Avanço é pensar. Pensar evolui. Evoluímos refletindo, tirando conclusões. Não quero tirar conclusões para você, e sim com você. Meu objetivo é abordar temas para gerar reflexão. As opiniões mudam, os saberes e sabores se desenvolvem aos poucos.

Nessa categoria, compartilho um pouco sobre meu caminho. Sempre senti que havia algo estranho no mundo. Depois que a confusão da adolescência passou, descobri que não era bem o mundo que está errado, mas simplesmente a forma de pensar da maioria das pessoas não se encaixa com o que eu busco para mim. Nem certo, nem errado. Apenas diferente.

Venho descobrindo, desde então, diversas formas de pensar, de me comportar, de levar a vida e de me conectar com o Universo. Aprendizado, espiritualidade, novas interpretações para o que eu já conhecia… Para compartilhar o que tenho entendido e também dividir algumas dúvidas com vocês foi o motivo para criar essa categoria. Convido a todos a se juntarem comigo. “A gratidão jorra pela fonte do meu coração”! Vamos avançar juntos?

Humanos, mais ou menos

Se você prega a paz, Como pode estar tão cheio de ódio? Se você prega o amor, Como pode viver com tanto medo? Use sua consciência para transmutar: Raiva em atitude, culpa em mudança de comportamento, rejeição em amor próprio… As emoções vão vir Não se pode evitar Somos humanos, Mais ou menos, somos SUPER HUMANOS Estamos encarnados… Mas são só experiências… Podemos transcender o bem e o mal Assumir que também temos E somos… Tudo isso dentro de nós. E, enfim, assumir quem realmente queremos ser. O que sua melhor versão faria, mesmo entre emoções que oscilam? Os desafios vão surgir, A sociedade vai oprimir, Mas você é mais forte, Você sabe como estender o amor Você e luz e sombra É a força crística A consciência cósmica Você um ser humano incrível Não deixa as emoções Negativas te pegar, te consumir Em momentos de caos, seja a paz, independente da brisa, independente da luta, independente dos atos. A revolução NÃO será pacificada, mas será pacífica.        ...

Nave de Odessa

Todos seres de luz fazendo seu trabalho, Juntos tornam-se um, como cartas do baralho Escutaram o chamado e aos poucos foram recrutados Todos na mesma estação para serem curados. Não dá pra julgar a brisa de ninguém Porque cada um é um universo muito além Há anos dizia que não iria, Que essa onda eu não aguentaria. Mas eu já estava preparada, Resolvi, então, encarar essa jornada. Odessa, começou! O brilho dos olhos abraçou. A abertura de caminhos Vem regada de pulinhos. Como uma boa buscadora, Dessa grande celebração é merecedora. Odessa – de odisséia e quer dizer grande jornada, Mais uma iniciação em sua caminhada. Odessa – de verde e laranja sua aura emana Mais uma iniciação em sua experiência humana. Minha sensação era de estar em casa Embora eu tenha a certeza que aquele sítio criou asa. Em minha defesa já aviso de ante mão Lá dentro é cada um em seu mundo de ilusão. Meu mundo foi leve, do tipo que quis meditar no meio da pista Pra me equalizar com a galera toda que também se joga e se arrisca Lá na nave entrei na fé, Sabia que haveria energia para ficar de pé. Fui com dois duendes de confiança, Estava certa que só coisa boa ficaria na lembrança. Custei entender que ali era um campo diferente, Mas tudo estava programado, as energias se modificaram de repente De noite os duendes apresentavam a nave para os novatos, Mas também precisariam limpar, lidar com os fatos. Saíam de suas cascas ao amanhecer Percebi que ali tudo que eu quisesse eu poderia ser. Após a limpeza, aumentar...

