Essa categoria é bem genérica e diz respeito, de modo geral, às minhas reflexões sobre o meu estilo de vida ideal.

Polisenso

Poli: Quantidade maior ou igual a dois. Senso: Juízo claro. O que você já ouviu falar sobre Forfun? Quando falo que eu escuto Forfun as pessoas geralmente têm um preconceito. Forfun significa ainda, para muita gente, “que pena que não valeu a pena, você dizia sempre pra me por no seu lugar” e não conhecem o novo CD Polisenso, e não percebem que “o olho atento vai notar tantos detalhes pra se olhar”. Brincadeiras à parte, esses dois trechos mostram as duas fases da banda com “História de Verão” de 2005 e “Infinitas Possibilidades” de 2008. Tem gente que conhece a banda do começo e prefere daquele jeito, então não gosta porque eles mudaram muito, alguns gostavam, exclusivamente, pelas letras sobre e para adolescentes e o estilo punk-rock dos primeiros anos de banda. Mas apenas guitarra+ baixo+ bateria que fazia sucesso ficou um pouco de lado para dar também espaço aos teclados e mixagens psicodélicas. As letras sobre dor-de-cotovelo e adolescência são substituídas por músicas sobre a natureza e tentar se afastar do mundo sensível. É filosofia pura! Não sou só eu que pensa assim, não. Não sou eu quem está dizendo. Forfun mesmo fez referência a famosa frase “só sei que nada sei” na música “Sócrates e a Deusa Música”. Sócrates,acredite se quiser! Pai do amor/amizade à sabedoria. É muita maturidade. Os próprios integrantes da banda consideram as mudanças refletindo o amadurecimento. O que não nunca foi um susto para mim, foi para muitos. É por isso que Forfun está tão bom! É por isso que Polisenso é o CD que eu mais escutei disparado nos últimos seis...

É a hora de dar tchau.

Chega uma hora em nossas vidas que não adianta insistir. As pessoas, inclusive nós mesmos, mudaram. Os tempos também. Os gostos também. Ah, e o que é mais triste é que os sentimentos também. Normalmente eu desisto bem fácil e rápido, sou assim mesmo, vamos a um exemplo banal: não consigo desentupir a pia da cozinha, eu acabo deixando pra lá e outra pessoa – mais determinada ou mais especializada que eu – acaba fazendo. Mas não sei o que acontece comigo porque quando se trata de sentimentos, eu sou muito mais flexível. Gosto de insistir. Amizade principalmente. Ah, eu prezo muito amizades de longo prazo. Gosto muito de fazer novas amizades, mas estar com aquelas pessoas que cresceram com você, passaram sua infância e adolescência é muito bom. Não tenho nenhuma pertíssima de mim, hoje em dia, infelizmente. Não é porque eu não quis não. Não é porque eu sou chata, não. É porque esse tipo de coisa não é escolha nossa. Pode ser no começo, mas enquanto a vida vai passando a gente não escolhe mais, simplesmente acontece. Pessoas se afastam, juntam, pisam na bola, passam vergonha… Tentam. Eu sou dessas que tentam. Por enquanto quase todas as minhas tentativas não deram certo. Uma merda, eu sei. Também não é assim como se TODAS deram erradas. Eu tenho muitos amigos, mas os que me conhecem desde, sei lá, sexta série, sou obrigada a dizer, muito tristemente, que não me conhecem mais. Eu sou a que tento. Tento dar certo. Tenho paciência. Tento não brigar. Não fico demonstrando nem falando que eu fiquei chateada – chateada eu fico...

Resolvi ser jornalista

+ sobre jornalista Essa semana eu resolvi ser jornalista. Ok, eu sei que eu resolvi já faz um tempo, mas a minha escolha original pelo curso foi por causa da amplitude e diversidade que o curso oferece. Mas, pô, agora estou começando a me interessar, sinceramente. Tá começando a ficar chato fazer uma matéria sem apurar. Não fica bom, fica achismo e fica feio. Tá ficando legal conhecer coisas novas e entrevistar pessoas. Está ficando legal ter surtos de, não só inspirações, mas de ideias… Tá ficando interessante me sentir confiável, falta coisas indispensáveis, mas já estou correndo atrás. Não sou mais simplesmente uma blogueira que comenta coisas sobre o dia-a-dia e posta. Agora sou formadora de opinião. Sou indispensável para o universo continuar sincronizado. Sou uma fofoqueira de classe que valoriza todos os lados dos acontecimentos. Sou responsável pelo jornalismo da nova geração que nós estudantes e recém-formados temos que fazer. Um jornalismo ético e interessante ao mesmo tempo. Enfim, somos jornalistas desde já, com as notícias banais para as aulas de quintas feiras sem...

