Essa categoria é bem genérica e diz respeito, de modo geral, às minhas reflexões sobre o meu estilo de vida ideal.

Fim do Intervalo

Agora, por favor, de volta ao futebol. Engraçado que quando eu decidi me afastar um pouco do futebol, dar um tempo, as pessoas começaram a pensar que eu era fanática. Bom, nunca fui. Só que eu sentia incompatibilidade entre meu sentimento perante ao futebol e o que eu tenho buscado na vida. Depois de 6 meses e 2 campeonatos afastada, aprendi a lição! Do mesmo jeito que eu decidi dar um tempo, volto com toda vontade ao mundo futebolístico, afinal, EU ADORO FUTEBOL! Adoro ir ao estádio, gritar, torcer. Não preciso mais passar vontade! Foi interessante essa minha experiência, valeu a pena, não me arrependo de não ter assistido os jogos. Fiquei ansiosa nos jogos decisivos, igual. Chateada quando não rolou o Paulista, igual. Feliz no jogo contra o Palmeiras, igual. Agora me sinto mais madura em relação a esse tema, mais consciente, mais preparada pra encarar, sem gastrite nervosa, talvez não deixando em paz apenas minhas cutículas! Estou conseguindo até rir das piadas e brincar com os outros times também. Isso não é um conselho para os loucos por futebol, não. Para mim, funcionou assim. Vi que preciso estar de fora para refletir sobre algumas situações específicas da minha vida. Estou compartilhando minha experiência porque comigo foi o futebol, mas pode ser relações, opiniões, escolhas… Elas não precisam mudar, acredito que apenas serem mais...

Educadores Sem Fronteiras

Estou fazendo um trabalho sobre o Instituto Educadores Sem Fronteiras, uma escola de ensino complementar para jovens que vivem em vunerabilidade socioeducacional, que não dá diploma e o principal requisito é querer estar ali. Os professores, chamados de Educadores, amam ensinar e aprender também, têm uma disciplina e um plano de aula principal, mas navegam por inúmeros temas até entrar no assunto planejado. Os alunos, chamados de Educandos, têm prazer em conhecer e a presença beira no 100%. Só pode faltar por um motivo muito justo, pois existem muitos jovens interessados. Para vocês entenderem um pouco mais sobre como os alunos se sentem lá, segue um manifesto escrito por eles mesmos. Manifesto dos Educandos Sem Fronteiras 1. Não queremos entrar no labirinto sem paredes, caótico e sem governo onde nos encarceram por seis horas de gritarias; 2. Abrimos mão da nossa condição de robozinhos insubordinados para romper os horizontes da matemática e do português a favor da nossa revolução sem armas; 3. Chega da obrigação das horas trabalhadas e das horas estudadas que nos causam o sentimento de insatisfação e de dor no momento de aprender; 4. Não queremos mais a tecnologia e os livros duelando conosco em salas sem uso, cheias de fantasmas do desejo de conhecer que já não nos motiva; 5. Aqui encontramos a liberdade de exercer nosso direito de dizer: “Sim! Desejo aprender!” ou “Não! Ainda não estou pronto”; 6. Na convivência diária, brilham as estrelas nossas porque já não há distâncias entre educando e educadores. Somos uma comum-unidade dentro de uma sala repleta de possibilidades; 7. O mundo é nossa sala de aula! Não...