Ser sem Fim

Um brinde aos prefeitos eleitos, muitos deles bem suspeitos… Sem copo, meu bic acendo Só sei que meu voto eu não vendo. Na paz de Jah só vejo luz Doida nada, só estou fazendo juz A todo poder que está dentro de mim Sim, me sinto um ser sem fim Em profunda meditação Só escuto a voz do coração Sei o poder de cura que me fora dado E preciso de cautela, cuidado! Com cuidado me abro para qualquer obsessor Não vou deixar ninguém aqui sentir aquela dor Assumo a briga, a responsabilidade Sei fazer bom uso da minha sensibilidade Venha pra mim, que luto, sem medo Com minha luz eu ganho sem segredo Só vemos fim, o barco tá furado Já tá todo mundo saturado Nada é nosso, é tudo emprestado Mas o mundo não precisa viver assustado Não existe fim, nem começo Nós somos o próprio infinito, sem preço Abro meu campo pra energias densas De que valem experiências pouco intensas Como instrumento da criação, Percebo que transmutar é minha vocação E isso me faz feliz, me faz rir A vida vale a pena quando não paramos de sorrir E nada é nosso, é tudo temporário A vida passa e nem vemos o horário Já é tarde e mais ganhou quem viveu Quem foi resiliente Confiante Humilde Se fez de instrumento Passou! A vida se foi como o vento. Até gosto de desafios pelo risco É aprendizado por isso arrisco Zona de conforto, pra mim, é coisa pouca Quero mesmo gritar até ficar rouca Quero mergulhar em mim, Porque sei que sou um ser sem fim A...

Vai passar

Já tive essa mesma vontade de desistir, uma enorme vontade de partir, vinha de um vazio no coração, me diziam que era falta de oração. No meu íntimo, porém, eu sabia que era algo muito mais além. Não queria pertencer a esse mundo de consumismo nem diminuir minha dor com eufemismo. Eu não sabia como eu iria sair do sistema não queria fazer parte desse sujo esquema. Até que um dia me percebi um espírito com liberdade Bastava ir atrás de viver minha própria verdade. Voa, voa… Liberdade! Espírito Livre voa! Não se limite…. Não se aprisione nessa camisa de força ela é ilusória e temporária. Espíritos livres, somos todos nós Precisamos apenas identificar e desfazer os nós Procurando mergulhar fundo em mim, entendi que eu sou um ser sem fim. A cada dia descobrindo uma novidade, a experiência não vem só com a idade, e sim com a intensidade que se vive, com atenção plena e uma dica: não se prive! O mais importante foi deixar de me vitimizar preferi o meu tempo otimizar Ao invés de culpar os outros por minha dor, resolvi praticar cada dia mais o amor. Voa, voa… Liberdade! Espírito Livre voa! Não se limite…. Não se aprisione nessa camisa de força ela é ilusória e temporária. Aquela vontade de partir se foi com a meditação, e também com a prática diária da gratidão. Mas a compaixão foi determinante nem preciso dizer o quanto me senti gigante! Eu entendi que independente de religião, estamos aqui para evoluir, sem limitação. Se nos sentimos presos, limitados, os valores da sociedade podem ser refutados. Pois nem sempre...

Nota de Rodapé

Eu só quero paz irmãos, sobrinhos e pais Confesso que penso o tempo todo “Gabi, corra!”, Mas família é importante, porra! Eu só vejo um país em guerra, Injustiça, miséria e intolerância com quem erra. É a Cultura do circo e do pão, tudo na Veja é manipulação. Escolhi acreditar e pensar diferente, Hoje já me sinto em paz genuinamente Não me sinto uma vítima, e minha escolha é sábia e legítima, assumi o controle da minha existência, eu não tenho culpa se alguém aí Optou pela desistência. (melhorem, apenas) É por essas que me cortam, não é? Por eu dizer duras notas de rodapé. Eu tenho que ouvir, calada, coisas absurdas Por que só eu aqui preciso mesmo me fazer de surda? Transcendi as notas, já não me importo em ser vermelha. Afinal, agora ostento ser a louca doce ovelha Pra me entender, Não vejo em vocês paciência, ficam só me tirando de pseudociência. Não botam fé na filosofia que resolvi acreditar Mas fui determinada e consegui morar em frente ao mar. Nunca enfiei goela abaixo nada para ninguém, Só que os mais espertos já se aproveitam de uma parte do que sei. (gratidão por confiarem em mim!) Desequilíbrio, depressão pouca fé e muita reclamação. Eu era muito assim, nervosa, Já não sou mais alguém ansiosa. Tudo porque escolhi ver a vida com outro olhar, Fui atrás de quem sou, e em Santos finalmente encontre um lar. Minha visão é mais do que ingenuidade, É algo novo pra vocês, se chama maturidade. Há anos escolho o autoconhecimento Fui forçada no começo, mas ganhei discernimento Vivência, Experiência. Resiliência que a...

