Avanço é pensar. Pensar evolui. Evoluímos refletindo, tirando conclusões. Não quero tirar conclusões para você, e sim com você. Meu objetivo é abordar temas para gerar reflexão. As opiniões mudam, os saberes e sabores se desenvolvem aos poucos.

Nessa categoria, compartilho um pouco sobre meu caminho. Sempre senti que havia algo estranho no mundo. Depois que a confusão da adolescência passou, descobri que não era bem o mundo que está errado, mas simplesmente a forma de pensar da maioria das pessoas não se encaixa com o que eu busco para mim. Nem certo, nem errado. Apenas diferente.

Venho descobrindo, desde então, diversas formas de pensar, de me comportar, de levar a vida e de me conectar com o Universo. Aprendizado, espiritualidade, novas interpretações para o que eu já conhecia… Para compartilhar o que tenho entendido e também dividir algumas dúvidas com vocês foi o motivo para criar essa categoria. Convido a todos a se juntarem comigo. “A gratidão jorra pela fonte do meu coração”! Vamos avançar juntos?

Corpo

07 de setembro de 2010 Às vezes nosso lugar preferido é nosso quarto ou o colo da mãe…  Particularmente esses dois são meus preferidos. O que acontece, no entanto, quando não temos nenhum dos dois no momento em que nós precisamos de um lugar quando a raiva, a solidão, a dor ou o medo chegam?  O que fazer? Cheguei a conclusão que fazer do nosso corpo o melhor do lugar do mundo pra se viver é a melhor solução de todas. Nosso próprio corpo, óbvio demais? Pra muita gente não, porque tem gente que só consegue enxergar de fora pra dentro e não de dentro pra fora. Assim era comigo. Nosso corpo é o lugar onde estaremos mais confortáveis e seguros enquanto estivermos vivos. E é a melhor maneira de se viver em paz. Precisamos fazer do nosso próprio corpo nosso alívio. A gente não se separa do nosso corpo em vida. Ele está aí com você, o tempo todo. Às vezes até me pergunto como consigo me aguentar por tanto tempo sem me largar. Sou meu lugar preferido de mim mesma. Eu e meu corpo somos um parte do outro. Você e seu corpo também. É a única coisa que é só nosso e ninguém pode nos tirar. Daí, quando finalmente você fizer do seu corpo o melhor lugar do mundo, qualquer praça, estação de trem, jardim, prédio, café, qualquer bairro, cidade, estado ou país podem vir a ser seu lugar preferido do mundo, porque na verdade, não vai ser o lugar. Falando em corpo. Cuide bem dele. Percebi que o corpo é apenas um empréstimo, o que...

Saudade

Saudade… Eu quase morro de saudade todos os dias! Tenho saudades das pessoas, de todo mundo que passou pela minha vida. Até quem acha que mal é lembrado. Sempre tenho saudade, mas agora mais, porque estou longe de quase todo mundo que é importante pra mim.Mas antes eu costumava ter saudade de antigamente e ficava triste, muito triste, porque o antigamente acabou. Eu ficava com tanta saudade que meu corpo não aguentava e entornava a água da dor da alma, que é a lágrima. Eu pensava tanto no passado, que eu deixava de pensar no futuro, às vezes. Pensava tanto, lembrava… Via fotos, colecionava cartas que recebi e as que escrevi e não mandei… E as lia periodicamente. Manter o passado por perto, era questão de alimentar alma. Eu queria por que queria manter contato com as pessoas… Mas as pessoas mudam, eu mudo, todo mundo muda. A saudade era tão má que eu pegava raiva de quem marcou minha vida e mudou, inclusive tinha raiva de mim mesma, porque mudar estragava minhas saudades. Não sei se eu preferia que estragassem, de qualquer maneira, porque assim eu não teria que me preocupar em ter saudades dessas pessoas. Mas mesmo assim eu tinha. E a saudade doía, agora em dobro. Mas de repente, quando eu me dei conta, eu fui parando com isso. Primeiro me mantive longe, me afastei, disse pra minha melhor amiga: “eu também estou com saudade, mas eu não posso viver aqui com o pensamento aí o tempo todo, porque se não eu não vou viver nem aqui, nem aí”. A mudança começou, aos poucos. Mudei, finalmente....

Solidão vs. Companhia. Nossa batalha pelo equilíbrio.