Corinthians.

Foto: Globoesporte.com É grande, é dourada e é levantada por William, o capitão do Corinthians com direito a acidentezinho básico para esquentar, literalmente, a comemoração. Além da felicidade imensa e nada efêmera, provamos com esse título que outro futebol é possível. Uma final limpa e bonita. O Santos jogou um pouco angustiado, mas jogou muito bem e bonito. O Timão não entrou na partida achando que já ganhou, não. Foi emocionante e os nossos corações não pararam um minuto de bater, arrisco-me dizer até que durante o campeonato todo, que lembrando, não perdemos jogo algum. Felipe fez sua parte no gol e até o fim. A partida foi disputadíssima, mesmo o Corinthians tendo uma vantagem por causa do jogo anterior, que ganhou de 3 a 1 em cima do Peixe. Por causa desse mesmo jogo, o placar de 1 a 1 nesse domingo deu o título para nós. Bom, na verdade não estou aqui para dar notícias, existem sites especializados nisso e vou deixar eles fazerem esse trabalho. Eu sou corinthiana, então preciso não ser jornalista por enquanto. Foi emocionante. Dava pra chorar, rir e perder a voz e gritar ainda mais alto ao mesmo tempo. Ah, eu gosto do meu time, eu sou corinthiana desde pelos seis anos de idade, que eu me lembre. Provavelmente minha irmã me incentivava, mas eu não me recordo. Sou menos corinthiana do que muita gente, mas sou muito mais corinthiana do que muito corinthiano por aí, pelo simples fato de não ser fanática e de amar esse time, respectivamente. Ano passado estávamos na segunda divisão do Campeonato Brasileiro e nós continuamos juntos…...

Íntimo

VÍDEO DO TEXTO… Eu tenho dois espelhos no meu quarto. Dois. Não uso nenhum pra valer. Escolho uma roupa, olho se combina, esqueço de olhar pro resto, olho pra roupa como se estivesse numa vitrine, em um manequim. Não uso os espelhos. Eu tenho uma frase escrita em cima deles: “não importa o que aconteça você está linda”. Sim, essa frase funciona por fora, para a beleza exterior, mas e quanto ao meu interior? Pensava que sendo bonita por dentro seria automaticamente por fora, e talvez seja isso mesmo, o problema é que eu não olho muito pra esse meu interior de verdade. Olho as coisas boas, me acho legal, sou boazinha, educada, até inteligente, eu acho. Eu me acho feliz, tenho uma boa família, saúde, não preciso me privar de estudar, nem comer nem me vestir. Mas esqueço de perceber que sempre falta alguma coisa. É essa coisinha de nada, que eu sempre deixo pra lá que me faz não me querer olhar no espelho, porque sei que não vou gostar do que veria. O que falta? O que me falta pra ser uma pessoa um pouco melhor? Descobri a verdadeira função de um espelho: fazer a gente olhar pra dentro de nossos olhos e enxergar o que tem de verdade nesse íntimo. Ontem eu olhei. Tenho muitas coisas, mas faltam outras. Chorei. E descobri que eu não só sou imperfeita, mas que às vezes sou também infeliz. P.S: esse post não é para ser levado a mal nem fiquem superpreocupados comigo, são pensamentos confusos e sentimentos...

Faz-me rir!

Minha primeira reação foi choque. A segunda foi choque. A terceira, me fez rir. Os pais gostam. Os filhos odeiam. Peraí. Pergunta aos pais: na juventude de vocês, vocês usaram drogas, bebida e fizeram sexo desfreadamente? Se sim: O que vocês podem falar para seus filhos? Usem vocês mesmo como exemplo, mostre a verdade. Se não: Porque seus filhos, necessariamente, vão pro “mal caminho”? “Logo conhece filho, conhece as drogas e conhece o álcool, conhece tudo que for que não presta…”, fala sério, pais, se vocês não confiam na educação que deram aos seus filhos, não deveriam tê-los feito. “Acho que as crianças tem que ficar em casa mesmo, tem que ter o limite.” Limite ensina-se desde pequeno, não vai querer prender o adolescente na cama, que ele não vai ficar, não. Mandando eles pra dentro de casa até as 23h não vai mudar nada, porque eles vão estar vivos nas outras horas, e se é pra fazer coisa errada, ainda mais revoltados, até em casa fazem, podem ter certeza. Os filhos são reflexos dos pais. E a sociedade? Bom, já que os pais estão inseridos na sociedade, se todos fossem bons exemplos, a sociedade seria...