O mundo anda mesmo chato…

Às vezes me pego pensando como o mundo anda mesmo chato. As pessoas preferem olhar o mundo como um lugar feio e cruel, cada vez pior, enquanto poderiam olhar para o mundo como um lugar de evolução e cheio de beleza, amor, solidariedade. O mundo tá essa chatice porque as pessoas não aceitam as coisas como são, querem mudanças para ontem – porém ignoram todas as que já existiram, não percebem como já evoluímos, mudamos e estamos corrigindo nossas falhas aos poucos, a medida que cada consciência desperta. O mundo tá chato porque nós pegamos essa falta de aceitação e temos atitudes não produtivas: apenas reclamamos, ao invés de impactar positivamente o máximo de pessoas possível. O mundo está chato porque as pessoas estão ainda movidas pelo ego – medo, raiva, inveja, ciúme, competição… As pessoas estão tensas, elas julgam o tempo todo. O mundo está chato porque soluções como perdão, paciência, não-julgamento e outras atitudes nobres são vistas como impossível, como fantasiosas. O mundo está chato porque ainda não sabem entender os sinais do corpo, do subconsciente e ficam culpando os outros pelos seus problemas pessoais. As pessoas fazem o mundo mais chato quando preferem compartilhar mais links sobre a crise do que links sobre como sair dela, como divulgar seu negócio na internet, como se motivar para sair da escassez. Ah, falando nisso: não podemos nos motivar. O mundo está tão chato que as pessoas felizes, gratas e animadas são tachadas de alienadas e frias, além de, claro, irritar ainda mais quem já está em estado de irritabilidade crônica. Claro que não sou ninguém para dizer que essa pessoa está...

Crenças são conceitos: quais os seus?

Às vezes comento com uma pessoa: “Fulana, você pode analisar suas crenças sobre tal assunto para tentar desbloquear sua vida” e recebo a resposta: “mas eu não tenho crenças, simplesmente minha vida é assim mesmo, bloqueada”. Doce contradição. Como pode umas pessoa ter “nenhuma crença” e dizer em seguida “minha vida é assim mesmo, bloqueada”. Ela mesma fala da crença dela, porque – afinal de contas – nenhuma verdade é absoluta, então ela está escolhendo, de forma consciente ou não, acreditar que a vida dela não tem jeito. Se for uma escolha inconsciente, por inércia, essa afirmação “minha vida é bloqueada” vai se estabelecer no subconsciente e, finalmente, se tornará uma crença, uma convicção muito forte que guiará todas as atitudes, escolhas, passos, relacionamentos e sentimentos do indivíduo. Se essa crença já está estabelecida ou não, o importante é não alimentar. Apenas escolha, de forma consciente, pensar outras coisas, meditar após intencionar que seu subconsciente se abra para uma resposta do que bloqueia sua vida. Algumas pessoas acham que crenças se limitam a religião, ou fé. Outras pessoas interpretam crenças como opiniões ou convicções, mas muitas vezes são cabeça aberta e acham que não têm opinião, porque gostam de permanecer abertas. Porém, todo mundo tem crença: limitantes e/ou possibilitadora, porque não é algo que podemos escolher simplesmente não ter – talvez você acredite que seja merecedora de sofrimento, ou de felicidade. Vim compartilhar uma forma simples de entender do que se tratam crenças, que me fez muito sentido: você possui, assim como eu, conceitos formados que guiam sua compreensão sobre o mundo. Esses conceitos foram formados por diferentes estímulos...

Sobre meditar

Não é a primeira vez que alguém fala comigo sobre sua ansiedade e mente inquieta perguntando se eu “já fui” assim. Não, não só já fui assim como SOU ASSIM ainda. Todo mundo que não é iluminado tem seus momentos. Por mais equilibrado que seja, quem nunca sentiu uma ansiedadezinha?! Há alguns anos estou mergulhando em mim mesma e descobrindo as profundezas do meu ser. Entre as práticas, a meditação é disparada a mais citada, entre meus companheiros de jornada, como uma forma de enfrentar nossas sombras e desbloquear nossas energias para conseguirmos ser nossa melhor versão. E se você é ansioso/a, tem pensamentos demais e acha que não consegue meditar, aconselho começar. Não meditamos depois de resolver nossos problemas, de aquietar a mente, como se fosse: “me aquieto, logo medito”. Acredito que seja mais para “medito, logo me aquieto“. Não espera resolver seus problemas pra meditar, ou ficar menos ansioso. Quer meditar? Não dá essa desculpa – se você é ansioso e não consegue acalmar a mente, meditação é pra você. A não ser que você realmente não queira meditar, que esse não seja seu caminho. Não sei sobre os outros, mas sobre mim: não atingi a iluminação mesmo com práticas espirituais. Talvez nem alcance, não me importo, na real – só quero ser minha melhor versão e tenho paciência comigo, com meus erros, com meu caminho. Como Humana, todas as emoções ainda estão aqui. Após trabalhar muitos aspectos meus que antes eu não conhecia, consigo que algumas emoções não se transformem em sentimentos (deixo fluir) ou transmuto em algo bom. Trabalho meus chakras diariamente, permito que meu corpo esteja...