Sedução da tragédia

Semana passada resolvi que eu deveria voltar ler notícias, ver telejornal… Há meses me desvio desse tipo de informação. “Que menina chata”, pensei certa vez, “não sei dos assuntos atuais para conversar com meus amigos”. Então, apesar de ter sempre opinião sobre tudo [hehe], achei que poderia ser legal entrar num site jornalístico. Acessei um portal de notícias e variedades, daqueles conhecidos, com muita coisa escrita, publicidade, cores fortes… As notícias que me chamaram atenção foram o filho do cantor Leonardo gravemente ferido e cinco jovens que haviam morrido, os dois casos por causa de acidente de carro. Li a notícia do cantor e pensei, meio triste, “espero que ele esteja bem, que ele se recupere”. Abri a notícia sobre os jovens. Chorei. Fiquei nervosa. Tremi. Pensei que podiam ser meus amigos. Fechei sem ler até o final, eles tinham morrido, não era novela ou outro tipo de ficção, para esse tipo de coisa não existe “Ctrl+Z”. Fechei o navegador depois de me arrepender de ter aberto. Isso sempre acontece comigo. Não sou a mais informada da turma, por que odeio ficar vendo notícia ruim, lendo coisas sobre famosos, assistir programas de TV e me dá agonia de ver como o jornalismo é. Agora pouco cheguei em casa e sentei na sala para carregar meu celular, na TV passava o ex-gordo zoando um gordinho [eufemismo] que havia caído de cara num carro, no quadro de cassetadas. Uma, ao meu ver, sacanagem que já dura décadas [pelo menos umas duas, né?!]. Nunca vi graça nesse quadro, acho que isso é rir da desgraça do outro e muita falta de coisa...

Leia Gênesis que você vai entender

A questão foi levantada por um contato meu do Facebook, que sempre traz questões interessantes a serem debatidas. Não coloco a postagem nem as opiniões se não teria que postar tudo, por causa do contexto. Mas foi interessante. A não ser porque fiquei pensando… E pensar é ruim (brincadeirinha!!!), por que quero respostas que nunca terei. Era um papo sobre religião, Deus e extraterrestres. E aí, se Deus e Anjos são seres extraterrestres, será possível haver outros, tipo alienígenas? Acredito que o objetivo era dar mais a opinião mesmo, nada científico. E uma das opiniões foi que Deus não ia deixar seres espalhados ou “esquecidos” pelo Universo, então pra ela não existia. Apesar do respeito que tenho pela opinião, vejo um buraco nessa explicação, “Leia Gênesis que você vai entender” por que essa resposta me parece muito artificial, mecânica. Acho que não é o que essa pessoa acredita, para dar seu ponto de vista, argumentar e por isso só tem uma resposta, que não vem do raciocínio, sensibilidade e reflexões próprias e sim de terceiros. Acreditar na Bíblia… Se você acredita, faça um esforço a mais para entender o que vou dizer agora: qual é a diferença concreta em acreditar na Bíblia ou em qualquer outro livro, de ficção (mesmo sabendo que o autor escreveu fantasias de sua mente) ou de Ciências (tão bem argumentados)? Acredito tanto em Deus que fico com pena de dizer isso, principalmente por que há chances de ser verdade, da mesma maneira que há chances de não ser. Mas o Deus que eu acredito não me julgará por desconfiar, pois ele me fez assim....

Todos os sonhos do mundo…

Admito que sou uma estudante de jornalismo relativamente desatualizada. Não que eu não saiba realmente o que está acontecendo, mas tem coisa que eu prefiro não saber em detalhes. Quero que saiba que esse primeiro parágrafo está sendo escrito apenas para me desculpar, verdade. Ontem me arrepiei ao ver uma foto. Sou sensível demais e ler “desocupação” “milhares de familias” já me faz chorar. Então prefiro não saber. Li (chorei) um pouco sobre o assunto, e não tenho propriedade para falar dele aqui, por isso, procurem no Facebook artigos sobre isso. Aqui falo mais de um sentimento estranho esse que está dentro do meu coração. Vamos lá, é um desabafo. A Foto que me Fez Arrepiar – Ainda não sei o Autor  O mundo é dos ricos, as pessoas que vivem a margem da sociedade e são esquecidas, apenas lembradas para serem acusadas, linchadas. Invasores, marginais, traficantes, violentos, resistentes, nunca seres humanos… Aquela máxima de que ‘todo mundo é igual’, só funciona com aquele complemento famoso ‘mas alguns são mais iguais que os outros’ (George Orwell). Em minhas visitas às comunidades carente com a ONG Um Teto para meu País é unânime a falta de atenção dos nossos ‘representantes’ para com a sociedade. Minha última visita, no sábado, olhei uma pasta com entradas de pedidos não atendidos, e talvez alguns que jamais serão. A representante, eleita com mais de 240 votos, que faz vários cursos, queria fazer faculdade de direito (eu e meus colegas ficamos positivamente surpreendidos) e nos disse que a comunidade está organizada, que as famílias comparecem em todas as reuniões, pedidos e mais pedidos… E nunca...