Perfeita, eu? Não

Eu queria ser perfeita. Perfeita para que toda sua atenção se voltasse para mim. Não sei se essa é a coisa certa a desejar. Sabe, eu queria ser perfeita pra você poder me beijar do mesmo jeito que me beija agora, mas com mais carinho do que tesão. Queria que quando saíssemos você insistisse pra eu não ir embora, e que passasse mais tempo me beijando. Você não me beija muito. E eu gosto do seu beijo. Queria ser perfeita só pra você querer sair comigo sem precisar insistir e depois acabar me sentindo usada. Aliás, nunca quis ser perfeita por causa disso, sempre achei que sendo perfeita as pessoas iriam se aproximar de mim por causa dessa perfeição. Não acho que eu posso ser perfeita e só não sou por que não quero, não é isso não. O negócio é que eu não só tento não ser perfeita como me distancio de todas as possibilidades. Até no que eu posso ser boa eu faço questão de não ser. Mas com você é diferente. Se com todos os outros eu não queria ser perfeita para não ser usada, com você eu só não iria ser usada se eu fosse perfeita. Mas ah… Agora é tarde demais. É tarde demais pra tentar ser perfeita agora! Então, enquanto você não encontrar uma menina perfeita, não vou ter o que eu quero, ou vou ter pela metade, e quando encontrar… Não vou ter nada, mesmo. Eu vou continuar sendo a menina que de vez em quando passa pela sua vida. Se eu fosse perfeita. Eu poderia ter alguma chance. Mas não sei...

O psicodélico, a arte e a razão.

Há três coisas que não podemos deixar de lado nessa vida: o psicodélico, a arte e a razão. Quando falo de psicodélico me refiro a todas as sensações diferentes e não necessariamente relaciono a drogas, veja bem. Sobre a arte eu digo tudo relacionado às sensações que ela transmite. Minha preferida é a arte visual e a música. E da razão é a razão por ela mesmo. Penso na alegria de estar em estado psicodélico. Nossa mente pede isso. Nossos sentidos também. Não se pode acreditar em tudo o que vê, mas de vez em quando precisamos acreditar mais em coisas que não vemos. A nossa mente consegue produzir efeitos magníficos se a gente deixar, se não impormos obstáculos.   Cada um se sente de uma forma em relação a isso. Tem gente que prefere as drogas, que confundem o cérebro e nos faz sentir como se estivéssemos sonhando, cada substância age de uma maneira em nosso corpo. Eu prefiro outras maneiras, mas isso é muito pessoal e cada um tem um motivo. Eu, particularmente, não gosto das drogas por vários motivos que não cabem aqui.   Outras pessoas gostam do orgasmo e pode ser a sensação mais louca que experimentamos por ser um momento de relaxamento, queda da pressão arterial e também a redução, temporária, das atividades da parte do cérebro responsável pela razão. O lado negativo é que tem várias pessoas que não conseguem alcançá-lo frequentemente nem com companhia, nem sozinho.   Há outras maneiras de alterar o estado de consciência, como a meditação e a yoga, se forem feitas pra valer. Deve existir alguma outra forma de...

Qual o limite?

Os jovens estão perdendo o controle. Por acharem que sabem muito, por pensarem que estão à frente de seu tempo, esquecem que precisam ter educação e respeito com os mais velhos. Em todo lugar que olharmos existe esse tipo de comportamento. Talvez o poder precoce tenha subido as cabeças dessas pessoas que se sentem superior de várias maneiras. Essa violência toda acaba sendo a forma de as pessoas canalizarem fraquezas, medo e angustias. É triste pensar em violência nas escolas porque é um lugar para continuar a educação que é dada em casa. Os professores deviam ser referência para alunos e não inimigos. Por outro lado, os jovens estão com cada vez mais independência, mas ela não é controlada. Algumas escolas particulares têm acompanhamento psicológico para alunos e deveria ter em todas, particulares ou públicas. Se os alunos, quando crianças e adolescentes não conseguem saber os limites e não deixam que cheguem a extremos, quando forem adultos e pais, não vão saber dizer até onde os filhos podem...