Pergunte a você criança

A cura vem de abraçar a sua criança e perguntar porque você tem os problemas que tem hoje. Parece cliché, exagero, mas não é. Funciona, é só tentar. Só que dói, é triste voltar ao passado e reviver aquele sofrimento, mas é necessário. Se não revivemos e resolvemos essas questões, elas ficam na sombra. Experimenta entrar em uma sala escura. Mesmo que você conheça, se há bagunça espalhada e tudo fora de ordem, a chance de você tropeçar é bem grande. Se tiver lixo e sujeira espalhados, então, você ainda vai sentir o cheiro e não vai conseguir limpar. Mas experimenta acender a luz para colocar em ordem e fazer uma limpeza. Sucesso. Com nosso inconsciente, é a mesma coisa. Os problemas não se vão apenas porque estão no escuro. Veja um exemplo pessoal de uma lembrança que tenho. Os fatos podem não ser exatamente te esses, mas essa foi a lembrança. Quando eu tinha uns nove anos, eu gostava de um menino na escola que também gostava de mim. Ele desapareceu, de uma hora para outra. Disseram que ele havia ido para outra cidade. No ano seguinte, nos reencontramos em outro colégio. Além de minha cabeça ter ficado confusa, por terem mentido para mim, não confiava mais que ele iria ficar por muito tempo. Continuamos amigos, mas algo ficou marcado. Meus relacionamentos nos últimos anos foram intensos porque, provavelmente, eu agarrava e não deixava o cara ir embora. Como conscientemente eu não queria ser chiclete, eu deixava ir os que eu notava que eu estava sufocando. Porém, por ressonância, atraí quem curtia intensidade também. Não que seja errado, não...

Sobre amor incondiconal

Começo com minha conclusão: não é porque você não reconhece o amor incondicional que ele não exista em você ou que ele não exista por si só. No sábado passado falei com minha família sobre amor incondicional. Não sei se me fiz entender, pois alguém me disse: “você ama, mas se a pessoa te faz alguma coisa, você deixa de amar”. Dois dias depois, vi que naquele mesmo dia uma pessoa fizera um comentário em um texto meu sobre perdão. Concordou que perdoar era importante, mas seu comentário foi para expressar que era exagero dizer sobre “amar incondicionalmente”, dizendo que “amar de forma incondicional” chega a ser deboche com quem sofreu a agressão e que isso era hipocrisia. Além disso, expressou que de hipocrisia estava farta, dando a entender que não gostara do que eu escrevi. Justo, ela está no direito dela e eu, sinceramente, gostei muito do que ela escreveu. Afinal, quanta sincronia: naquele mesmo dia eu falar sobre amor incondiconal com meus familiares e, sem eu saber, algumas horas antes ter recebido esse comentário. Porém, nessas duas situações parece que as pessoas não reconhecem esse amor incondicional. Reconhecem apenas uma afinidade, um amor humano, um carinho. Não digo que não conhecem, apenas não pararam, talvez, para resgatar esse sentimento tão belo dentro de si, por, talvez, nunca terem sido provocados a isso, por nunca terem sentido essa necessidade. Repito e repetirei algumas vezes essa minha visão: não é porque alguém não reconhece esse amor incondiconal, que ele não exista por si ou que ninguém pode sentir. Não tenho filhos, mas pelo que dizem, o amor de uma mãe...