Um olhar diário pela cidade de São Paulo

No meu caminho diário pra faculdade encontrei uma caçamba de entulho da prefeitura… Um pouco cheia, um pouco bagunçada… Mas tudo bem, né?! mas e aí…? Foto: Gabriela Pagliuca um dia depois, tiraram a caçamba e o entulho… quer dizer… mais ou menos… Foto: Gabriela Pagliuca E aí, pessoal? Como fica?(obs.: às 18h já tinham feito uma limpeza, mas ainda tinha algum vestígio de...

Viver com dignidade: uma reflexão histórica e cultural

Porque muitas vezes não sentimos que estamos gozando de todos os recursos para viver com dignidade, para sermos pessoas melhores? Não sou especialista em política (estou muito longe disso), mas de acordo com meus conhecimentos acadêmicos e empíricos vou lançar mais uma reflexão, dessa vez baseada nesse tema. Todos nós queremos crescer, sobreviver, evoluir, ter uma vida digna e uma expectativa dela. Mas por que muitas vezes sentimos que isso não está presente no nosso dia-a-dia? Alguns países vêm de uma formação organizada, têm histórico de luta pelo nacionalismo, guerra entre reinos rivais e alianças entre os que poderiam se ajudar. No nosso país, isso não aconteceu. O Brasil não foi descoberto como muitos dizem e muito menos planificado, ele foi explorado e covardemente dominado, formando-se, assim, de uma maneira mal organizada, com uma cultura patriarcal e cada um pensando no seu próprio interesse e não pelo bem da coletividade. E talvez o sentimento de falta de dignidade em nosso país venha desse crescimento e formação política sem planejamento. E o pior… Muitos enxergam o problema, mas não querem abrir mão do que é seu para tentar mudar em prol da sociedade. E o que podemos tentar fazer para tentarmos melhorar nossa qualidade de vida? Temos que conhecer nossos direitos de cidadão (muito mais do que apenas de consumidor), ser mais politizados (apesar de haver muito preconceito em relação a esse tema), tentar obter o máximo de conhecimento sobre o mundo e não se conformar com o que aparentemente é normal, ainda que seja ruim. Para mim, normal é a gente ter uma vida digna, poder se relacionar de...

As publicidades dizem que sim.

As publicidades dizem que sim. from gabi pagliuca on Vimeo.          O objetivo desse projeto é mostrar como a publicidade nos faz acreditar em tudo que querem, mas não percebemos quanto lixo e infelicidade estamos criando pouco a pouco. Pensamos que agimos e pensamos por nossa conta, mas não. Ainda que sejamos inteligentes e com estudos, há algo no nosso subconsciente. Não nos damos conta de pequenas coisas. E assim vamos vivendo controlados por uma indústria que cria pessoas e coisas perfeitas que quase não podemos conseguir, e gera muita dor e poluição. É assim sempre: tudo é perfeito e nós somente seremos melhores se adquirirmos isso e quando podemos comprar, não está mais na moda e voltamos a ser os imperfeitos e infelizes de antes.       A música (El Pescao – El Canto del Loco, em espanhol), como quase todas, é aberta para distintas interpretacões. A minha interpretação e a que eu deixo parecer no vídeo é que temos que evoluir e que não temos que ser alguma coisa por ter coisas e temos que tentar melhorar sempre. Talvez nem todas as pessoas vejam a música dessa maneira, mas com um pouco de atenção e imaginação, entenderão quando digo que essa canção tem muito a ver com o significado desse...