Finalmente, uma boa novidade!

Eu preciso focar. Como será que posso fazer isso funcionar? Bom, esquece tudo o que você sabe sobre mim. Não estou falando pra esquecer de mim, é claro, apenas esqueça os velhos conceitos. Apague tudo o que eu disse que acredito. Vou dar um delete e tudo o que vier, a partir de agora, é o que conta. Estou falando de tudo: sonhos, affaires, gosto por comida, opinião sobre política e sobre minha saúde e corpo. Não que eu queira mudar tudo, não. Pelo ao contrário. Tudo o que eu for escolher, a partir de agora vai ser o que eu realmente penso. Quero começar com pequenas coisas: a próxima pessoa por quem vou me apaixonar tem que ser alguém novo, minha maneira de ser vegetariana também. Estudar terá um novo significado pra mim. Novidade será meu sobrenome. Não quero mais pensar: “mas antes as coisas eram diferentes (reticências)” porque eram mesmo diferentes e pra sempre vai ser assim: o antes era diferente, mesmo que não mude tão radicalmente. As coisas sempre mudam então sempre vão ser novas. Então, é a partir de agora que vale, ok? Bom. Como é a partir de agora que tá valendo, pode começar fuçando no meu blog novo, com textos antigos, mas lembre-se que só vai valer a partir de agora… E querem saber de mais uma coisa? Lá vai a bomba: ainda não decidi como será essa lista que será definitiva até eu mudar de...

Um pouco de filosofia, afinal.

Há muito tempo que venho pensando em fazer alguma coisa que me fizesse bem. Pensei em como mudar o mundo, e comecei a ler um livro que chama “como mudar o mundo”, é um livro muito bom que trata de “empreendedores sociais”, são pessoas que têm uma empresa ou um negócio que, vou dizer resumidamente para deixar claro, é caridade e sem fins lucrativos. Não é negócio para mim, não para alguém como eu, com essa mentalidade como a minha. Hoje eu assisti uma minissérie baseada no livro “O Mundo de Sofia” de Jostein Gaarder. Eu já tinha ouvido falar e pra ser sincera, já tive que ler alguns capítulos para a escola e eu não o fiz. Quando eu vi o DVD na prateleira não consegui negar a mim mesma essa experiência. Parece que o DVD estava exclamando por mim! “Ser ou não ser, eis a questão.” Sabe… “Penso, logo existo”, coisas assim. Falando assim, até parece que eu sou facilmente influenciada por tudo o que eu escuto, e eu entendo quem pensa assim: sou vegetariana, gosto dos filmes infantis que o Disney Channel lança e agora a busca pelo conhecimento de repente nascer por causa de um filme. É que tudo tem uma explicação, inclusive gostar dos filmes da Disney. Tudo é tendência, pelo menos pra mim. Minha professora preferida no colegial? Professora Gabriela, de filosofia! Vegetariana? Sempre houve uma tendência. Camp Rock e Hannah Montana? Ah, isso é outro post, vinte e quatro horas no canal 88 da Sky. Então, eu decidi que ainda quero fazer alguma coisa pra mudar o mundo, e vou fazer mesmo,...

Ceticismo?

Duas coisas: (1) crer ou não crer no destino e; não importa por qual optar, (2) saber o que fazer com ele. Às vezes fazemos coisas pensando um objetivo, mas quando menos se espera, uma nova situação nos surpreende, talvez até seja mais difícil saber se confiamos ou não apenas no destino. Acreditar no destino, por mais que pareça para muitas pessoas a forma mais fácil de viver, pelo simples motivo de “o que tem que acontecer, vai acontecer”, mas a realidade não é bem assim. Todas as coisas que conquistamos não vêm fácil e não tem que deixar nas mãos do destino, apenas. Se você quer muito encontrar um emprego legal e não procura, não estuda, não aprende e não batalha, quais as chances, mesmo se estiver em seu destino, de encontrar esse tal emprego? Uma das diretrizes que podemos seguir se não confiarmos em destino é lutar sempre pelo o que quer, o que cabe para todas nossas ações na vida, é claro, mas com uma diferença: não confiar no destino nos faz muito mais fortes e perseverantes, já que tudo está em nossas mãos. Se você trabalhou duro para conseguir um emprego bacana, enviou seu currículo para as melhores empresas de sua área e realmente não era seu destino ser isso, você realmente não vai conseguir, sinto muito. Isso sim é destino. O que eu quero dizer não é, de maneira nenhuma, que eu não acredito em destino, porque eu acredito, e isso é o pior! Eu acredito tanto que, sempre que eu perco alguma oportunidade, deixo “nas mãos do destino” até por não ter absolutamente...