Orgânica

Somos seres orgânicos, vivos. Somos parte da natureza, embora nossa mente minta e nos dê a ilusão de que não, não somos. Por alguma razão, temos essa consciência que nos faz viver de forma diferente do restante da natureza. Nós criamos, montamos, abstraimos, temos memórias do passado e projetamos o futuro. Temos consciência e um ego. Um ego que nos ilude, nos faz crê que somos algo diferente da natureza. Somos energia condensada, assim como o resto da natureza, mas nos julgamos melhores porque possuímos uma mente. A mente, mente. Não somos melhores. Estamos em uma etapa da evolução cósmica. Somos uma coisa só com a ilusão da separação para expandir a consciência. Para conhecer os opostos, para conhecer a dualidade. Só de nós atentarmos a isso, já podemos evoluir. Nosso ego é de um ser vivo e um dia vai morrer. Porém também somos energia infinita e eterna. Essa sim, nunca vai desaparecer. Essa não tem nome, não tem idade, raça ou religião. É a energia do amor. Vamos voltar todos de onde viemos, um dia, quando já tivermos aprendido tudo que precisaríamos aprender. Sejamos conscientes que somos orgânicos. Porque não temos essa consciência ainda. Acreditamos que somos máquinas indestrutíveis, esquecendo-nos de que a impermanência é o que nos faz perfeitos.  Não é de se estranhar tanto incômodo nessa vida quando nos colocamos em posição de robôs que servem à sociedade, nos prendendo em grades e artificialidades – ao invés de apenas ser. Ser humano, ser amor. Por alguma razão, temos a capacidade de criar coisas e nossa realidade, mas o desconforto crônico talvez queira nos mostrar que...

A crise me pegou e joguei a culpa no PT

Às vezes, para expandir nossa consciência, precisamos ir à lugares sombrios, nos colocar em posições desconfortáveis. Hoje você vai saber o que aconteceu quando eu parei de brincar do jogo do contente de Pollyana e comecei a brincar de “do contra” (em relação ao que eu  acredito), colocando a responsabilidade da minha “crise pessoal” no governo, adorando permanecer na merda quentinha de uma vida mais ou menos. Aviso: esse texto pode fazer você querer sair da cadeira de vítima, assumir responsabilidade pela felicidade e mudar sua vida! Dias desses, no auge da minha arrogância, ao meditar, tive medo de me iluminar. Estava na praia e tinha acabado de limpar e energizar meus chakras, me sentia leve e com a sensação de que eu poderia dominar o mundo, no bom sentido – como se eu pudesse voar ou salvar todas as pessoas vivas e não vivas. Meu chakra do terceiro olho estava latejando e entrei em contato com meus mentores pela primeira vez com o discernimento de que eram eles e não apenas minha imaginação. Quando percebi que esse medo de me iluminar existia, entrei em meditação em busca da cura, aplicando o thetahealing. A princípio, veio foi minha prepotência – tô me achando iluminada? Ainda estou longe, minhas limitações do ego são muitas. Eu ainda tenho minhas crenças para trabalhar. As coisas acontecem em seu devido tempo e a iluminação, só de existir o medo, já não me era uma possibilidade próxima. De qualquer forma, com o terceiro olho apitando, meus mentores se apresentando e minha busca pela cura e me perguntei: qual o pior de ser iluminada? Por...

Geração Gratidão: filhos de 2012

Refletindo sobre minha saúde, notei que depois que eliminei o máximo de energia negativa da minha vida, passei a ser mais conscientemente grata e mudei minhas crenças, minha saúde melhorar muito. Se liga nesse processo.  Hoje, no terceiro de 28 dias de gratidão em vídeo, compartilhei um exercício para dar graças à nossa saúde. Enquanto eu lia o capítulo, lembrei que há alguns anos eu era bem mais frágil, visitava todos os meses o hospital. Ano passado, porém, eu fui apenas uma ou duas vezes, e nem era nada grave. Comecei a refletir o que tinha mudado de lá pra cá. Em 2011, eu tinha apenas 23 anos, mesmo vegetariana eu estava com quase 80kg, tive ataques furiosos de gastrite, estresse, tive ataques de pânico, tinha depressão, não conseguia parar um minuto e minha energia estava indo embora, além disso, fui diagnosticada portadora de TDAH (e depois bipolaridade). Ou seja, eu estava com zero saúde, física, mental e espiritual. E eu tinha hábitos terríveis. Por exemplo, uma coisa que as pessoas que me conhecem há pouco tempo não sabem é que eu era fanática por futebol. Eu era corinthiana roxa, ia aos jogos sozinha, acompanhava as partidas pela rádio online e tudo mais. Eu estava totalmente identificada como torcedora, achava que eu era aquilo e queria fazer parte daquele grupo  (talvez pra impressionar ou provar algo para os boys-magia). Eu deixava a paixão pelo futebol mandar em mim e cheguei a ter gastrite nervosa num jejum de vitórias do meu time. Você acha certo isso?  Eu não. Por isso resolvi mudar. Eu estava perdida, mas me encontrei ouvindo meu corpo, procurando...