A imprensa espanhola baseada na entrevista com Josu Mezo

     Conversei com o espanhol Josu Mezo, editor do blog Mala Prensa (em espanhol) e descobri coisas interessantes sobre a imprensa espanhola. Se nós tentarmos, conseguiremos melhorar a imprensa no nosso país. Leia e aproveite as dicas do professor. Quem é Josu Mezo? Ele é licenciado em direito, mestre em ciências sociais, doutor em ciências políticas e professor na Universidad de Castilla-La Mancha, em Toledo, Espanha. Em 2004, criou sua página web para o público que se interessasse por atualidades, notícias, informações, meios de comunicação. De lá pra cá, foi percebendo que quem lê e participa mais ativamente são jornalistas ou pessoas relacionadas profissionalmente aos meios de comunicação. Sobre o blog O blog comenta e denuncia erros que o editor e seus colaboradores encontram ao ler um jornal ou ao assistir um noticiário. A ideia surgiu, de acordo com a descrição da página, por uma obsessão pessoal, que compartilhava com seus amigos, sobre a baixa qualidade da imprensa. Mas não aquela qualidade inferior relacionada à manipulação proposital motivados pela política. Mas sim aqueles erros que os jornalistas não percebem por ignorância, a falta de tempo ou recursos, pela maneira do sistema de produção ou como estão organizados seus meios. Seu blog é composto por detalhes. Pequenos erros da imprensa que dão menos credibilidade ao que deveria ser um serviço público. Manipulação proposital e erros que não deveriam existir Ele me disse que a manipulação proposital é um tema muito discutido e, ele espera, que a maioria das pessoas tem consciência dela. Esse tipo de erro é realmente muito grave e existe muito. Mas há também outros erros importantes, como os que ele aponta...

Dia da Proclamação da República

15 de novembro é dia da Proclamação da República.            Você que vai ficar em casa, tranquilo, no sofá, poderia parar para pensar um pouco no que isso significa. Há 121 anos o Brasil instaurou o regime republicano. 67 anos antes o Brasil havia se tornado independente. Isso é, antes de 1822 o país era dependente de Portugal e até 1889, éramos governados por monarcas.           De um tempo para cá, muita coisa mudou. Passamos por crises, quedas, ditaduras, cruzeiro, cruzado, novo cruzeiro, Collor, impeachment, FHC, Lula e esse em 2010 acabamos de eleger nossa primeira presidente mulher e a 36a pessoa a assumir esse posto. O Brasil é feito POR NÓS, cidadãos. Vamos trabalhar e tentar agir honestamente para poder cobrar daquelas pessoas que nos dizem representar-nos.            O Brasil foi e é explorado por países mais ricos, mas ainda assim, há esperança em cada olhar honesto e humildo do povo brasileiro. Vamos levantar nossa bandeira, com ORGULHO e não com vergonha. Vamos mostrar a beleza do país mais bonito e rico do mundo.            Vamos nos preocupar com problemas realmente importante e tentar investir força e dinheiro em resoluções e não em distrações. Tem coisa que não é da nossa alçada, não podemos fazer nada. Mas essas são as grandes decisões tomadas por pessoas mais poderosas que nós. Mas mudar o nosso cotidiano já é muito, e isso nos faz ser muito mais poderosos do que pensávamos. Orgulho e sempre em frente, povo brasileiro. FELIZ 15 DE NOVEMBRO, DIA DA PROCLAMAÇÃO DA REPÚBLICA, PARA...

Hipocrisia, homobofia e (falta de) bom senso no julgamento.

