas a chance para mim… para eu poder te fazer feliz, pois todo o amor que tenho para dar, não cabe no meu coração, me desculpe, mas agora está ficando tarde… Escolha logo, pense rápido! Estou explodindo. Diga se me quer ou não, sem pressão… Agora! Vá o mais rápido possível! É do ouro que estamos falando. Ouro vermelho. Há alguém que precisa do meu abraço, mas você vai ser sempre minha preferência. Estou em suas... ler mais

Solidão

O umbigo é o que carrega os nutrientes de nossas mães, por uma corda, até nossos corpinhos para que nós possamos crescer e nos desenvolver saudáveis. Depois de alguns dias, já recém nascidos,  ele fica inchado, roxo, feio e cai alguns viram côncavos, outros convexos, uns sujos outros limpos (o meu é limpo!). Não parece ter função nenhuma, pelo exato motivo de simplesmente não ter, Ah, sei lá, é até triste se parar para pensar, como vamos ter lembranças boas de quando essa partezinha era mais do que essencial para nós? Eu que não queria ser um cordão umbilical, Que antes de nascer era funcional, então cai e vira o que chamamos do inexplicável e inútil umbigo. Deve ser chato ser um umbigo, além de não servir para nada, Não há pares como os olhos, as narinas, os dentes, as orelhas, Ele é simplesmente o umbigo infeliz e solitário. Ia ser melhor se fossem “bibigos”, assim, um faria companhia para o outro.... ler mais

Feminista demais

Nós achamos homens complicados. Mas para mim, eles não são nada mais, nada menos, do que aparentam ser: os quietos, não escondem nada, só não gostam de falar ou simplesmente não gostam de você. Os que zoam o tempo inteiro, é por que ainda não encontraram a mulher que os façam crescer. Os galinhas, esses não têm jeito, podem até dizer que por causa “dela” são assim, mas gostam mesmo é de um rabo de saia diferente por semana! E assim vai… Todos os tipos de homens. Sempre muito moleca, ando muito com meninos, e diferente do que nós pensamos, sim, eles falam coisas de homem para homem quando esquecem que tem uma mulher no meio. Já ouvi cada barbaridade. Desde campeonato de cuspe a campeonato de… Bem, melhor deixar entrelinhas. E não por que eles falam essas coisas perto de nós, mas por que eles simplesmente esquecem que estamos lá, misturadas com eles. Ao invés de ficarem falando sobre futebol, eles fazem fofocas!! É verdade, falam da vida de todo mundo, principalmente da vida das meninas. Dizem qual não presta, qual é para namorar e qual é para aproveitar. Eu já ouvi, que ‘ela, hm, infelizmente ainda é virgem’. Mas quer saber… Para mim existe muito mais assuntos que os nossos meninos não falariam para os próprios meninos do que assuntos que eles não falariam para nós. Sobre mil coisas e mil motivos para isso, o principal, com certeza, é que meninos entre meninos têm medo de serem ridicularizados por gostar disso ou daquilo. Acho que o laço deles é mais forte do que o nosso, quando têm... ler mais

O dia de Clarice

Todos os dias, Clarice acorda às sete e meia, toma banho para sair as dez para as nove, chega ao trabalho, toma seu copo de cem ml de café, liga o rádio e vai para sua mesa para resolver os primeiros problemas da empresa. Mesmo sendo muito jovem, é muito importante para a companhia. Cargas que não chegaram a tempo, seguranças que fofocam na hora do trabalho, entre outras coisas. Ligação de lá, ligação para lá, o chefe que cobra, os empregados que têm dificuldade de cumprir um dever… Coisas de sempre, que já está acostumada.  No fim da tarde, depois da correria do trabalho, assiste sua novela preferida enquanto toma banho, troca de roupa, tenta disfarçar suas espinhas para ir para faculdade.  Lá, viaja nas aulas de filosofia, de literatura, nas oficinas de redação, quer encontrar mais do que respostas para sua própria vida, tenta encontrar respostas para o mundo inteiro, mas sabe que é impossível. Quando pára para pensar, descobre que não sabe nem ao menos por onde começar. Fazer o bem, o melhor que conseguir, para que os outros possam tê-la como exemplo?! Ela não sabe.  De uma coisa Clarice tem certeza, ela pode estudar muito, acabar sendo professora para ensinar os outros, mas não é com estudo, com teorias que as coisas irão acontecer, ela tem certeza de que, mesmo se existisse alguém com sabedoria total, se não houvesse ação, não teria a mudança. No intervalo da aula, ela encontra seu namorado, eles conversam um pouco sobre cada aula que tiveram, sobre o dia deles, ela toma um refrigerante e ele a chama para sair... ler mais