Movimentos sociais e desenvolvimento pessoal

Meu objetivo nesse texto é instigar uma reflexão para saber o ponto que estamos de nosso desenvolvimento pessoal e quais são nossas limitações para uma verdadeira mudança social. Meu objetivo não é obrigar ninguém aqui a levantar bandeiras e ser militante de causas sociais, é apenas mais uma reflexão sobre sociedade e espiritualidade, pela expansão da consciência. Acredito que a reflexão vale a pena, embora realmente não tenha uma resposta concreta para nenhum problema. Quando mergulhamos em uma jornada de autoconhecimento e espiritualidade em busca do desenvolvimento pessoal, podemos nos afastar ou ignorar uma realidade social muito presente em nossos dia-a-dia: a opressão sofrida por grupos específicos. É muito comum, por exemplo, quando eu falo sobre feminismo, as pessoas dessa comunidade mais “espiritualizada” acharem que eu estou falando a partir de uma mulher ferida, cheia de limitação do ego e que meus argumentos partirão de raiva e nojo de homem. Não. Tenho, sim, minhas limitações, mas estou falando de feminismo através de uma consciência de quem já passou por problemas relacionado a questões de gênero, que se curou e quer ajudar, com essa experiência, na cura de outras pessoas e da sociedade. Algumas pessoas agem como se eu não conseguisse enxergar que “somos todos um” e que não precisamos brigar, podemos viver em paz. Lógico que sei disso, é a premissa que sigo ao ser simpatizante de movimentos. Quem oprime é que não sabe – ou esquece pelo seu próprio benefício – e acredito que nossa função é tentar expandir nossa consciência. Com amor, compaixão e resiliência – meditando e conversando. Assim é com política e outros temas sociais: polêmicos demais...

Minha História, meu Caminho

Desde que saí da escola e vim para o “mundão” tenho buscado e me preparado para cumprir minha missão de vida. Escrever e compartilhar meus processos é muito gratificante, e ter descoberto meu lado curadora, me faz cada vez mais ser feliz. Conheça minha História. Sempre quis salvar o mundo. Essa era minha angústia da vida, porque eu via as coisas feias acontecendo, e não podia fazer nada. Nunca achei graça em injustiça e competição, nunca quis participar disso, me sentia deslocada. Eu até fiz, pensando em retrocesso, bastante inimizade por isso. Eu queria ser autêntica, sabe? Como todo ser humano, claro, inserida na matrix, caí e caio nas “tentações mundanas” – sem moralismo, apenas forma de falar. Ou seja, tenho apego, julgo, tenho raiva e me desconecta com a paz – sou um ser humano dual. Hoje sou emocionalmente estável, mas nem sempre foi assim. Quando mais nova, canalizava meus sentimentos escrevendo, desde que me lembro, em agendas e cadernos. Aos 17 anos, comecei a publicar meus textos online – quase todos estão nesse blog. Aliás, é uma ótima forma de acompanhar meu próprio caminho. Vivia, como diz uma amiga da época do colégio, num mundinho meu. No Gabitopia. Meu mundo era cor de rosa e tocava Sandy e Junior. Mas, de alguma forma, naquela época, eu ainda queria me encaixar nas coisas normais. Algo que parecia normal para as pessoas, era desconfortável pra mim e eu não sabia porquê. Meu “despertar” Foi com 20 anos, em 2008, que comecei a perceber a vida de outra forma – uma forma que exige certa atenção, pois não é o...