Jovem de 18 anos é preso por beijar garoto de 13 em cinema de shopping   De acordo com lei, o simples fato de um maior de idade beijar um menor de 14 anos está cometendo um crime, o de estupro. Ainda que o menor tenha consentido porque ele não pode responder pelos seus atos. Agora o estudante é criminoso por beijar um menor de idade… Ou será que todo escândalo gira em torno do fato de se tratar de dois homens?   Quando Ana Borges* (22) tinha 13 anos, era uma criança, em contrapartida, suas amigas eram todas ‘mocinhas’. Ana não ficava com meninos mais velhos, suas amigas sim. Ela se considerou “criançona” até seus 18 anos. Segundo ela, depois que entrou na faculdade que começou a amadurecer. Mas suas amigas que eram desenvolvidas não viam problema em sair com caras mais velhos, incluindo maiores de idade. Como a menina amadurece mais rápido que o menino, elas não queriam ficar com meninos mais novos, por serem infantis. Ainda assim, a idade é a mesma “13 e 18”.   O estudante de 18 anos foi preso e, de acordo com essa matéria, acusado de estupro, pode pegar 14 anos de prisão. O rapaz agora é um criminoso. Estuprou o menino quando o beijou no cinema do shopping. Não foi no carro em um terreno baldio e a força, foi em lugar público e com o consentimento do menor. De acordo com a discussão que eu vi no Orkut, o maior foi acusado de estar cometendo ato libertinoso com um menor de 14 anos, que não responde pelos seus atos. E as meninas de essa...

Pela voz e bem dos brasileiros

Em 2002, quando Lula foi eleito pela primeira vez, eu só tinha 14 anos. Não sabia muito de política, mas eu sabia de algo importante: o Brasil é só um, todos iam ter o mesmo presidente e as conseqüências de um bom ou mau governo iam ser para todos, e não só para quem havia votado nele. Quando somos crianças reproduzimos o que ouvimos dos adultos. Ouvia de pessoas da minha idade: “espero que agora o Brasil se “perca“, para esse povo parar de ser burro”. Mas espera aí… Se o Brasil se “perder”, vocês não vão se “perder” também? Se a esperança do país ir pra frente não existia dentro do pensamento dessas pessoas, eu fico pensando, será que não seria melhor rezar, pedir a Deus um milagre do que ficar rogando praga? Em 2010, Dilma Rousseff foi eleita. E não posso negar minha satisfação de ver uma mulher, finalmente, no topo. Eu preferia que fosse uma mulher mais preparada, mas tudo bem, ainda é mulher! Eu tive aquela vergonha alheia quando vi uns vídeos de entrevistas e de discursos, mas Lula também nos fez pagar alguns micos e ainda assim, eu vi Lula segurar a barra em 2008 quando todos os países, inclusive os Estados Unidos, estavam em crise e sem emprego. Eu tenho medo de que ela não saiba dizer não aos chefões (porque vocês não acham que são os presidentes realmente que governam, né?!), que ela fique amiguinha de Hugo Chávez e que haja uma mudança grande na maneira que dizemos o que pensamos (sim, estou falando de censura). Tenho medo que ela não saiba...

Manipulação midiática

Quando o governo alemão começou a matar os judeus, a imprensa americana não noticiava como uma história importante e de interesse público. De acordo com o documentário Holocaust: The Untold Story (eu assisti no Newseum), as mortes eram noticiadas em pequenas notas nas páginas de dentro dos jornais. Quando já era tarde demais, os jornais importantes começaram a fazer desse assunto, primeira página. Motivo? Interesses pessoais. O que aconteceria se colocassem assim que soubessem nas primeiras páginas de seus New York Times e Washigton Post? Moveriam a opinião pública e poderiam ter conscientizado os cidadãos que algo não ia bem? Isso poderia mudar a política do governo? Poderiam ter evitado mortes e tanto sofrimento? Poderiam ter mudado o rumo da história mundial? Se você pensa que está muito longe da nossa realidade e que isso não vai se repetir porque foi há muito tempo e que hoje a comunicação e a tecnologia fazem as informações serem mais certas e que não dá para esconder nada… Está enganado. Por exemplo, durante 12 anos a rede CNN monopolizou as imagens da Guerra do Golfo e o mesmo aconteceu na guerra do Iraque (isso se não está acontecendo também nesse momento, o que não duvido). As guerras, para os americanos, são como seu governo quer que seja. Muita glória, poucos soldados mortos e nenhum civil afetado. E a realidade não é essa. Isso porque estamos falando de uma guerra! Imagine qualquer outro assunto que quiser, a facilidade que um canal de televisão tem para esconder um escândalo, por exemplo. Saber disso tudo te faz sentir uma vítima? ( ) sim ( ) não ? Se não, ótimo. Se...