Em 2009 pretendo…

– Encontrar equilíbrio entre felicidade e tristeza; Chega de altos e baixos tão extremos, a vida é feita disso, mas a minha é muito. Uma hora estou totalmente feliz, cantando e saltitante e outra eu me encontro triste, fechada nos meus pensamentos pesimista. Isso tem que acabar! – Estudar bastante para ser a primeira da classe e conseguir o intercâmbio; Se eu quero mesmo ser uma boa profissional a hora é agora. Agora é que eu vou começar a provar para mim mesma o quanto longe eu posso e quero ir. – Encontrar um emprego na minha área; Bom, que irei trabalhar é fato, agora é correr atrás de empregos, mesmo que seja estágio e não me paguem tão bem, na minha área. Nada de desistir fácil e ir trabalhar em lojas de roupas e bares (alguém tem que fazer isso, eu sei, são boas profissões, mas não é pra mim). De preferência um emprego que me abra portas e que me faça escrever MUITO! – Alimentar-me melhor e descobrir o prazer nisso; Estou certa que essa minha decisão de ser vegetarina foi uma das melhores que tomei na minha vida, mas com ela vem vários contra-tempos como uma pequena anemina e fraqueza. Preciso encontrar novas fontes de nutrientes, porque mesmo antes, quando eu comia carne, eu não me alimentava bem. Preciso descobrir o prazer em comer. – Melhorar a mim mesma para que eu possa exigir mudança nos outros. É claro que ninguém é perfeito e eu reconheço isso, tanto em relação a mim quanto aos outros. Mas se eu quero pessoas legais, divertidas e inteligentes ao meu...

Jogo do amor

Para mim, é muito estranho falar de amor. Não que eu não tenha sentido, muito pelo contrário. Contrariando tudo o que eu era no passado quando eu estava apenas aprendendo sobre a vida, eu consigo, estranhamente, controlar o que eu sinto. Eu não sei se isso é bom, eu só sinto quando eu quero, monto todos os personagens e entrego a cada um, o meu script mental de tudo como eu gostaria que fosse. Quando o que está no roteiro não dá certo, o que significa sempre, para mim é tão fácil que eu me assusto. Eu amasso e jogo fora. A minha decepção não é pelo romance que não deu certo ou o amado que não me ama, muito menos porque não aconteceu como eu queria. A tristeza é de acontecer o oposto do esperado. Eu não ligo se sair alguma coisa errada, se nem todos os personagens agirem como eu programei. Se cada palavra for dita com a paixão e a atenção que eu desejo, o conteúdo não me importa tanto. Talvez se as coisas acontecessem de formas diferentes do previsto, de maneira que até me fizesse um pouco surpresa, acho que seria até muito mais interessante. Eu não posso prever o que cada pessoa vai sentir e o que cada um vai dizer. Não consigo fazer com que a outra pessoa se apaixone exatamente do jeito que eu quero, mas o mais estranho de tudo é que eu consigo, sem dúvida nenhuma, fazer dos meus sentimentos o que eu quero e o que a outra pessoa espera, se eu souber o que é. Consigo controlar meu...

" How you doin’ " para moças.