Uma por todas

Algumas pessoas acreditam  que feminismo é uma luta para mulher ser melhor que o homem. Outras não gostam da abordagem radicais dos movimentos. Na verdade, falta vontade de ouvir outros pontos de vista, pois o feminismo é a consciência de que mulher merece respeito e ter os mesmos direitos do homem. O meu feminismo é no paradigma do amor e nesse texto explico o que isso significa. O Gabitopia não é um blog sobre feminismo, mas sobre meus processos de desenvolvimento pessoal. Como mulher, o feminismo é parte de mim e dos meus processos, então ele está aqui e no meu Facebook com certa frequência. Acontece que eu tenho escrito que eu sou a favor do “feminismo no paradigma do amor” e quero falar sobre isso. O último post, um manifesto no dia da luta da mulher, me empoderou muito. Falei muito sobre problematizar as questões sociais a partir de nosso espírito e menos com nosso ego. O título, inclusive é “Feminismo no paradigma do amor, porra”. No entanto, fiquei pensando muito sobre esse termo que ano usando “feminismo no paradigma do amor”, como se eu fosse contra o resto do movimento feminista. Não sou. Sou a favor de todo tipo de feminista, das mais radicais até as que nem sabem que são feministas, ou das que realmente não são (existe?). Sou a favor da expressão da mulher da forma que ela se sentir segura e motivada (menos com violência, violência eu não gosto e movimentos violentos e “anti-homem” eu estou desconsiderando, por favor, faça isso também). O que eu quero dizer, então, quando falo sobre feminismo no paradigma do amor? Eu só quero, cada...

Feminismo no paradigma do amor, porra

Com meu histórico de trabalhos sociais, fico bastante inquieta quando, nas comunidades espirituais, pouca gente fala sobre questões sociais, como se fossem tabu. A princípio, compreendo que a espiritualidade, por ser algo individual, tem uma abordagem para evolução pessoal. Porém, a sociedade é feita de grupos de pessoas e, por isso, proponho aqui um debate sobre questões sociais e políticas, no paradigma do amor. Dia 8 de março é dia da luta pela igualdade e liberdade da mulher – e eu não poderia deixar de falar sobre isso. Recebi muitas mensagens de “feliz dia da mulher” em grupos (graças as Deusas, nenhuma marcação de homens x) e, mesmo problematizando nas redes sociais, procurei agir mais pelo espírito do que pelo ego e procurei lições em quaisquer “provocações” que posso ter atraído para meu dia, com gratidão. Então meditei sobre tudo que ando passando e deu nisso aqui, um manifesto sobre a importância da problematização de questões sociais para mudança, mesmo na comunidade espiritual. Eu sou mulher e hoje, dia oito de março, venho pedir, “por gentileza” (se não ☆☆sou radical☆☆), alguns de meus direitos. Eu só quero andar na rua sozinha sem que me assediem. Quero ter certeza que minhas manas vão voltar seguras para casa mesmo de shortinho (porque aqui tá quente pra porra) e que minhas sobrinhas não sejam objetificadas na rua só por existirem. Quero que a moça da loja não seja espancada pelo marido e que minha amiga engenheira seja reconhecida pela genialidade dela. E, pra fechar a lista de hoje, quero muito que a menina da favela possa fazer um aborto seguro se ela...

O Sagrado Feminino e o Feminismo

Podemos ser feministas e espiritualizadas, porque o Sagrado Feminino só será socialmente liberto, podendo entrar em equilíbrio com o Sagrado Masculino, quando houver respeito e consciência da importância de cada pessoa de carne e osso. Ainda hoje, as mulheres são tratadas com violência e opressão. Aqui proponho um ponto de vista sobre isso. Sempre fui feminista. No começo, não sabia. Consagrei minha independência e autonomia, para mim mesma, sendo rebelde e forçando meus próprios limites. Aos poucos, vesti mais a camisa do feminismo e de todas as causas de direitos humanos. Além disso, fiz jus ao meu direito de expressar-me sem tabus. No meu caminho, diferente das minhas irmãs (não se sangue) guerreiras, eu passei a buscar o lado zen da força, a não resistência. Uma vez, até fui questionada por uma amiga se eu ia aceitar a opressão ao optar por não resistir. Jamais! Entendi, porém, que minha luta diária não é contra um sistema, mas a favor da harmonia entre os seres humanos. De vez em quando, dependendo da fase da lua, viro guerreira e encaro de frente; mas notei que minha natureza é mais para o zen mesmo. Sempre me posiciono a favor do feminismo por entender que esse movimento propõe direitos iguais e fim da opressão do sistema patriarcal, que só beneficia uma parte pequena da sociedade.  Como Ser Humano, eu sinto que preciso defender o equilíbrio entre a energia feminina e masculina, compartilhando o que funciona na minha experiência. Sendo mais urgente, ao meu ver, ajudar a conscientizar que cada um de nós pode ser a mudança que a sociedade precisa para transcender essas questões,...