História do Imóvel

          Eu me lembro de quando eu tinha apenas um, dois e três dias de faculdade: ninguém podia sentar em mim, e eu, ansioso para ouvir as histórias, tive que agüentar firme, por que, depois de pronto, me colocaram uma placa dizendo “Tinta Fresca”. Três dias, para mim, demoraram um século. Não deviam fazer isso com algo tão sensível. Existia uma garota, que sentava em mim para ler, e sempre que alguém perguntava o que ela estava lendo, respondia um nome diferente. Ela também colocava em um dos ouvidos algo pequeno que saía música, tinha outro igual para o outro ouvido, mas ela o deixava caído, rente ao fio do primeiro, e eu, que estava ali, acabava escutando. A que eu mais gosto é uma tal de Geração Coca Cola, que, aliás, já bebi bastante, quando derrubavam em mim. A garota sentou aqui, todos os dias, por anos, sempre lendo e cada dia com um humor diferente. Uma vez, ela estava tão feliz que não leu, apenas sentou e esperou por um menino que sentou o seu lado, e a beijou. Admito que fiquei enciumado, mas só um pouco.       Aprendi muito com ela, que se tornou minha melhor amiga, um pouco sobre astrologia, música, revoluções, um tal de Che Guevara. Escuto de tudo nesse jardim, sobre novelas, política, mas o que mais gosto é de ouvir meninos se declararem para as meninas, no dia que o garoto beijou minha amiga, ele lhe disse muitas coisas lindas e românticas e a pediu em namoro. Por muito tempo ela continuou sentada ali, junto com seu namorado, mas... ler mais

Acho que estou ficando velha

Sabe que me deixa feliz tudo o que tem a ver com começar uma nova fase, mas me entristece saber que para começar algo novo e bom, tem que terminar algo, as vezes, melhor ainda. Quando a gente é criança, nada termina, tudo muda. Tudo muda para melhor, quase sempre, não é por que realmente não acaba, mas é por que em nossas cabeças, nada é eterno. Vamos nos tornando adultos, o passado na escola já não faz tanto sentido, afinal, dos trinta da classe, quantos ainda mantém contato? Três? Dois? Um? Cada um para um canto, uns começam a namorar sério – “chega de zoar” – outros se transformam em outras pessoas, mudam de turma, tudo se perde. E às vezes, nem pudemos dizer obrigada, ou adeus. Mas acho que é para ser assim, não é?! Assim, eu quero dizer, dos meninos da sexta série do seu tamanho, esticar para uns 1,85 e engrossar a voz, aparecer pêlos no rosto, enquanto as meninas permanecerem do mesmo tamanho, com um pouco mais de brilho na boca, um pouco mais de peito, salto altos e decotes. No fim da escola, aquela festa com pessoas que você conheceu anos antes, totalmente diferentes, as turmas, basicamente as mesmas, aquela que na quinta série era chamada de “zoada”, entra no salão acompanhada com as meninas mais populares da escola e dos garotos mais lindos, simplesmente linda para deixar todos aqueles que não acreditam, de boca aberta! Mas nós vamos nos perdendo. Perdendo de quem você contou seus segredos mais íntimos quando era menor, perdendo as antigas paixões, aquelas que você pode procurar a... ler mais

Eu, heim?!

    Eu, grávida?! Ah… Eu queria ter um filho com minha idade de agora, mas tenho outras prioridades, e nem tenho um namorado, e esse ano comecei a faculdade, ainda me considero irresponsável, mas… uma criança, será sempre uma bênção. Sempre tive instinto materno, acho, mas sempre penso só nas partes legais das crianças, e não nas partes duras. Ontem mesmo ajudei a fazer e até corrigi a lição de casa do meu sobrinho de nove anos, brinquei com ele o dia todo, paguei um sorvete e no fim do dia dormiu comigo fazendo cafuné na cabeça dele. Me senti mesmo uma mãe, e o bom é que eu nem sou, afinal, faço questão de deixar esse papel de responsável para duas pessoas mais velhas e maduras, mas ele me adora, e muito. Para mim, tudo acontece quando tem que acontecer. Crianças são fofinhas e cheirosas, mas dão um trabalho… principalmente se for NOSSO, por isso tem que se cuidar para não acontecer algo não planejado, não posso nem imaginar, eu, uma moleca, tendo um moleque. Pensando assim… Dá um pouco de arrepio.  Acho que o problema maior não são as conseqüências de ter um bebê e não poder sair, ter que trabalhar antes do esperado, ter que estudar menos, na minha opinião de tia de crianças de pais separados, o pior de tudo é o sofrimento das crianças vendo os pais descobrirem que um não é o amor da vida do outro. Mais vale a pena adiar a decisão de ter um filho até as vidas (de casado ou não) de estabilizarem, do que no fim de... ler mais