É impressionante como as coisas mudam totalmente quando se tem amigos por perto. Não só perto fisicamente, mas quando sabemos que eles estão lá, simplesmente. O engraçado de estar longe de todos os amigos é perceber o quão fraco nós somos. Perceber isso é bom e ruim ao mesmo tempo. Bom porque nos damos conta de que não podemos ser felizes sozinhos. Mesmo que tentemos, ou ainda, que precisemos, não podemos e não devemos. Quando descobrimos isso, acabamos lutando pra ser alguém melhor para poder agradar os outros.  Na tentativa de fazer para as outras pessoas evoluímos e melhoramos como seres humanos, para nós mesmos. Convivendo sempre com pessoas percebemos alguns defeitos que ainda podem ser corrigidos. Nos faz enxergar melhor onde estamos errando. Desse modo, não ficamos na inércia quando se trata de evolução também espiritual. Só que ao mesmo tempo que é ótimo ter pessoas sempre por perto, é péssimo depender dos outros porque, definitivamente, temos que aprender a viver sozinhos. Temos, sim, que aprender nos amar e ser auto-suficientes porque nem sempre teremos os amigos por perto. Não podemos nos doar por inteiros se não estivermos felizes com nós mesmos. Temos que nos amar primeiro para poder dar amor para os outros. Quando me perguntam se eu coloco os outros em primeiro lugar, pra depois pensar em mim, respondo que não, sem titubear. Isso me faz primeiro egoísta?  Talvez, mas nunca deixo de explicar meu raciocínio: se eu, como mãe (exemplo) não cuidar da minha saúde e ficar sempre doente, como vou poder cuidar do meu filho do jeito que é esperado? Então, eu cuido de mim para...

Quem nunca gostou de nada babaca, que atire a primeira pedra.

2016: Estava um pouco reativa, mas a mensagem foi: pratique o não julgamento! As críticas abaixo são válidas, mas usaria palavras menos agressivas e mais amorosas, respeitando essas pessoas que também merecem nossa compaixão. 2010: Cara, as pessoas têm mania de criticar tudo, né?! Criticam os políticos, os jogadores de futebol e o técnico, criticam o ensino e os hospitais públicos, os particulares também. Hoje eu recebi essa imagem por MSN: Parabéns pra quem fez isso, MUITO criativo chamar o ‘ator em alta’ de viado, realmente, ninguém nunca pensou nisso e vai ficar pra posteridade, como obra de arte, esse seu banner! Ah, e obrigada por me convencer a não ir ao cinema só porque ele é viado. Claro que tudo isso que eu falei foi irônico. Logo me veio na cabeça algo assim: Bom, eu não tive nenhuma intensão de ser criativa. (eu tive que mudar uma palavra porque ela não estava adequada). Bom, foi algo bem rápido que eu fiz, meio no improviso, só pra demonstrar minha indignação. Não, cara, eu não sou fã do Crepusculo, eu nem ao menos gosto de vampiros pelo simples fato de eu não gostar de monstro e vampiro pra mim é monstro. (Pra mim, quem gosta de ver sangue, pessoas morrendo e vivos mortos são pessoas que precisam de tratamento, traumatizadas com algo, sei lá, mas, estou aqui pra denfender um ponto) No entanto, as pessoas vêem essas imagens (essa 1a imagem) como uma coisa “super legal  YEY”, e ficam divulgando algo tipo isso. PARA, CARA, VOCÊ TEM QUE ARRUMAR OUTRA OCUPAÇÃO!!! 10 motivos que eu acho que esses caras são...

Aproveitando a solidão!

Há momentos em que não queremos ficar em casa, fazendo nada, mas as companhias desaparecem… o que fazer? Três versões de Dancing With Myself (Billy Idol): Blink 182, Glee (série) e Billy Idol. Aperte o play e curta! MixPod.com Eu gosto dessa música porque “there’s nothing to lose, and there’s nothing to prove I’ll be dancing with myself” (não há nada a perder e nada a provar, eu vou dançar comigo mesmo)            Acho que vocês já ouviram falar da frase “a felicidade só é verdadeira, quando partilhada“, não? É de uma história onde um menino de 20 e poucos anos se isola ao norte dos EUA (tipo Alasca) para viver uma vida sem “nada”, inclusive, sem amigos, mas que no fim ele percebe o que essa frase diz. O filme e o livro chamam ‘Na natureza selvagem’ (indico, eu só vi o filme – na opinião de uma amiga, o filme é mais legal).            Eu acho essa frase digna de ser levada a sério e que amizade é bom demais. Mas tem aqueles momentos que estamos com necessidade de sair, ver gente, sorrir ou até gargalhar, conhecer gente nova, dançar, beijar na boca, chegar de manhã em casa… Mas todos os nossos amigos já têm compromisso ou não querem sair. Pra começar, quando acontece isso, às vezes podemos nos sentir mal por não ter companhia: Não tenha sentimentos negativos, pense nos amigos queridos e na família que tem. Não ter companhia pra sair não significa não ter amigos verdadeiros.            Se está com vontade de sair para...