A problemática da bitolação digital moderna

“Saia da superfície e mergulhe em você” – um pensamento que estimula o autoconhecimento. Ela poderia ser adaptada, para este texto, como “desligue o wifi e conecte-se com seu eu superior” ou “saia do wifi e mergulhe em você”. Sim, vim falar da relação que eu vejo entre autoconhecimento/ espiritualidade com “bitolação digital”, termo que pensei pra quem fica o tempo todo conectadx às redes sociais a ponto de alguém do lado reclamar. Eu já fui um pouco bitolada, mas rapidamente percebi que eu perdia uma boa parte da vida real e passei a ser mais consciente do uso da tecnologia. Comecei deixando de ficar bitolada em chats instantâneos (face, whats, bbm na época). Depois dei uma boa diminuída no uso nas redes sociais. Hoje tenho um pouco de resistência às pessoas que ficam grudadinhas num aparelho celular o tempo todo. Outro dia, comecei a julgar uma mãe que não tirava os olhos do celular enquanto a filha brincava na areia. Ela tirava foto da criança e postava… a bebê fazendo uma festa, muito fofa, e a mãe rindo para uma TELA. Achei um desperdício de expressão de afeto, mas depois eu parei de julgar porque não é da minha conta (quando é, falo) e cada um tem uma percepção diferente da vida – pode ser que aquela pessoa seja super presente, mas estava justo naqueles minutos que eu olhava tirando fotos. Não posso julgar, mas a posso observar o que funciona pra mim ou não, em outras pessoas 😉 Qual o problema de eu ter integrado meu celular ao meu corpo? Nenhum, se você der preferência às situações e pessoas reais e...

Sobre amor e crenças

Estava meditando ao pôr-do-sol e me veio uma imensa vontade de enviar amor a todos que passassem por mim. A primeira coisa que veio foi o pensamento de que é querer demais, pois isso daria muito trabalho. No entanto, nesse mesmo instante me veio o sentimento que o amor é infinito, com uma intensidade maior do que podemos imaginar e que nada seria mais fácil do que enviar amor a todos ali. Assim que detectei essa crença e a desconstruí, senti o amor jorrando do meu Ser, junto com uma imensa gratidão por poder ser um canal de amor. Por que eu me limitei, achando que seria difícil mandar amor para cerca de uma centena de pessoas (chutando)? Porque eu tinha uma crença limitante. Porém, desconstruí logo porque sinto que quando me conecto com a energia infinita do amor, me sinto parte do Todo e compreendo que essa força também me pertence, eu sou essa força, assim como qualquer um de nós. Não existe limite: mesmo se quisermos mandar “amor.” para todos os seres humanos vivos hoje, seriam apenas alguns bilhões de aspectos do Todo, sendo que ele tem infinitos aspectos, então é uma tarefa fácil  (vamos fazer?). A força do amor, infinita, consegue chegar a todos com a mesma intensidade. Por isso, para mim, o amor é sempre a resposta para tudo, porque é a fonte de energia mais abundante, pura e energética que pode existir. Para ser minha melhor versão, procuro me conectar com esse amor que não julga, não é apegado, é justo e incondicional. É o que chamamos de amor e ponto final. Para acessá-lo,...
Página 2 de 512345

Gabriela Pagliuca

aka/vulgo Gabitopia

Sou artista e facilito processo de autoconsciência. Alimento o Gabitopia, esse blog, há mais de 11 anos. Estudei e sigo estudando comunicação, facilitação de grupos e técnicas de cura a partir de manipulação de energia (holística).

Meu blog é onde está quase todo meu trabalho como escritora, para saber mais clique aqui. Para saber mais do meu trabalho como facilitadora de processos de autoconhecimento, acesse aqui.

Meu propósito é amar, dar amor e estar em paz. Aqui é meu lar virtual, uma ferramenta para eu cumprir meu papel!

Gosta do Gabitopia?

Faça uma Contribuição Voluntária

Para apoiar o Gabitopia e meu trabalho de forma geral, você pode contribuir no botão abaixo, com o valor que quiser. Se quiser fazer uma contribuição voluntária ou parceria recorrente (mensal, semestral, etc), entre em contato no gabitopia@gmail.com que podemos conversar melhor.

Agradeço muito a todos que já me apoiam, pois sem esse apoio não conseguiria!

Envie uma mensagem preenchendo o formulário:

gabitopia@gmail.com

w

(13) 981310537

whatsapp