E eu sei lá

 Eu já quis ser médica e estilista quando eu era novinha. Aos quinze, eu quis ser astronauta, sem motivo nenhum, apenas para que ficasse bem longe dos meus amigos-da-onça. Hoje, aos dezoito, só quero me trancar em uma sala respirando fluidos de inspiração para escrever mais e melhor cada dia. Mas não posso. Quero também ganhar o Prêmio Nobel da paz. Mas isso é sonho… De criança.           Não me sinto criança sexta a noite antes de uma festa, mas eu me sinto nova demais para ter que decidir sozinha o que eu farei pelo resto de minha vida. E ainda tem o pai que pressiona para você decidir logo. “Ah, qual é, pai!? Até parece que planejou tudo isso quando tinha dezoito… Fala sério, você é careca!”           E se eu estiver no caminho errado? E se eu não tiver dom para nada? Porque eu sempre achei isso, eu queria tanta coisa, que eu não servia para nada. Menos agora, que estou escrevendo.           Então, o que fazer? Sentar e escrever tudo o que eu sinto, até quando eu me sentir enjoada disso tudo ou finalmente, ter meu livro publicado? Eu não sei! Eu tenho apenas dezoito anos e não tenho nem idéia de como quero passar os próximos dezoito… vinte… quarenta.           Descobrir para o que realmente você tem vocação não é uma tarefa fácil, mas realmente descobrir para o que você não tem dom, ah! Isso sim, é um ótimo passatempo, afinal, sei que moda não é comigo mesmo (fala sério, odeio boleros e shorts jeans comprido!) e sendo médica, eu iria desmaiar ao ver uma... ler mais

Sonho em Andradina

Eu e meu irmão estávamos voltando do trabalho meia noite e meia ou mais, tínhamos levado a namorada dele em casa e estávamos cansados, estava pensando em alguém que tinha acabado de estar junto, quando eu olhei por trás do farol do carro, pisquei meus olhos três vezes, e o vi sentado no meio fio, desci do carro, meu irmão disse para eu não demorar, concordei com a cabeça mesmo ele já tendo subido as escadas pro apartamento. E o garoto se levantou em um salto.                 Não fazia nem uma hora que tínhamos nos despedido, parecia mentira, eu não pude acreditar, cinco minutos antes eu estava pensando nele, então, sem mais nem menos, meus olhos se encontraram com o os deles… Fiquei estática.                 Perguntei o que fazia ali, pois nem imaginava que era eu (ah, não, logo eu?!) que ele procurava. Pensei que pudesse estar procurando nossa amiga que estava com a gente há meia hora, mas não! Ele procurava por mim… Ele respondeu todo sem jeito, todo fofo, sorriu com aqueles dentes brancos e alinhados que combinavam perfeitamente com seus olhos castanhos escuros.                 Ele me disse, olhando pro chão e com as mãos para trás, que estava passando e resolveu parar para conversar. Achei fofo, levando em conta que quando estivemos juntos só eu falava (e como falava!!!!!) e ele só escutava… E ria… Fofo, mais que fofo. Sentamos na calçada e só pra quebrar o gelo (do fato de ele ter aparecido de surpresa sem eu ter tempo de pentear o cabelo entre outras coisas) do meu machucado de mais de um palmo (um... ler mais

Noventa e Oito Reais

“É uma daquelas duas…” eu disse. “São as duas lindas, qual você acha mais bonita?” Perguntei. Não dava para saber, a morena era a Mariana e a ruiva era a Natália, não dava para saber quem era a mais bonita. Mariana usava roupas coloridas e descoladas e Natália era elegante com roupas de camurça preta, as duas de salto alto. Elas estavam uma ao lado da outra, encostadas na parede, tinham um metro e tanto, eram magras e com cabelos soltos sobre o ombro. A ruiva de preto chamava muito mais atenção, mas a morena tinha uma alegria estampada em seus olhos. Mariana tinha olhos mais puxados e Natália, mais redondos. A boca das duas eram carnudas, e cada uma um nariz perfeitamente diferente.  Respondendo minha pergunta, ele que era sério, disse que achava a morena descolada mais bonita, meio sem paciência com minha dúvida com quem ficar. Mesmo com a opinião dele, que talvez até tivesse importância, ainda preferia a beleza da Natália. Olhei de novo para as suas mãos, seus cabelos, seus lábios, era exatamente o que eu sempre quis, desde a primeira vez que eu a vi eu soube disso. Atravessamos as estantes, esbarramos em todas as loiras, morenas, ruivas, baixas, altas, crianças, mães e pais que estavam por ali. Cheguei perto das duas, olhei para Mariana de novo com aquelas roupas iguais das outras meninas tentando ser diferente, mas Natália me ganhou. Ao olhar para os olhos de Natália, vi um olhar vazio, triste e melancólico. Um olhar sem vida, mas não tinha problema, pois não podia existir vida em uma boneca. Peguei a caixa... ler mais
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Confira meu Single A Resistência das Minas

 

Sou escritora, terapeuta holística, facilitadora de processos de autoconhecimento e estou colocando “Ritmo” em meus escritos (Poesias) e fazendo um RaP disso tudo, um rap no estilo “zen vergonha”, risos.