Homossexualidade

Parte 1: literária: “Bom dia amigos e amigas, obrigada por terem votado em mim como personalidade do ano. Eu gostaria de começar meu discurso aproveitando a ocasião para fazer uma declaração que ainda não fiz oficialmente, mas que todos vocês sabem. Vou falar um pouco da minha sexualidade. Porque vocês estão se levantando? Não, por favor, não saiam. É apenas um instante.  Valeu! Nem sempre soube da minha condição! As vezes me perguntam qual é minha opção sexual, mas não é bem opção porque eu nasci assim, não escolhi, não optei. Bem cedo descobri que eu era uma pessoa especial, não sabia porque, mas sabia que alguma coisa de especial eu tinha. Eu sempre fui uma criança diferente, me machucava no futebol quando jogava com meu irmão e amigos, muitas vezes me machucavam de propósito só para se divertirem comigo. Foi quando entendi que preferia brincar no parque com minha solidão, dentro de uma casinha de bonecas que as meninas me tiravam para poder brincar entre elas. Eu me convidava para me juntar a elas, mas o pedido era sempre rejeitado: “não gostamos de você”. Não era ruim essa solidão, eu costumava refletir muito nessa hora, foi meus primeiros sinais que eu escreveria quando crescesse. Lá pelos meus 12 anos, sem entender porque, comecei a me interessar por meninos, mas não contei pra ninguém. Eu tinha muita vergonha. Eu me aproximava de quem eu me interessava e eles acabavam virando meus amigos, grandes amigos. Depois descobria que eles não se interessavam por mim, sempre me considerei uma pessoa feia e desengonçada. Ficava o tempo todo com as meninas para...

A mídia e o desenvolvimento intelectual do adolescente!

          Fato sabido: a maior parte dos adolescentes logo vai virar adulto, a outra parte vai morrer (o que é uma pena, mas cada um tem sua hora). O problema é que no começo dessa nova fase, adulta, a evolução intelectual parece ter que começar do zero, e isso é um esforço muito grande.           Quero explicar melhor esse negócio que acabei de dizer. O adulto tem muitas obrigações e preocupações, muitos “novos adultos” estão estudando e trabalhando ao mesmo tempo, tendo projetos saindo do forno e as pessoas cobram muito mais que eles se desenvolvam. Há estímulos para o “aproveitar a vida” o tempo inteiro etc. Portanto, começar a se preocupar com coisas que realmente importam fica bem mais difícil nesse ponto. Devíamos começar quando ainda não temos essas obrigações ainda: na adolescência.           É aí que entra minha indignação com a sociedade e a mídia atual. Para os adolescentes que ainda estão se desenvolvendo e sem muitas obrigações e cobranças, ao invés de nossos esforços juvenis estarem focados em pensar sobre a vida, o mundo, a sociedade e outras coisas realmente importantes para a evolução do homem, parece que a mídia só sabe mostrar o que a Lady Gaga está fazendo hoje, quem está namorando quem em Hollywood ou quem está saindo do BBB. Nem adianta falar que adulto também gosta – e muito – disso, pois eu não acabo de dizer (em outras palavras, as que eu comecei o texto) que os adultos são ex-adolescentes?           Muitas vezes já escutei pessoas dizer coisas, por exemplo: o adolescente não gosta de pensar, o adolescente não sabe pensar,...