Já imaginou você numa situação assim: você encontra um cara lindo em algum lugar, vocês se olham, rola o interesse dos dois, mas ambos têm vergonha de conversar porque vocês estão sei lá, num ônibus ou metrô? No meio da rua? Na aula de natação? Como você reagiria se ele falasse com você é fácil de imaginar. Mas e se você falasse com ele, como ele reagiria? Será que você precisa ter medo de falar com um cara legal só porque você é a garota. Acho que não. Confira algumas dicas importantes de como fazer os primeiros contatos com o menino gatíssimo que avistou sem querer e fica super-envergonhada, pelo menos nos primeiros instantes, em falar com ele. – Procure perceber se tem alguma dica se o cara tem namorada. Alianças em uma das duas mãos é sinal de uma suposta namorada, portanto é bom não arriscar. Se você já conhece mais ou menos o cara e acha que está solteiro pode olhar no orkut para checar ou perguntar para os amigos também é uma boa. Se ele tiver namorando e você ainda quiser se aproximar, se aproxime como amiga, não há nenhum problema nisso (eu acho). – Mesmo se o cara não tiver namorando, ele pode não está procurando alguém ali naquele lugar ou naquela hora, não force as coisas. – Não é fácil conversar com alguém que a gente não conhece. É claro! Quando eu comecei a pensar dessa maneira, talvez uma janela com luz tenha aberto na minha mente: porque temos vergonha, exatamente? Se você está no intervalo da sua aula ou na academia e fala...

Um eu não-superficial

Três regras: perfume, sorriso e simpatia. Porque nem todas as garotas são lindas, magras e com cabelo invejável. Se eu quisesse eu poderia emagrecer, me maquiar e fazer chapinha todas as vezes que eu fosse sair com um cara. Só que maquiagem some e borra. Chapinha sai. Emagrecer dá muito trabalho. Por isso, com o tempo, fui fazendo minhas próprias regras. É claro que antes de sair com um cara eu fico meia hora escolhendo uma porção de roupa para ter opção e vou vestindo cada uma combinando com os acessórios para escolher a melhor. Claro que faço alguma coisa no cabelo, não o deixo normal. Só que o problema é que tudo o que eu faço para que eles se lembrem de mim não dá tanto trabalho. Eu passo um dos meus perfumes preferidos (Ma Cherie, Adidas Fresh Vibes ou outro dependendo o cara), quando ele sentir meu cheiro outro dia em outro lugar, ele com certeza vai se lembrar de mim. Já me disseram que meu sorriso é bonito milhões de vezes, então, para que não usá-lo? Sorrio muito, naturalmente. Isso atrai os meninos. E tento ser eu mesma. Não fico fingindo ser quem não sou como tanta gente faz, principalmente porque eu sempre saio com uma pessoa pensando, primeiramente, em tentar conquistar a amizade e a simpatia dela, quando consigo fazer isso, partir para o segundo passo é mole, tento usar meu charme, que é um segredo natural que não conto pra...

O dia que comi feijão

Essa história, na verdade, começa quando eu ainda comia feijão. Bem, pra ser sincera é uma época que eu quase não me lembro e poucas coisas são apenas em flashs. Como por exemplo, quando eu comia sopa de letrinhas e de feijão. Quando fecho os olhos, me concentro, consigo lembrar a fumacinha saindo e uma amostra do gosto chega a minha boca. Lembro dos meus irmãos e eu, de banho já tomado, com aqueles pijamas quentinhos de flanelas com estampa de bichinhos sentados nos banquinhos da cozinha, quase do nosso tamanho, um pouco menor. Nessa fase era prazeroso comer. Foi em uma escola de período integral que a enjoação toda começou. Era uma escola carioca, tinha acabado de mudar para o Rio de Janeiro. Os almoços eram arroz, feijão preto, peixe ou alguma outra carne. Éramos obrigados a comer pelo menos uma mistura além do arroz e feijão. Aquilo foi entrando em mim e eu tinha cada vez mais nojo. Chegou uma hora que eu me revoltei. (por favor, caso você esteja comendo e/ou tenha estômago sensível, não leia as próximas frases) Era uma tortura ter que comer, ou melhor, enfiar goela a baixo, peixes com espinha, almôndegas recheadas de asinhas de mosca, feijão preto sem caldo e com gosto de plástico, arroz duro e amarelado e de sobremesa, gelatina com um caldo suspeito. Até na “semana da criança” éramos presenteados de hambúrgueres e batata frita com pitadas fios de cabelo. Era muito nojento. Conheço pessoas que ficaram menos revoltados, como meus próprios irmãos e um amigo que até hoje mantenho contato, que se lembram apenas como “é, a...