Como a mídia desvia sua atenção dos problemas importantes:

Uma tarde na frente do computador…. Você vai lá e clica ou no “beleza e motor” ou no “ator de ‘Força Tarefa’”… Ficha limpa? O que é isso? Aí, você achando que vai tá informado por entrar no terra.com.br vai lá e clica nas 100 namoradas e mulheres de personalidades…  Eleições no senado do Pará? Pará? Onde fica isso? E o que diabos é Senado? Aí você continua nos sites jornalísticos… Daí você pensa um pouco e… Olha!!! Eu quero saber o que vai acontecer mais tarde na minha novela… Depois eu volto e leio sobre a Ficha Limpa… Mais tarde…   Depois…   Depois você vai dar uma olhadinha o que tá é TT no twitter de hoje…   E a Ficha Limpa? Ah, esquece… Vai começar minha novela na televisão, por isso vou ter que desconectar!...

Como tomar decisões certas?

Quando comecei a “frequentar” redes sociais que davam a opção de colocar no perfil “tenho um lado espiritual independente de religiões” (Orkut) foi mais ou menos a mesma época que eu abandonei meu rótulo de católica. Não tentei outra. Não fui em busca de centros espíritas, igrejas evangélicas nem procurei o Candomblé. Simplesmente comecei a adotar o “lado espiritual independente de religião”. E esse lado me fez questionar o que é certo e o que é errado, de acordo com as leis do homem e de Deus (eu acredito em Deus, você pode acreditar no que quiser e ainda se identificar com esse post, porque eu não falo de religião como instituição). Não que religião seja ruim. Não é. E esse post não é para te convencer do contrário. Apenas não é uma escolha minha, mas respeito totalmente se é uma escolha sua. Eu gosto de me sentir livre para acreditar em tudo o que eu quiser. Não gosto da ideia de alguém me dizendo para não acreditar em algo que acredito, que faz sentido e tenha lógica pra mim, só porque alguém disse que não. Liberdade. Eu adoro liberdade. E como eu gosto de liberdade, comecei a pensar nela, de um tempo pra cá. Liberdade é fazer tudo o que queremos, sem pensar em mais nada? Será? Como tomar decisões certas? Gosto tanto de liberdade que já bati boca com um francês porque ele disse coisas super preconceituosas sobre homossexualidade e mencionou que um colega “negro, assim, como eu”, que era vegetariano e budista “onde já se viu… negro e budista?”, disse ele que era a mesma coisa de um japonês...

Política

Eu quero dizer algumas coisas sobre política. Eu não tenho preferência a nenhum partido político. Não sou petista, nem qualquer outro. Eu voto no candidato que eu mais confio. Mas eu não estou aqui para dizer em quem vou votar (até porque talvez, infelizmente, eu NÃO vou votar), mas para dizer algumas coisas. É muito fácil falar das plásticas da Dilma. É muito fácil reencaminhar emails falando mal dela. É muito fácil transmitir o que os outros falam. Mas a gente esquece que se essas pessoas fazem plásticas ou se maquiam demais é porque nós, o público, exige uma boa aparência. Leia a entrevista da presidente do Flamengo sobre o goleiro Bruno, ela fala um pouco sobre isso. Nossa sociedade é ridícula nessa dimensão: exige boa aparência de todos. Então, antes de criticar, vamos pensar se não somos nós mesmos, pessoas fúteis e superficiais que exigem, indiretamente, “boa” aparência da nossa candidata. É muito fácil reencaminhar emails porque são engraçados. Mas a gente esquece que a candidata é do mesmo partido do atual governo, e que vocês gostando ou não, melhorou nosso país e não nos deixou cair em momentos de crise MUNDIAL. E a última coisa. Cuidado com as informações que vocês passam. Eu estudo jornalismo, mas não posso ser hipócrita ou ingênua em pensar e transmitir pra vocês que as nossas mídias de hoje são sinceras e imparciais. Cuidado com as informações que vocês acham relevantes. Todo grande meio de comunicação tem seus interesses. Ate mesmo quem não parece que tem interesse, quem parece que esta prestando um serviço publico. Meus amigos e amigas, TODOS tem interesse. Globo,...