Kapital, 28/02

                Ontem eu fui a uma festa em uma das baladas mais famosas daqui de Madri, a Kapital. Realmente é de se impressionar! Quem vai, sai falando coisas do tipo “ela é fantástica, extraordinária!”, “você tem que ir”. Eu me impressionei muito mesmo foi com a quantidade de gente olhando pra cima e com uma fila de uma hora pra deixar o casaco. Saí falando “se aquilo é uma pista de dança, porque diabos ninguém está dançando?” porque eu simplesmente não gostei e provavelmente não voltarei lá.                 Falem o que quiser, não precisa concordar comigo em nada, mas o que eu sei é que eu me senti de volta a minha infância quando eu via que todo mundo se impressionava com cores, luzes, roupas brilhando. A não ser pelo tamanho e o formato do lugar, que é um teatro de sete andares (eu não fiz questão de conhecer tudo, vou falar só da pista de dança do palco), ele deixa muito a desejar. Isso não é uma “crítica” ao lugar, não estou fazendo um  “review” sobre a balada. O que fiquei pensando enquanto eu tentava dançar, porque a música às vezes parava e algo chato e não-dançante acontecia, é que de novo, como sempre acontece, por causa da beleza e fama, o lugar deixa a desejar em qualidade. O lugar é lindo, gigante, mas as músicas paravam como eu disse, e não dava pra dançar. Muita gente espremida, não dava pra conversar com os amigos. Cigarros nos queimando, machucava. Copos quebrando, cacos no pé das meninas (quase) obrigadas a usar sapato pra entrar ali. Quando percebi que não...

Sobre se apaixonar 3

Às vezes eu tenho a graça de estar apaixonada. Na verdade, “encantada” é uma definição melhor, mas logo, na maioria das vezes, esse encanto passa, porque encantos tem essa característica, de ser efêmero. Às vezes eu tenho a sorte de não “me deixar” apaixonar de verdade por alguém. Mas será que é sorte? Porque só eu não consigo me apaixonar, me deixar apaixonar, fazer alguém se apaixonar por mim ou sequer deixar que alguém se apaixone por mim? Sempre na retaguarda…   Eu fico vendo todos os meninos fofos que possivelmente seriam bons namorados e imagino se eu poderia conquistar algum deles… mas lembro que sei que eles não são fácil de se prender a um “namoro”,  ou, então, penso em todas as meninas em cima deles, o tempo todo e tiro meu time de campo.Eu gosto desse amor platônico que crio todas as vezes que eu finjo para mim mesma estar apaixonada. É claro que não estou, a última vez que amei mesmo foi meu ex namorado e amei de verdade e fui correspondida. Depois disso, eu nunca mais me apaixonei… mais que paixão, amor verdadeiro. Isso faz de mim uma pessoa pior? Às vezes eu acho que me faz ser incompleta. É quando eu invento amores, estórias, dor, sofrimento. Ele estava lá, nunca tinha derramado uma lágrima por ele, e de repente, escolho amá-lo, inventar uma história toda como se tudo o que passamos juntos fosse desenrolar em uma história de amor com um final feliz.Nada a ver! Nem vai acontecer porque o “ele” da história nem sabe que tudo o que eu acho que passamos juntos realmente aconteceu,...

Como lidar com seus pais: as experiências deles, são deles!

Experiência significa, de acordo com o Luft: 1. Ação ou efeito de experimentar (-se). 2. Prática, conhecimento; perícia. 3. Ensaio, tentativa, demonstração. 4. conhecimento transmitido através dos sentidos.         Quando somos adolescentes tomamos algumas decisões que, nos arrependendo ou não, se tivéssemos a maturidade que adiquirimos com o tempo, não iríamos tomar. Mas uma coisa que estamos sem dúvida nenhuma destinados a receber são críticas por coisas que você fez ou alguém que você foi (adolescente imaturo, ou menos maduro). E disso você não pode fugir, tem que aprender a lidar.        Adolescentes querem experimentar. Querem viver tudo o que podem, mas não conseguem porque muitas vezes há um adulto para dizer que vão se arrepender, que vão se dar mal e que um dia, vai se lembrar daquele discurso e vai sofrer por não ter feito o que te indicaram. Disso não dá pra fugir, adultos são assim. São pais (mais comumente), professores, tios, conhecidos, desconhecidos… não importa, qualquer pessoa que seja adulta. Adultos, temos que concordar, têm mais experiência por já terem vivido mais, já experimentaram coisas que nem imaginamos, viveram em outra época e já estão mais próximos do final (brincadeira, nada a ver isso),  talvez, então, devíamos dar bola para o que eles falam. Mas sabemos que eles podem ser muito insistentes e protetores. Alguns pais, por amar demais (e não de menos), acham que dizendo pros filhos o que fazer, as consequências das atitudes ou dizendo o que aconteceu com eles na época, vai fazer a gente (filhos) resolver não fazer e se sentir como se já tivesse passado por isso. Mas a gente sabe que não...