Confusão

Noites são feitas para dormir, eu concordo, mas não quando encontramos algo realmente interessante para fazer como escrever, ler ou ficar na internet. Domingos são chatos e principalmente os que sucedem de sábados e sextas sem nada para fazer. Mas domingos são legais para ficar na internet para procurar um namorado, conversar com os amigos, tão entediados quanto você. E fuçar no Orkut dos outros – eu não tenho detector de visitas, nananana -. Eu, particularmente, uso a internet para montar o cara prefeito: lindo, fofo, gosto musical como o meu, inteligente, de preferência parte de uma banda, ou que cante bem – para cantar para mim –, que goste de balada mas não seja viciado, que tenha dinheiro para gastar na hora de lazer e que estude. Ah! E que goste de gordinhas… Fofinhas… Eu conheço vários homens assim! Juntando vários homens eles se tornam no perfeito. É… Esse é meu problema. Eu não gosto de um tipo especifico de homem, como, os LOIROS. Os loiros me atraem, mas não só os loiros, morenos e ruivos me atraem também. Ou os bonitões. Eu adoro os bonitões, que me atraem totalmente, mas não só os bonitões. Eu sou difícil e fácil ao mesmo tempo. Tanta controvérsia porque quando um gatinho legal dá bola para mim, eu já o transformo no cara perfeito, não necessariamente me apaixono (não me apaixono desde meu último namorado), mas transformo todos pequenos casos nos caras perfeitos. Entendem? Quem me entende? Ah, nem eu me...

Ah, não

Por que as coisas têm que ser do jeito que são? Complicadas, eu quero dizer. Por que não é assim, eu escolho com quem quero ficar e a pessoa fala “É claro! Vamos nos beijar.” É claro que não pode ser assim, imagina a confusão que iria ser, sabe, eu quero te beijar, você quer beijar a Carol, a Carol quer beijar o Renato, que quer beijar a Ana, que só quer beijar o Felipe e ele quer beijar a Angelina Jolie, todos iam ter que beijar duas pessoas, menos eu e a Jolie, por que ela não ia TER que beijar outro por que ela tem o Brad e por que ela é a Jolie. E eu por que ninguém quer me beijar na lista. E é pior quando a pessoa tá carente, por que a pessoa carente quer beijar qualquer um, e as pessoas são más com as pessoas carentes. Mas pensando naquele projeto de todo mundo ficar com quem quiser, a Jolie fica com o Brad, mas ele ia ter que querer ficar com outra pessoa, sabe para a história ficar legal, e quem sobrou “heterossexualmente” falando?...

É o que eu quero

Ai, ai, ai, estou tão saudosa ultimamente. Sabe do que eu sinto falta? Do frisson que sentia há alguns anos. No colégio, por exemplo, eu me apaixonava muito fácil! Era como se eu nunca estivesse livre desse tipo de calafrios e sentimentos fofos. Eu devo admitir, eu realmente sofria com todas as rejeições que eu sofria, mas não era tão ruim assim. Estou com vontade de me apaixonar, o que não acontece de verdade desde meu ultimo namorado. Estou confusa, não consigo entender o que acontece com meus sentimentos, mas uma coisa eu sei: pior do que sofrer de amor e/ou dor de cotovelo, é sentir esse vazio que eu estou sentindo. Deus, por favor, me traga um cara legal para eu me...
Página 4 de 6« Primeira...23456

Gabriela Pagliuca

aka/vulgo Gabitopia

Sou artista e facilito processo de autoconsciência. Alimento o Gabitopia, esse blog, há mais de 11 anos. Estudei e sigo estudando comunicação, facilitação de grupos e técnicas de cura a partir de manipulação de energia (holística).

Meu blog é onde está quase todo meu trabalho como escritora, para saber mais clique aqui. Para saber mais do meu trabalho como facilitadora de processos de autoconhecimento, acesse aqui.

Meu propósito é amar, dar amor e estar em paz. Aqui é meu lar virtual, uma ferramenta para eu cumprir meu papel!

Gosta do Gabitopia?

Faça uma Contribuição Voluntária

Para apoiar o Gabitopia e meu trabalho de forma geral, você pode contribuir no botão abaixo, com o valor que quiser. Se quiser fazer uma contribuição voluntária ou parceria recorrente (mensal, semestral, etc), entre em contato no gabitopia@gmail.com que podemos conversar melhor.

Agradeço muito a todos que já me apoiam, pois sem esse apoio não conseguiria!

Envie uma mensagem preenchendo o formulário:

gabitopia@gmail.com

w

(13) 981310537

whatsapp