Solidão vs. Companhia. Nossa batalha pelo equilíbrio.

É impressionante como as coisas mudam totalmente quando se tem amigos por perto. Não só perto fisicamente, mas quando sabemos que eles estão lá, simplesmente. O engraçado de estar longe de todos os amigos é perceber o quão fraco nós somos. Perceber isso é bom e ruim ao mesmo tempo. Bom porque nos damos conta de que não podemos ser felizes sozinhos. Mesmo que tentemos, ou ainda, que precisemos, não podemos e não devemos. Quando descobrimos isso, acabamos lutando pra ser alguém melhor para poder agradar os outros.  Na tentativa de fazer para as outras pessoas evoluímos e melhoramos como seres humanos, para nós mesmos. Convivendo sempre com pessoas percebemos alguns defeitos que ainda podem ser corrigidos. Nos faz enxergar melhor onde estamos errando. Desse modo, não ficamos na inércia quando se trata de evolução também espiritual. Só que ao mesmo tempo que é ótimo ter pessoas sempre por perto, é péssimo depender dos outros porque, definitivamente, temos que aprender a viver sozinhos. Temos, sim, que aprender nos amar e ser auto-suficientes porque nem sempre teremos os amigos por perto. Não podemos nos doar por inteiros se não estivermos felizes com nós mesmos. Temos que nos amar primeiro para poder dar amor para os outros. Quando me perguntam se eu coloco os outros em primeiro lugar, pra depois pensar em mim, respondo que não, sem titubear. Isso me faz primeiro egoísta?  Talvez, mas nunca deixo de explicar meu raciocínio: se eu, como mãe (exemplo) não cuidar da minha saúde e ficar sempre doente, como vou poder cuidar do meu filho do jeito que é esperado? Então, eu cuido de mim para...

Quem nunca gostou de nada babaca, que atire a primeira pedra.

2016: Estava um pouco reativa, mas a mensagem foi: pratique o não julgamento! As críticas abaixo são válidas, mas usaria palavras menos agressivas e mais amorosas, respeitando essas pessoas que também merecem nossa compaixão. 2010: Cara, as pessoas têm mania de criticar tudo, né?! Criticam os políticos, os jogadores de futebol e o técnico, criticam o ensino e os hospitais públicos, os particulares também. Hoje eu recebi essa imagem por MSN: Parabéns pra quem fez isso, MUITO criativo chamar o ‘ator em alta’ de viado, realmente, ninguém nunca pensou nisso e vai ficar pra posteridade, como obra de arte, esse seu banner! Ah, e obrigada por me convencer a não ir ao cinema só porque ele é viado. Claro que tudo isso que eu falei foi irônico. Logo me veio na cabeça algo assim: Bom, eu não tive nenhuma intensão de ser criativa. (eu tive que mudar uma palavra porque ela não estava adequada). Bom, foi algo bem rápido que eu fiz, meio no improviso, só pra demonstrar minha indignação. Não, cara, eu não sou fã do Crepusculo, eu nem ao menos gosto de vampiros pelo simples fato de eu não gostar de monstro e vampiro pra mim é monstro. (Pra mim, quem gosta de ver sangue, pessoas morrendo e vivos mortos são pessoas que precisam de tratamento, traumatizadas com algo, sei lá, mas, estou aqui pra denfender um ponto) No entanto, as pessoas vêem essas imagens (essa 1a imagem) como uma coisa “super legal  YEY”, e ficam divulgando algo tipo isso. PARA, CARA, VOCÊ TEM QUE ARRUMAR OUTRA OCUPAÇÃO!!! 10 motivos que eu acho que esses caras são...