Sobre a tristeza, fraqueza e força

Eu odeio ter que ser forte o tempo todo. Sei que sentimentos ruins vêm, mas eu estou sempre querendo controla-los, como se eu fosse imune  a qualquer um que eu não queira sentir. Mas isso é impossível. Eu gosto de ser forte o tempo todo, gosto de estar sempre feliz. Tenho medo que a tristeza e dúvidas se estendam mais do que é necessário. Não gosto de chorar.Eu não gosto de me sentir mal, principalmente, se for por causa dos outros. Se isso acontece, me sinto idiota. Acho que me sentir mal por causa dos outros é fraqueza e além disso, eu me sinto invadida. A pessoa entra na minha vida, toma as decisões que ela quer tomar, sendo que eu não tenho controle nenhum no que ela decidir, e quando vejo, simplesmente fico mal. Não gosto chorar por alguém, a única pessoa que pode isso sou eu mesma, na minha cabeça. Quando fico triste, me sinto idiota, como se eu fosse me sentir assim pelo resto da vida, como se eu estivesse retrocedendo para quando eu tinha 13 anos. Odeio me arrepender, é uma das coisas que eu odeio  admitir. E quando eu fico triste por algo que eu fiz, é claro que me arrependo.Às vezes dá impressão que se arrepender é para os fracos. Mesmo que eu possa crescer sentindo tudo isso, quem vai me convencer na hora da tristeza que ela vai passar, que é normal ou que essas coisas são boas pra gente? “Deixa eu me sentir mal”, penso por mim mesma. Preciso de sentimentos assim pra poder seguir em frente, mas eu não consigo me...

Igual aos demais… ?

Andei pensando em um assunto muito clichê e gostaria de compartilhar com vocês. Desde que eu fiz meus dreads eu tenho ouvido algumas coisas engraçadas. Só para constar, já que ninguém é obrigado a saber, os dreads são vários nós no cabelo. E outro dia uma amiga minha disse: “porque você não passa pelo menos um creminho no seu cabelo?”.   Ok, aquilo foi engraçado porque, mesmo que ela não saiba, eu tinha comentado como cuidava da juba: só shampoo, de preferência anti-resíduo e até sabão de coco serve! Mas… se eu passar um “creminho” no meu cabelo… os dreads ao invés de ficar presos, eles vão se soltar. E porque eu gastei 8 horas e $$ fazendo esse “penteado”? Eu não fiquei brava nem nada, só achei hilário. Ri e ignorei, porque nem sabia o que dizer. Quer dizer, acho que disse: “não pode, Fulana, porque se não o dread sai”.   Nessa mesma época eu fui viajar e pedi emprestado um sabão de coco para a pessoa que me hospedou, para minhas amigas disse que era pro cabelo. Uma delas olhou pra outra e começou a rir, a outra devolveu com uma risadinha tímida. Dessa vez eu ignorei mesmo, as pessoas simplesmente não entendem o que é diferente delas.   Para minha sorte, nesse MESMO dia, uma das meninas apareceu depois do banho com o cabelo todo embaraçado e cheio de nó, com um pente na mão, aflita se conseguiria ou não pentear o cabelo a tempo de sairmos.   A outra amiga ficou “cho-ca-da”, perguntou porque ela não tinha passado condicionador e ao ouvir a resposta, que era...

Solteira, sim… Sozinha nunca?