Eu amo escrever e compartilho meus processos de evolução para que as pessoas se sintam inspiradas a correrem atrás de seus próprios sonhos.  Quando eu escrevo, exponho meu ponto de vista. Minha leitora ou meu leitor não necessariamente concorda comigo e, na verdade, concordar ou não é o que menos me importa.

Quando escrevo, estou fazendo uma terapia. Estou tirando algumas conclusões de assuntos que muitas vezes são inconclusivos. Conclusões essas que posso expandir ou até mudar a partir de uma nova informação ou experiência. Quando escrevo, estou racionalizando meus processos de autoconhecimento e conhecimento do mundo.

Quando eu disponibilizo o que estou escrevendo para que as outras pessoas possam ler, minha intenção é que, se sentirem no coração, reflitam sobre e tirem suas conclusões pelas próprias experiências!

Como terapeuta e facilitadora de processos de autoconhecimento, sou praticante da técnica de cura energética ThetaHealing e criei uma Oficina de Autoconhecimento. Essa Oficina tem uma metodologia exclusiva porque é do meu coração para o coração de vocês, eu mesma desenvolvi a partir de estudos de comunicação (sou formada em Jornalismo), cura energética e reprogramação mental (ThetaHealing e outras técnicas) –  então é bem especial mesmo <3

Essa metodologia chamada Sistema de Gerenciamento de Questões Pessoais propõe um novo olhar sobre um “problema” (questão), com foco na *solução*.

Estou produzindo meu primeiro álbum de música como Gabitopia e logo tratei novidades <3

 

Paz e Luz

Nesta categoria, você encontrará textos sobre minha experiência com a espiritualidade. Como um Ser em evolução, faço aqui as reflexões sobre como me conectar com meu Eu superior e como posso ser uma pessoa melhor no meu cotidiano com minha família, amigos, desconhecidos e nas relações profissionais.

Esta categoria é muito mais genérica e estão os textos sobre comportamento, vegetarianismo e outras reflexões sobre o meu estilo de vida ideal.
Estilo de Vida

Esta categoria é muito mais genérica e estão os textos sobre comportamento, vegetarianismo e outras reflexões sobre o meu estilo de vida ideal.

A categoria mais antiga do blog! Em Crônicas você pode ler todos meus textos cheios de aventura, romance, reflexões e, claro, muito beijo na boca. Tudo escrito com muito carinho, cada crônica escrita no tom e no ritmo que achei coerente para o tema.

A categoria mais nova do site, criada em Julho de 2015.  Segundo Aristóteles, a catarse diz respeito à purificação das almas por meio de uma descarga emocional provocada por um drama. Neste espaço exponho porque eu me sinto purificada com algumas obras artísticas, por exemplo: músicas, longas ou curtas ou artes plásticas.
Catarses

A categoria mais nova do site, criada em Julho de 2015.  Segundo Aristóteles, a catarse diz respeito à purificação das almas por meio de uma descarga emocional provocada por um drama. Neste espaço exponho porque eu me sinto purificada com algumas obras artísticas, por exemplo: músicas, longas ou curtas ou artes plásticas.

Em Matérias, publico os textos jornalísticos que produzo de forma independente e livre. Os temas são os mais diversos, inspirados nos últimos acontecimentos ou de temas que são relevantes para mim. Alguns materiais são da época da faculdade em que guardo com muito carinho toda aprendizagem dessa importante fase da minha vida.

Essa categoria foi criada após eu conhecer o campo da manipulação de energia com o objetivo de curar minhas feridas emocionais e fisicas, sanando-as e desobstruindo meus centros de energia para que eu possa cumprir minha missão de forma mais saudável, feliz, em paz e com gratidão. Aqui compartilho o que aprendo.

Gabriela Pagliuca

aka/vulgo Gabitopia

Sou artista e facilito processo de autoconsciência. Alimento o Gabitopia, esse blog, há mais de 11 anos. Estudei e sigo estudando comunicação, facilitação de grupos e técnicas de cura a partir de manipulação de energia (holística).

Meu blog é onde está quase todo meu trabalho como escritora, para saber mais clique aqui. Para saber mais do meu trabalho como facilitadora de processos de autoconhecimento, acesse aqui.

Meu propósito é amar, dar amor e estar em paz. Aqui é meu lar virtual, uma ferramenta para eu cumprir meu papel!

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