Consumo, Mundial de futebol e Coca Cola!

  Todo mundo sabe que na época da Copa do Mundo é hora de fazer coleção do álbum da Copa, comprar uma televisão nova pra ver os jogos em alta definição (HD) e comprar camisetas, chinelos, bonés, calcinhas e outras coisas que as marcas lançam. Mas como tudo na moda, ela vai passar, porque afinal, quem usa uma camiseta “BRASIL RUMO AO HEXA 2006” sendo que em 2006 a gente nem chegou perto do hexacampeonato? Pois eh, depois que acaba, mesmo que a seleção conquiste o título, as coisas vão ficar lá, jogadas… Menos a televisão, claro, mas também, fala sério, é uma televisão…   Esse ano, estou morando em Madri, Espanha e por isso vou torcer pro meu Brasil fora de casa. Ainda assim, posso perceber que a Copa do Mundo é também aqui (em 10 dias posso dizer até mesmo sobre EUA, pois estou indo pra lá dia 15) época de comprar, comprar e comprar. O nacionalismo aumenta e o consumo também. Bandeira, camiseta, álbum de figurinha, bichos de pelúcia, materiais de torcida em geral… Fato sabido, não?   No meu primeiro semestre da faculdade de jornalismo, uma professora disse, e não só não esqueço, como vivo repetindo: o problema não é você CONSUMIR, COMPRAR, USAR, PAGAR AQUELE PREÇO por algo que é MODINHA, por algo que VAI EMBORA… O problema é você não ter a consciência que está fazendo e acha super legal que alguém disponibiliza algo que você SEMPRE* precisou, sabe? (*ironia, pra quem não entendeu pela falta de recursos).  Ok, agora um exemplo real. Quando fui numa loja de conveniência aqui perto de casa (Open Core)...

Uma análise sobre os homens – e suas mulheres

           Vocês já viram como, num casal, os homens são sempre “menos” que as mulheres? Menos bonitos, menos inteligentes, menos gostosos, menos engraçados, menos… menos… Já viram? Bom, eu sempre reparo nisso. Dificilmente uma mulher bonita e inteligente vai estar com um cara super bonito e inteligente. Esses caras ou são gays ou vão ficar com as mulheres MAIS bonitas e MAIS inteligentes que eles.             A gente SEMPRE vê uma gostosa com um barrigudo, mas nunca vê um gostoso com uma mulher mais desarrumada, um pouco acima do peso. Isso não incomoda vocês? A mim sim, muito.            Isso porque os homens acham que SEMPRE precisam de algo melhor. Então, a mulher não é suficiente pra ele. Ela não vai ser suficiente pra ele a não ser que ela seja MUITO MELHOR que ele, daí, vai ser sufiiciente.             E sabe o pior? É que MESMO quando a mulher é MUITO melhor que ele, ele arruma aquela maneira de fazer a mulher pensar que não é. Eles fazem as mulheres acharem que é uma TREMENDA sorte ela ter encontrado “ele”, porque “ninguém mais” poderia amá-la.             Então, normalmente fica mais ou menos assim, sendo que existe outras definições entre uma e outra que eu não vou citar:  um merda fica com uma mulher esforçada ou a gostosa se ele tiver MUITO dinheiro;  um cara bizarro fica com uma mulher normal;  um cara mediocre fica com uma mulher de bom coração;  um cara patético fica com uma mulher boa de cama;  um cara...
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Gabriela Pagliuca

aka/vulgo Gabitopia

Sou artista e facilito processo de autoconsciência. Alimento o Gabitopia, esse blog, há mais de 11 anos. Estudei e sigo estudando comunicação, facilitação de grupos e técnicas de cura a partir de manipulação de energia (holística).

Meu blog é onde está quase todo meu trabalho como escritora, para saber mais clique aqui. Para saber mais do meu trabalho como facilitadora de processos de autoconhecimento, acesse aqui.

Meu propósito é amar, dar amor e estar em paz. Aqui é meu lar virtual, uma ferramenta para eu cumprir meu papel!

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