Outro dia uma pessoa comentou que estou solteira porque eu quero. Foi aí que eu comecei a pensar. Primeiramente, pensar que não, que essa pessoa estava totalmente equivocada. Eu vivo falando de amores impossíveis, homens bonitos e um ou outro menino que poderia me fazer feliz e eu fazê-lo feliz. Não estou apaixonada nem nada, mas se eu estivesse penso seriamente que eu não seria correspondida, pelo simples motivo de não existir ninguém apaixonado por mim, ou seja, não importa por quem eu me apaixone, ele endubitavelmente não estaria apaixonado por mim. Depois de pensar nisso tudo, pensei que talvez eu seja muito exigente, que queira alguém que realmente me faça rir, ao mesmo tempo seja sério e responsável, que tenha planos e me ajude a avançar espiritualmente. Mas nem estou desesperada procurando, mesmo parecendo, não estou. E será que a pessoa que me disse isso está realmente certa? Como estava certa uma outra pessoa que me disse que eu procurava nos lugares errados. Quem disse que eu preciso ter vários meninos no meu pé em uma balada para ser especial? Quem disse que preciso ser padrão de beleza para alguém gostar do meu sorriso? E quem disse que preciso gostar do que todos gostam pra me divertir? Meu consciente sabe de tudo isso, mas meu insconciente insiste em duvidar da minha capacidade de conquista. Outro dia estava no carro com uma amiga minha, a Giu, e um menino de um carro do lado começou a conversar com a gente, eu nem dei bola, nem sabia o que era. O menino era bem bonito e ficou me paquerando. Eu pensei...

Consciência e Ações Ambientais!

            Galera! Esse clima de Natal é bom, né? Pois é… E hoje de manhã, vi várias luzinhas ligadas, e pensei: “o que a gente ganha com essas luzinhas acesas? Nada, mas mais energia é desperdiçada e tudo o que desperdiçamos hoje, vai fazer falta um dia.”       Dizem que cada pequeno gesto já ajuda, não é? Neste Natal vamos enfeitar nossas casas com materiais dos natais passados, mesmo que estejam usados e um pouco quebrados: não vamos desperdiçar, vamos reutilizar.        Esse assunto casa-se muito com outro que também eu vim pra falar.                Neste final de semana, vamos participar de ações que vão fazer diferença nas nossas vidas.        Será no dia 11 de dezembro, sexta feira, às 19h lá na Paulista, no MASP. Vamos fazer uma vigília em homenagem a todas as pessoas que serão afetadas pelo aquecimento global caso um acordo concreto não seja feito em Copenhague, na Conferência das Partes (+ sobre a CoP15). Vamos agir! Espero encontrar você lá na Paulista! Ainda temos chance!  De São Paulo, Gabriela Pagliuca e qUATRO aNOS para o...

Como tomar decisões certas? (versão curta)

(versão original) Depois que as redes sociais passaram a dar a opção de colocar em religião um “tenho um lado espiritual independente de religiões” (Orkut), comecei a usar essa definição, pois foi mais ou menos quando abandonei meu rótulo de católica. Esse lado me faz questionar o que é certo e o que é errado, de acordo com as leis do homem e de Deus. Não que religião seja ruim, mas gosto de me sentir livre para acreditar no que quiser. Não gosto de ser obrigada a acreditar em algo pré-estabelecido se para mim não fizer sentido. Liberdade me encanta. E como eu gosto dela, comecei a questionar: liberdade é fazer tudo o que queremos, sem pensar em mais nada? Será? Como tomar decisões certas? Nossa sociedade está cheia de tabus, crenças e principalmente julgamentos que não fazem sentido, pra mim. Há muitas atitudes que tomamos e que não faz mal pra ninguém, mas a sociedade julga. E a religião ajuda muito isso. Não todas e nem todos os religiosos, mas alguns que incomodam por muitos. Muita gente que vive aparentemente sob regras divinas, mas por dentro estão cheias de ódio, rancor, raiva, infelicidade, inveja… É isso que Deus quer? Tudo o que acredito é que o que vale é nosso coração e nossas intenções. Não importa se parece boa intenção, Aquele que nos vai julgar (seja qual for sua crença) não se importa com aparências. Deus só se importa se você é bom ou ruim, lá no fundo do seu coração. O que é certo e o que é errado? Como devo agir? Como você achar que é...
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Gabriela Pagliuca

aka/vulgo Gabitopia

Sou artista e facilito processo de autoconsciência. Alimento o Gabitopia, esse blog, há mais de 11 anos. Estudei e sigo estudando comunicação, facilitação de grupos e técnicas de cura a partir de manipulação de energia (holística).

Meu blog é onde está quase todo meu trabalho como escritora, para saber mais clique aqui. Para saber mais do meu trabalho como facilitadora de processos de autoconhecimento, acesse aqui.

Meu propósito é amar, dar amor e estar em paz. Aqui é meu lar virtual, uma ferramenta para eu cumprir meu papel!

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